Sábado, 31 de outubro de 2009 | 20:00
Aumenta o favoritismo
A divulgação do peso dos carros aumenta o favoritismo de Lewis Hamilton para o GP de Abu Dhabi. Estimava-se que o piloto inglês estivesse bem mais leve pela diferença que estabeleceu sobre a dupla da Red Bull, mas ele para apenas duas voltas antes de Vettel e duas de Weber.
Barrichello e Button estavam um teco mais leve que Hamilton e não acompanharam seu ritmo. Hamilton tem plenas condições de abrir uma vantagem considerável no primeiro stint, de 3 a meio décimo de segundo, e voltar na liderança após a parada geral.
Hamilton disse que o carro estava muito confortável no circuito e na melhor condição do ano todo. Com o kers, ele ganha quatro décimos na reta e poderá dosá-lo a seu bel prazer. Hamilton só não leva essa se acontecer algo muito surpreendente, o que não é tão incomum nas corridas.
Veja a seguir os pesos de cada carro:
1. Hamilton 658,5
2. Vettel 663
3. Weber 660
4. Barrichello 655
5. Button 657
6. Trulli 661
7. Kubica 654,5
8. Heidfeld 664
9. Rosberg 665
10. Buemi 661,5
11. Raikkonen 692
12. Kobayashi 694,3
13. Kovalainen 697
14. Nakajima 704
15. Alguersuari 696,5
16. Alonso 708,3
17. Liuzzi 695
18. Sutil 696
19. Grosjean 710,8
20. Fisichella 692,5
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fabioOs salários de Jenson e do Rubinho, monstram como esses dois pilotos foram parceiros da Brawn. Abriram mão daquilo que um trabalhador mais almeja na vida "bons salários" em detrimento do prazer de dirigir apostando no futuro da equipe. Isto sim é uma parceria de verdade. Os resultados vieram e tenho a certeza que a equipe Brawn nunca esquerá o que os dois pilotos fizeram por ela.Esteja onde estiver, a Brawn jamais irá esquecer do Barrichello.Postado às 13:32 do dia 07/11/2009 | Comentar este post
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Sábado, 31 de outubro de 2009 | 12:13
Domínio de Hamilton

Hamilton fez a pole e tem todas as condições objetivas para repetir esse gesto na primeira corida em Abu Dhabi. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Lewis Hamilton dominou os treinos para o GP de Abu Dhabi e larga na pole-position da última corrida do ano, confirmando sua recuperação na segunda metade da temporada.
O piloto da McLaren foi o mais rápido nas três sesões de classificação para a corrida, e com a preferência do carro para curvas de baixa e o auxílio do kers na longa reta do novo circuito é o favorito à vitória.
Hamilton chegou a correr o risco de perder a pole ao perder o controle do carro na primeira volta rápida, mas recuperou-se para assegurar a pole, merecida, no fim do treino.
A Red Bull colocou seus carros na segunda e terceira posições, com Vettel à frente de Weber. O piloto alemão, que disputa o vice-campeonato, ficou em excelente posição, ainda mais levando em conta que seu adversário direto nessa disputa, Rubens Barrichello, larga na quarta posição.
A Brawn fez quarto e quinto, com Barrichello e Button, fechando uma certa ordem natural das equipes em Abu Dhabi. A McLaren é a melhor e poderia ter garantido a primeira fila se Kovalainen não tivesse tido um problema de transmissão que o deixou de fora no Q2.
Red Bull e Brawn estão muito próximas, mas a equipe austríaca colocou seus dois carros à frente dos ingleses e leva vantagem com isso.
Jarno Trulli, da Toyota, andou forte desde o Q1, e ficou logo atrás das equipes favoritas, em sexto lugar. A dupla da BMW larga em sétimo (Kubica) e oitavo (Heiddeld); Rosberg sai em nono, e Sebastien Buemi, da Toro Rosso, repetiu o desempenho de Suzuka e Interlagos, e fecha os 10 primeiros do grid.
A Ferrari vê cada vez mais remotas as chances de ficar com o terceiro lugar entre os construtores, assim como Raikkonen dificilmente terá condições de lutar com Hamilton pelo quinto lugar no campeonato. O finlandês ficou fora no Q2 e larga na 11ª posição. Fisichella, por sua vez, voltou a ser o mais lento de todos e sai na última posição do grid. Esta é a primeira temporada desde 1993 em que a Ferrari não conquista uma só pole-position.
A Renault também teve uma péssima classificação, com Alonso largando em 16º, e Grosjean em penúltimo lugar.
Sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 15:49
Quem vai ficar com Button?

Button custaria à McLaren menos da metade do que a equipe teria que pagar por Haikkonen. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O zum-zum-zum sobre o futuro de Jenson Button continua a alimentar rumores na Fórmula 1. Apesar de ter conquistado o título mundial, o piloto inglês ainda não decidiu o seu destino, e a balança que já pendeu mais para sua permanência na Brawn agora se inclina para a McLaren.
Ross Brawn chegou a considerar que um acerto com Button estava 99% certo, mas seu parceiro no comando da equipe, Nick Fry, disse hoje em entrevista à BBC que estava 80% confiante de que Button permaneceria. A redução no percentual revela que um entndimento não parce tão próximo assim.
O chefe da Red Bull, Christian Horner, se disse surpreso pelo fato de Button ainda estar no mercado, e afirmou que se estivesse no lugar da Brawn seguraria logo o piloto, que é muito atraente para qualquer equipe.
É assim que parece pensar a McLaren, que desejava ter Kimi Raikkonen, mas pode contratar o atual campeão mundial por menos da metade do preço. Raikkonen ganhou 45 milhões de dólares em salários da Ferrari esse ano, enquanto Button, mesmo com o aumento pretendido, ficaria satisfeito se chegasse na casa dos 20 milhões de dólares.
Hamilton disse que não faz objeção ao nome de Button, e o inglês garante que ninguém no grid o assusta. Se a McLaren optar por Button, Raikkonen deve deixar a Fórmula 1, pois já declarou que depois da Ferrari, a escuderia inglesa é a única que lhe interessa.
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fabioSe for esperto, fica com a Brawn GP. Dividir a McLaren com Hamilton, não vai ser mole não. Vai penar feito o Fernando Alonso. Todos sabem que o Hamilton é o pupilo bancado pelo Ron Dennis. Então já viu, irá padecer no paraíso se topar essa parada.Postado às 13:36 do dia 07/11/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 15:15
Quiz#4 tem vencedora
As mulheres estão impossíveis e sabendo tudo de Fórmula 1. A vencedora do Quiz#4 do SpeedBlog foi Anelise de Carvalho, que vai receber, em seu endereço, uma mochila com brindes.
Anelise foi a primeira a responder corretamente que foi no Grande Prêmio da África do Sul, em 1973, que o BRM de Clay Regazzoni pegou fogo, após um acidente logo nas primeiras voltas, e que o piloto suíço foi salvo por Mike Hailwood, que então corria com Surtees.
Pelo ato de bravura de retirar Regazzoni, inconsciente, do carro em chamas, Hailwood recebeu várias condecorações, mas sempre encarou sua atitude com modéstia. Quando sua mulher leu os jornais no dia seguinte, narrando todo o esforço do marido para salvar Regazzoni, queixou-se que ele nem tinha contado para ela, ao que Hailwood respondeu: "Bombeiros fazem isso todos os dias."
Mike Hailwood morreu em 1981, aos 40 anos, em um acidente de estrada na Inglaterra, provocado pela manobra irregular de um caminhão.
Aguardem que novos desafios vêm aí.
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Arli RacegirlParabéns amigaaaaa!!Postado às 22:45 do dia 03/11/2009 AneliseOba!!!!!!!! Que linda a minha mochila!!!!!!!
Icekisses!!!!!!!!Postado às 21:50 do dia 03/11/2009 Willian FreitasAcertei também, mas não fui rápido o bastante.
Parabéns para a Anelise. :)Postado às 16:15 do dia 30/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 13:19
McLaren faz dobradinha

Raikkonen deixa o pit lane com a pista já totalmente iluminada com o cair da noite. Foto: Paul Gilham/Getty Images
A McLaren confirmou o bom acerto na pista de Abu Dhabi e a vontade de garantir o terceiro lugar entre os construtores ao fazer dobradinha no segundo treino livre no moderníssimo circuito de Yas Marina.
A surpresa foi Kovalainen à frente de Hamilton, com uma volta voadora no final do treino, com pneus macios. Kovalainen marcou 1m41s307, e Hamilton, 1m41s504.
Jenson Button e Sebastien Vettel, que tinham andado bem no primeiro treino, repetiram a performance e ficaram em terceiro e quarto lugares, respectivamente. Button fez 1m41s541, e Vettel, 1m41s591.
A surpresa do treino foi o japonês Kamui Kobayashi, da Toyota, que fez o quinto melhor tempo, com 1m41s636. Kobayashi, que já tinha deixado boa impressão no GP do Brasil, andou sempre entre os mais rápidos e se confirma um piloto extremamente veloz.
Sebastien Buemi, da Toro Rosso, que se destacara nos treinos das duas últimas corridas, em Suzuka e Interlagos, repetiu o desempenho e garantiu o sexto tempo, com 1m41s683.
Barrichello ficou com o oitavo tempo (1m41s831), uma posição atrás de Mark Weber, com 1m41s684. Na Ferrari, Kimi Raikkonen fez o 10º tempo (1m41s987), e Fisichella, o 17º (1m42s932).
No segundo treino livre, os pilotos experimentaram situação semelhante a que encontrarão na corrida, andando tanto com luz natural do dia, quanto com a luz artificial dos refeletores, já que a sessão entrou pelo anoitecer.
Sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | 10:59
Hamilton sai na frente
No primeiro treino livre na pista de Abu Dhabi, Lewis Hamilton foi o mais rápido e o único a quebrar a barreira de 1m44s. O piloto da McLaren, que gostou do circuito e prevê uma boa corrida no domingo, marcou 1m43s939.
Sob um calor de 34 graus, 47 graus na pista, a Brawn também andou bem, e Jenson Button ficou logo atrás de Hamilton, com 1m44s035.
Na disputa pelo vice-campeonato mundial, Sebastien Vettell levou ligeira vantagem sobre Barrichello. O piloto da Red Bull marcou 1m44s153, contra 1m44s207 do brasileiro.
Apesar da pista desconhecida e do asfalto novo, não houve nenhum incidente maior. Button e Kobayashi rodaram em setores diferentes do circuito, e Kovalainen deu uma escapada da pista.
Quinta-feira, 29 de outubro de 2009 | 20:27
Bruno Senna certo na Campos
A revista alemã Motorsport Magazin garante que Bruno Senna assinou contrato no último domingo com a Campos para a temporada de 2010. Segundo a publicação, Adrian Campos, o proprietário da equipe, acertou apoio financeiro com a província de Murcia, que desobriga Senna de levar seus próprios patrocinadores.
Senna já admitira que a Campos era a sua principal opção, mas. inicialmente, falava-se que a equipe espanhola precisava de dinheiro dos pilotos para garantir sua operação em 2010.
O anúncio oficial da Campos deverá ser depois do GP de Abu Dhabi, quando a equipe espera estar com sua dupla de pilotos definida. A intenção de Adrian Campos é contar com o espanhol Pedro de la Rosa, piloto de testes da McLaren, que levaria para a equipe a sua experiência para contribuir com o desenvolvimento do carro.
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fabioTodos nós sabemos que o Bruno acelera muito, mas, não tanto quanto se possa imaginar e nem mesmo igual ao seu Tio Airton. Não vamos apostar todas as nossas fichas neste primerio ano do Bruno na F.1. Agora, vamos torcer para que faça um bom campeonato de consistência e que tire o máximo de seu carro ainda incógnito. Tomara que se dê muito bem e que tenha um futuro bem legal na F.1.Postado às 13:20 do dia 07/11/2009 RaquelÓtima notícia!!Postado às 19:58 do dia 30/10/2009 | Comentar este post
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Quinta-feira, 29 de outubro de 2009 | 12:06
A grana dos pilotos

Kimi fatura US$ 45 milhões anuais. Foto: Getty Images
Arriscar a vida a 300 km por hora tem seu preço. Pesquisa feita por Tom Rubython, autor da biografia "A vida de Senna", divulgada hoje pela revista Arabian Business, mostra que os pilotos que correm na Fórmula 1 atualmente faturaram 130 milhões de dólares em salários este ano.
Kimi Raikkonen é disparado o piloto mais bem pago da categoria, com 45 milhões de dólares por ano. O finlandês é seguido por Lewis Hamilton, com 18 milhões de doletas anuais. Esta diferença pode complicar a ida de Raikkonen para a McLaren. A equipe teria que aumentar o salário de Hamilton, que é campeão como Raikkonen, ou reduzir o do ex-ferrarista, o que não é muito comum.
Quem viveu essa realidade de redução de salários foram os pilotos da Brawn, em nome da salvação da ex-Honda. Button. que conquistou o título mundial, ganhou "apenas" 5 milhões de dólares, e Barrichello levou 1 milhão de dólares no ano.
"Esses números são apenas salários básicos e não incluem patrocínios e outras rendas que podem superar em até três vezes estes valores", disse o autor da pesquisa à revista de negócios.
Quatro pilotos do atual grid aparecem sem renda por pagarem para correr : Adrian Sutil, Kazuki Nakajima, Romain Grosjean e Vitantonio Liuzi. Veja lista abaixo, com os pilotos que correm domingo em Abu Dhabi. Felipe Massa, naturalmente, está de fora. O salário do brasileiro este ano foi de 8 milhões de dólares.
Kimi Raikkonen US$ 45 milhões
Lewis Hamilton US$ 18 milhões
Fernando Alonso US$ 15 milhões
Nico Rosberg US$ 8,5 milhões
Jarno Trulli US$ 6,5 milhões
Sebastien Vettell US$ 6 milhões
Mark Weber US$ 5,5 milhões
Jenson Button US$ 5 milhões
Robert Kubica US$ 4,5 milhões
Heiki Kovalainen US$ 3,5 milhões
Nick Heidfeld US$ 2,8 milhões
Timo Glock US$ 2 milhões
Giancarlo Fisichella US$ 1,5 milhão
Sebastien Buemi US$ 1,5 milhão
Rubens Barrichello US$ 1 milhão
Jaime Alguersuari US$ 0,5 milhão
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WagnerMuito desproporcional a diferença entre Rubens e Jenson se comparado aos pilotos da RedBul Vettell e Weber. Pocha sou muito mais Rubens Barrichello agora faltou ai foi o salário do MASSA que deve ser melhor do que o do Kimi espero, mais de qualquer forma é muia grana viu..Postado às 00:20 do dia 31/10/2009 RaquelCoisa pouca, rssPostado às 16:42 do dia 29/10/2009 GabrielCARACA! Nunca imaginei que fosse tanta grana!
O Kimi ganha muito e nem é tao fenomenal assim. O Alonso é bem melhor que ele.
Surpresa também para o fato do salário do Button ser tão maior que o do Barrichello. Até esse ano, ele nunca tinha se revelado tããããão brilhante.Postado às 13:00 do dia 29/10/2009 | Comentar este post
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Quinta-feira, 29 de outubro de 2009 | 11:14
Bate-boca e ultrapassagens

Trulli voltou a se desentender com Sutil sobre acidente no Brasil. Foto: Getty Images
Jarno Trulli (Toyota) e Adrian Sutil (Force India) bateram boca durante a coletiva de imprensa da FIA, nesta quinta-feira, em Abu Dhabi, ainda sobre o acidente entre os dois no GP do Brasil, e os pilotos da Fórmula 1 acham que as regras precisam ser definidas.
Com a confusão entre os dois e outros episódios semelhantes ao longo do ano, os pilotos vão conversar com o diretor de corrida, Charles Whitting, para que esclareça o que é permitido ou não durantes as manobras de ultrapassagem.
Nico Rosberg, que hoje anunciou sua saída da Williams, acha que os pilotos estão sendo muito agressivos ao defender posições. No GP do Brasil, além do acidente entre Trulli e Sutil, outros ocorreram com Weber e Raikkonen, Barrichello e Hamilton, e Kobayashi e Nakajima. Todos com o piloto da frente tentando segurar suas posições.
"Barrichello, Weber e Kobyashi fizeram exatamente a mesma coisa. Com Weber, Raikkonen perdeu sua asa dianteira, e com Kobayashi, Nakajima teve uma tremenda saída de pista que poderia ter tido consequências muito piores", disse Rosberg, acrescentando que acidentes como esses podem ferir pilotos e comissários de pista.
Para Rosberg, ese tipo de conduta começou com Michael Schumacher, em Spa, em 2000, quando Mika Hakkinen tentava ultrapassá-lo e o alemão jogou-o para fora da pista. "Quando o cara atrás tomou a decisão de passar, e o que está à frente muda sua posição, isso é muito perigoso. Você não pode fazer isso."
Fernando Alonso, que foi vítima indireta do acidente entre Trulli e Sutil em Interlagos, concorda que é preciso esclarecer os padrões de conduta nessas manobras. "Eu vi tudo mais ou menos, porque havia alguns carros entre nós. Mas acho que no briefing de amanhã nós vamos discutir isso com mais profundidade."
Quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 12:55
Uma volta virtual em Abu Dhabi
Essa volta virtual no novo circuito de Abu Dhabi dá um gostinho do que será a primeira corrida de Fórmula 1 no local. São em simuladores da pista que os pilotos vêm se preparando para a corrida.
A volta virtual acontece de dia, mas no domingo a largada será à tarde e a corrida entrará pelo anoitecer. As luzes estarão acesas desde o início para não atrapalharem os pilotos quando escurecer.
Quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 12:24
McLaren quer título da segunda metade do campeonato
A McLaren quer consolidar em Abu Dhabi o título da segunda metade da temporada. Se nas primeiras oito provas, Jenson Button foi o piloto que mais marcou pontos, nas últimas oito, a partir do GP da Alemanha, o domínio foi de Lewis Hamilton.
O piloto da McLaren fez 40 pontos, incluindo duas vitórias, na Hungria e Cingapura. Depois de penar na primeira metade do campeonato, quando a McLaren não tinha um carro competitivo, Hamilton mostrou toda a sua categoria nas últimas oito provas e colocou a equipe à frente da Ferrari na disputa do título de construtores, que se decidirá em Abu Dhabi.
Coincidentemente, nesta mesma fase do campeonato Kimi Raikkonen também apareceu, marcando 38 pontos, e sustentando sozinho a Ferrari na luta pelo terceiro lugar entre os construtores. A Ferrari chega a Abu Dhabi apenas um ponto atrás da McLaren, mas será muito difícil superar a equipe inglesa, já que conta apenas com Raikkonen, enquanto a adversária tem seus dois pilotos em condição de pontuar.
Giancarlo Fisichella, que substituiu Luca Badoer a partir do GP da Itália, não pegou a mão do F60, e tem pouquíssimas chances de conseguir um bom resultado no novo circuito de Yas Marina.
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GabrielContar com o Fisichella é a mesma coisa que esperar que o Grosjean pare de rodar ! Pode esquecer!Postado às 13:03 do dia 29/10/2009 MairÉ título de consolação. Mas para a McLaren tem o significado de que a equipe encontrou o caminho do carro, que não mudará tanto para 2010. O regulamento não sofrerá mais nenhuma mudança radical, como a do ano passado para esse, e só será preciso fazer um tanque de combustível maior pelo fim do reabastecimento. Acho que eles voltam ao pareo ano que vem.Postado às 19:10 do dia 28/10/2009 Jorge Pezzolomas isso vale muito pouco pra 2010, alguns anos atrás a Honda era a equipe que mais tinha pontuado na segunda metade, acho que em 2006, e em 2007 foi um desastre...Postado às 13:51 do dia 28/10/2009 | Comentar este post
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Quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | 11:22
Alonso: despedida emocionada

Alonso afirma estar emocionado em despedir-se da Renault. Foto: Getty Images
Faltando apenas uma etapa para o fim da temporada 2009, o bicampeão Fernando Alonso prepara-se para trocar a Renault pela Ferrari, onde pretende encerrar sua carreira. O piloto espanhol adimitiu ao site da revista Autosport que o fim de semana em Abu Dhabi será de grande emoção por despedir-se da escuderia francesa.
"Será uma corrida emocionante pois levo grandes recordações graças a este time e estou deixando para trás muitos amigos", afirmou. "Eu adoraria encerrar a temporada e minha passagem pela Renault com um bom resultado".
Alonso conquistou seus dois títulos mundiais pela Renault, nas temporadas de 2005 e 2006. Após sua breve e conturbada passagem pela McLaren em 2007, o piloto retornou è equipe francesa, sendo anunciado, em setembro deste ano, como novo piloto da Ferrari.
"A Renault é uma das maiores equipes da Fórmula 1 e estou animado em poder disputar contra eles nos próximos anos", acrescentou.
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Terça-feira, 27 de outubro de 2009 | 10:36
Perda de identidade

O novo circuito de Abu Dhabi é dominado por um gigantesco hotel que se iluminará quando a noite chegar à corrida. Foto: Divulgação
A Fórmula 1 se encaminha para a última etapa da temporada no moderníssimo circuito de Abu Dhabi, uma dessas extravagâncias que o dinheiro do petróleo e o absolutismo dos sheiks árabes permite construir em meio ao deserto.
A nova pista possui um hotel cinco estrelas que se ilumina de várias cores durante a noite, uma saída dos boxes sob um túnel em curva, boxes com ar condicionado e barreiras de poliuretano para absorver choques, já que não existem grandes áreas de escape.
Tudo tecnologicamente de primeira, embora falte um elemento essencial: tradição. A Fórmula 1 ruma para a Ásia e Oriente Médio à custa de importantes provas européias que ajudaram a construir a história da categoria e do automobilismo. A França, onde se realizou a primeira corida de carros da história, já está de fora do calendário. E agora, quem corre risco é a Inglaterra, sede da maior parte das escuderias.
A tentativa de um acordo com Donington Park parece rumar para o fracasso, e Silverstone gostaria de se manter como sede do GP inglês, mas esbarra nos altos valores cobrados por Bernie Ecclestone.
O todo-poderoso da Fórmula 1 não enxerga crises econômicas e vai onde o dinheiro está, pouco se importando com as tradições da categoria. Nessa balada, vai chegar o dia em que a F1 deixará de ter escuderias como Ferrari, McLaren e Williams para ser dominada por Qadbacks e outros investidores. Poderá contar com muito dinheiro, mas terá perdido toda a sua identidade.
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Segunda-feira, 26 de outubro de 2009 | 15:28
Quiz #4
Nova edição do Quiz SpeedBlog! Mais uma chance para os fãs da Fórmula 1 provarem que sabem muito sobre o esporte e ainda concorrerem a um prêmio exclusivo. Desta vez, o vencedor levará uma linda mochila recheada de brindes!
Vale lembrar, novamente, que as respostas não deverão ser publicadas pelos comentários, que serão deletados e desconsiderados. Elas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail quiz@speedblog.com.br, juntamente com o nome completo, telefone e endereço do participante. Após o recebimento das respostas, será enviado um e-mail de confirmação. Vence aquele que enviar a resposta certa primeiro.
O novo desafio tem início hoje e as respostas deverão ser enviadas até dia 29 de outubro. O resultado será divulgado na próxima sexta-feira, 30.
Quiz #4:
Logo nas primeiras voltas de um grande prêmio nos anos 70, houve um grave acidente, que envolveu vários pilotos, entre eles o suíço Clay Reggazzoni. Seu carro pegou fogo e Reggazzoni desmaiou no cockpit. Sua vida foi salva por outro piloto que enfrentou bravamente as chamas para retirá-lo do carro. Que grande prêmio foi esse, em que ano, qual o carro de Reggazzoni e quem foi o piloto que o salvou?
Enviem suas respostas para quiz@speedblog.com.br. Boa sorte!
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Segunda-feira, 26 de outubro de 2009 | 10:04
Piquet: Nelsinho não fez pior do que Senna

Piquet exige desculpas da Renault. Foto: Getty Images
O tricampeão mundial Nelson Piquet disse à publicação alemã Auto Motor und Sport não entender a celeuma em torno do acidente proposital provocado por seu filho, Nelsinho Piquet, no GP de Cingapura de 2008.
Embora considere errado o que Nelsinho fez, Piquet afirmou que o também tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna fez coisa semelhante sem tanta condenação. "Ayrton Senna venceu dois campeonatos assim. Em 1983, ele venceu o campeonato inglês de Fórmula 3 jogando o carro sobre o do rival Martin Brundle. E em 1990, ele se tornou campeão mundial de Fórmula 1 após jogar Alain Prost para fora da pista deliberadamente."
Piquet exige agora que a Renault peça desculpas publicamente por ter apoiado a intenção de Flavio Briatore de processá-lo junto com o filho por calúnia e extorsão. "A Renault tem duas semanas. Se nada acontecer nesse prazo, haverá uma ação legal", ameaçou.
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EdwardNa minha opinião ele tem o mesmo problema do Pelé. Os dois sempre precisam que os holofotes estejam apontados para eles.Postado às 00:44 do dia 29/10/2009 Cristiano TorresCaros amigos,
Sou fã do tri-campeão Nélson Piquet, mas parece que ele não consegue superar o recalque em relação à Senna. Tudo que é assunto ele acha de alfinetá-lo. Tá pagando a língua com o filho, infelizmente. Talvez ele não saiba dar valor a si mesmo, pois suas conquistas foram conquistadas com méritos dentro de um ambiente de muita competição, rivalidade e muitos segredos, assim como ocorreu com Ayrton Senna. Ficar comparando um com o outro é besteira, cada um te o seu valor.Postado às 15:45 do dia 27/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 23 de outubro de 2009 | 15:54
Problemas no servidor
Pessoal, o SpeedBlog está com alguns problemas no servidor. Estamos tentando solucioná-los e a expectativa é de que tudo volte ao normal ainda durante o fim de semana. Fiquem ligados, voltaremos a qualquer momento!
Sexta-feira, 23 de outubro de 2009 | 13:09
Hamilton e Button podem correr juntos

Hamilton e Button juntos na McLaren travariam um duelo para saber quem é o melhor piloto inglês da atualidade. Foto: Clive Mason/Getty Images
O tablóide britânico The Daily Mail saiu hoje com uma matéria exclusiva sobre um "plano secreto" para um "dream team" britânico na McLaren, reunindo Lewis Hamilton e Jenson Button. Os tablóides são jornais sensacionalistas, que devem ser lidos com reservas, mas a reportagem trouxe alguns dados consistentes, que tornariam o fato viável.
O mais forte deles foi o fato de o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh, não desmentir a matéria, embora com uma declaração meio vaga. "Temos conversados com muitos pilotos. Não seria apropriado dizer mais do que isso agora. Nós teremos os dois melhores pilotos disponíveis, como sempre tivemos", disse ele ao Mail.
De acordo com o jornal, a formação da dupla britânica seria bem recebida pela Vodafone, a principal patrocinadora da McLaren, que despeja 50 milhões de libras (cerca de 75 milhões de dólares) por ano na equipe. Uma fonte do jornal, próxima à Vodafone, disse que "qualquer equipe gostaria de ter dois campeões mundiais em seus carros".
Button até agora não chegou a um acordo com a Brawn. O campeão mundial estaria pedindo 6 milhões de libras (9 milhões de dólares) mais despesas, o que a equipe não estaria disposta a dar. Para a McLaren, que paga 15 milhões de libras (22 milhões de dólares) por ano a Hamilton, essa cifra não seria problema.
A história é sensacional e seria interessante para a Fórmula 1. Mas existem algumas questões aí. Primeiro, como estaria a negociação entre a McLaren e Kimi Raikkonnen? O finlandês também é campeão mundial e atrairia muito interesse para a equipe. O que foi ventilado é que Raikkonen pediu muito alto, e a McLaren estaria hesitando em pagar tanto. Outro fator contra Raikkonen é que Hamilton não gostaria de ter um competidor tão forte dentro da própria equipe. Como Hamilton é o queridinho da equipe, é possível que sua opinião seja levada em conta.
Restaria saber o que Hamilton acha de ter Button no outro cockpit da McLaren. Seria uma disputa direta sobre quem é o melhor piloto inglês da atualidade, o que pode gerar uma rivalidade perigosa. Outra questão a ser considerada é a de dois pilotos da mesma nacionalidade numa mesma equipe. À exceção dos motores Mercedes, a McLaren se tornaria um puro sangue inglês, o que não costuma ser bem visto por patrocinadores globais.
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Sexta-feira, 23 de outubro de 2009 | 11:56
A eleição de Todt
Jean Todt foi eleito presidente da FIA com 135 votos, contra 49 de Ari Vatanen. Isso não deve significar nada em termos de mudança para o automobilismo. Todt era o candidato do establishment, com apoio do atual presidente, Max Mosley, em cuja gestão aconteceram os maiores escândalos da Fórmula 1. Todt entende mais do riscado que Mosley. Foi campeoníssimo chefe de equipe tanto em rali, quanto na Fórmula 1. Tem uma vivência no mundo das corridas mais intensa para saber o que precisa ser mudado. Resta saber se tem interesse e apoio para tanto.
Quinta-feira, 22 de outubro de 2009 | 16:00
Agradecimento de um campeão

Jenson Button fez um brinde aos funcionários da Brawn GP, agradecendo pelo árduo trabalho de todos. Foto: divulgação
O campeão mundial Jenson Button esteve hoje na sede da Brawn GP, em Brackley, comemorando o título da Fórmula 1 com os funcionários da fábrica. De acordo com o site oficial da equipe, Button fez um discurso emocionado e, com um brinde pelo sucesso da equipe, agradeceu a contribuição de todos na conquista pelo título de pilotos, além da vitória no campeonato de construtores.
"Trabalhamos arduamente em busca destas conquistas por muitos anos. Sei que existiram muitas dificuldades, mas juntos produzimos um carro excepcional para esta temporada", ressaltou. "Celebrar estas conquistas com vocês hoje significa muito para mim. Obrigada pela grande contribuição de todos para nosso sucesso".
O piloto inglês também lembrou da má fase que sofreu no campeonato e agradeceu ao companheiro de equipe Rubens Barrichello e ao chefe da equipe, Ross Brawn, chamando-o carinhosamente de "Big Bear", ou Grande Urso.
"Rubens nos deu duas importantes vitórias em Valencia e Monza, uma importante forma de melhorar nossa moral e provar o quão rápido nosso carro era. Tivemos também um fantástico líder em Ross. Big Bear não pode estar hoje aqui mas sei que quando estiver de volta, ele celebrará com todos vocês".
Quinta-feira, 22 de outubro de 2009 | 8:24
Renault à venda?
De acordo com a publicação suíça Motorsport Aktuell, a Renault estaria considerando vender a sua equipe de Fórmula 1, baseada em Enstone, nos subúrbios de Oxford, na Inglaterra, e se manter na categoria apenas como fornecedora de motores.
Dois possíveis compradores já teriam manifestado interesse: Gerard Lopez, co-fundador da empresa de capital de risco Mangrove, que teria ganho muito dinheiro com a venda do Skype para o Ebay, e Andrej Krajnic, ligado à gigante da telefonia Megafon, terceira maior operadora móvel da Rússia, atual patrocinador da Renault.
A entrada do empresário russo na Fórmula 1 poderia abrir espaço para Vitaly Petrov, vice-campeão da GP2, cujo nome tem sido ligado às equipes estreantes, principalmente a Campos Meta.
O estranho da notícia seria a Renault ter contratado Robert Kubica para deixá-lo na mão. Mesmo que o polonês tivesse lugar assegurado na nova equipe, com motores Renault, ela não seria a mesma coisa que uma equipe de fábrica
Quarta-feira, 21 de outubro de 2009 | 19:06
Honda perde, Virgin ganha
No saldo de quem ganhou e quem perdeu em 2009, a Honda já aparece como a maior prejudicada, por ter passado adiante a equipe na hora em que ela se tornou vencedora; e a Virgin, como a que mais faturou, já que estampou sua marca nos carros da Brawn por uma pechincha em termos de Fórmula 1.
Depois de nove anos na F1 sem muito sucesso, gastando 1,5 bilhão de dólares, a Honda decidiu deixar o negócio ano passado, preocupada com os efeitos da crise financeira global. Ross Brawn, que era chefe da equipe desde o início de 2008, avisou aos japoneses que as perspectivas para 2009 eram boas, mas mesmo assim não os convenceu.
Além de faturar os títulos de piloto e de construtores, a Brawn GP, comprada a preço de banana da Honda, teve uma exposição de sua marca equivalente a 255 milhões de dólares.
Quem aproveitou esse barco foi Richard Branson, da Virgin. Ele fez um contrato com a Brawn de 400 mil dólares por corrida, que teria rendido 50 milhões de dólares pela exposição da marca na mídia durante todo o campeonato. Branson reconheceu que as condições em que assinou com a Brawn foram extraordinárias e que não se repetiriam agora.
"A Virgin adora apoiar os menos favorecidos, mas a Brawn é agora uma das mais caras equipes", disse Branson, que ficou de anunciar sua participação na Fórmula 1 em 2010 depois do GP de Abu Dhabi.
A versão mais corrente é que Branson comprará a estreante Manor Grand Prix, que passará a se chamar Virgin Racing.
Quarta-feira, 21 de outubro de 2009 | 11:36
Di Grassi na Manor (Virgin)
Mal acabara de escrever sobre a "temporada de caça" (abaixo) e li no site da Autosport portuguesa que Lucas di Grassi já teria assinado contrato para correr pela Manor (Virgin) em 2010.
O texto é assinado por Luis Vasconcelos, jornalista que conheci no final dos anos 80 e tem experiência suficiente para não embarcar em furadas. Ele conta que Lucas di Grassi teve seu nome defendido por Christian Silk, que trabalhou com o brasileiro na Renault.
A Autosport portuguesa ouviu Di Grassi, que foi reticente: "Tenho as coisas muito bem encaminhadas para correr na F1 em 2010". A revista diz que a Manor decidiu correr com dois pilotos estreantes e fala no nome do português Álvaro Parente como preferido de Nick Wirth, o diretor técnico da equipe inglesa.
Essa dupla me parece muito pouco provável, mas seria necessário saber quanto cada piloto aportaria de recursos para a equipe, mesmo que ela venha a se transformar em Virgin Racing e não tenha problemas financeiros de estreante.
Di Grassi fará um teste pela Renault em dezembro e não descartaria a equipe francesa, caso fosse o escolhido, por uma estreante que lhe daria menos chances de bons resultados. Mas como sabe que a disputa pelo cockpit da Renault será renhida, pode estar antecipando seu futuro para garantir o sonho de correr na F1.
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Quarta-feira, 21 de outubro de 2009 | 11:00
Temporada de caça
Encerrada a disputa do campeonato, embora ainda falte uma etapa, aumenta a busca dos pilotos por um lugar em 2010 e, consequentemente, a temporada de especulações, que os ingleses chamam "silly season" de tanta notícia furada que circula.
Normalmente, essa fase começa mais cedo, por volta do GP da Itália, em Monza, mas esse ano demorou um pouco mais e só deve ganhar força mesmo após a corrida de Abu Dhabi. Metade dos pilotos está sem emprego e a tendência natural é que busquem os melhores lugares disponíveis.
Com Ferrari e Red Bull definidas, o melhor cockpit para 2010 seria o de companheiro da Lewis Hamilton, na McLaren. A equipe deseja Kimi Raikkonen, mas o inglês não gosta muito da idéia de um competidor tão forte. Do movimento de Raikkonen dependerá o futuro de muita gente.
Depois da McLaren, outro lugar atraente está na Renault, que só definiu Robert Kubica como piloto para 2010. Disputam essa posição até agora pelo menos sete pilotos: Nick Heidfeld, Timo Glock. Adrian Sutil, Jarno Trulli, Franck Montagny, Lucas di Grassi e Bruno Senna.
Por aí dá para sentir como será dura a disputa por um lugar na F1 em 2010. Com a saída da BMW e a incerteza quanto à Toyota, o quadro se agrava ainda mais. Assim que as grandes escuderias se definirem, começará a caça pelos lugares menos atraentes nas equipes estreantes.
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Terça-feira, 20 de outubro de 2009 | 17:01
Bruno e Di Grassi vão testar Renault
Os brasileiros Bruno Senna e Lucas di Grassi irão participar em um dos três dias de testes pós-temporada da Renault, que usará as sessões para definir quem será o companheiro de Robert Kubica em 2010.
Senna e Di Grassi não serão os únicos convidados da Renault, mas se conseguirem um bom desempenho, um deles poderá substituir Romain Grosjean, que não agradou a equipe, e não teria chegado à Fórmula 1 se não fosse pupilo de Flavio Briatore.
Segundo a Autosport, além da Renault, Senna continua em tratativas com a Campos e a Manor, e está otimista em ter uma boa idéia de seu futuro em duas semanas.
"Nós estamos falando com a maioria das equipes novas, menos a USF1, e com algumas das atuais equipes. Mas as maiores chances estão com as novas equipes, e é nelas que estamos focando mais", afirmou Bruno Senna à revista inglesa.
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Terça-feira, 20 de outubro de 2009 | 12:58
Pergunte ao Schumi

Schumi responderá questões de fãs. Foto: Shell motorsports
Quem nunca sonhou em fazer uma pergunta a um ídolo? O site da Shell Global está oferecendo esta oportunidade aos fãs do heptacampeão mundial de F1 Michael Schumacher. Para participar é simples. Basta entrar neste link e preencher seus dados em um formulário, enviando também a pergunta que gostaria que Shumi respondesse. As seis questões escolhidas serão respondidas por vídeo. O resultado sai no dia 9 de novembro.
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Terça-feira, 20 de outubro de 2009 | 12:01
O fator Kobayashi

Kobayashi deu trabalho a Button em Interlagos e é candidato a um lugar na Toyota em 2010. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A boa atuação de Kamui Kobayashi no Grande Prêmio do Brasil pode ser a tábua de salvação da Toyota para se manter no orçamento da montadora japonesa e prosseguir suas atividades na Fórmula 1 em 2010.
A Toyota não vem obtendo nas pistas resultados correspondentes à montanha de dinheiro que a montadora despeja anualmente, e com a crise finaceira global o futuro da equipe na F1 ficou ameaçado.
Por conta do acidente de Timo Glock nos treinos em Suzuka, a Toyota teve a chance de promover para seu cockpit o japonês campeão da GP2 Ásia. Mesmo sem andar com o carro desde fevereiro, quando participou dos testes de inverno na Europa, Kobayashi se saiu bem, principalmente em Interlagos, onde sua atuação impressionou muita gente.
Alguns pilotos, como Jenson Button, reclamaram do japonês, mas ele não colocou Button em risco em nenhum momento, e apenas defendeu sua posição quando estava na zona de pontuação. A possibilidade de ter um japonês em um dos carros em 2010 pode influenciar positivamente a diretoria da Toyota, que tem reunião marcada para 15 de novembro.
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Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 | 16:27
Brawn já vale US$ 255 milhões
A exposição da marca Brawn GP em 2009 valeu pelo menos 255 milhões de dólares, segundo a empresa de análise de mídia Margaut Matrix, que desde 2005 monitora o valor de cada marca que aparece nas transmissões das corridas de Fórmula 1.
O resultado foi verificado confrontando a transmissão das primeiras 15 corridas com as tarifas publicitárias de 18 países, disse o site F1SA. Os carros da Brawn apareceram em aproximadamente 9 horas dessas transmissões, mais do que a Ferrari e três vezes mais do que a Honda em 2008, a quem a Brawn sucedeu.
Se considerarmos que a avaliação da Margaut Matrix não incluiu o GP do Brasil, no qual a Brwan conquistou o título de construtores e Jenson Button foi o campeão de pilotos, a cifra será ainda mais elevada até o fim da temporada.
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Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 | 16:00
Um inglês em lágrimas
Ross Brawn é um cara meio durão, que passa uma imagem até meio blasé em relação às vitórias, mas a conquista do Mundial de Fórmula 1 com uma equipe que leva o seu nome o desmontou.
Neste vídeo postado no you tube, Brawn nem consegue completar a resposta de que ainda vai levar um tempo antes de realizar o significado da conquista, e começa a chorar. "Especial, muito especial", fala com a voz embargada.
O dono da equipe campeã elogia os trabalho feito pelos funcionários da equipe, em Brackley, durante o inverno europeu, que resultou num carro excepcional durante a primeira metade da temporada.
Por fim, elogia Jenson Button, a quem classifica de piloto fantástico. Brawn reconhece que a equipe perdeu um pouco o ritmo em relação aos outros competidores, e que Button segurou as pontas na segunda metade do campeonato. "Ele merece tudo o que conquistou", diz sobre o novo campeão mundial.
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GutoMuito interessante esse video!! deve ser uma sensação única mesmo!!! Parabéns a Ross e toda equipe Brawn!!Postado às 12:09 do dia 20/10/2009 | Comentar este post
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Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 | 14:56
Nem tão novata assim

O sucesso da Brawn GP em 2009 remonta a uma estrutura que vem desde à extinta Tyrrell, e que Ross Brawn teve o mérito de tornar vencedora. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Muita gente pergunta como uma equipe estreante pode ser campeã mundial de Fórmula 1, como aconteceu com a Brawn este ano, que conquistou os títulos de piloto e de construtores.
Realmente não é tarefa fácil, mas a Brawn não é propriamente uma novata, como serão as equipes que vão estrear em 2010. A Brawn GP não partiu do zero em termos de montar estrutura, arregimentar pessoal e construir um carro.
A origem da Brawn GP remonta à antiga Tyrrell, que viveu tempos gloriosos nos anos 70, com os títulos mundiais de Jackie Stewart. Ao fim de 1998, a Tyrrell foi vendida para a British American Racing, equipe montada pelo escocês Craig Pollock, que teve muito dinheiro do patrocinador, a British American Tobacco, para criar uma estrutura forte.
É do tempo da BAR, que teve entre seus pilotos o brasileiro Ricardo Zonta, a criação do quartel general herdado pela Brawn, em Brackley, na Inglaterra, uma estrutura moderníssima, equivalente à das principais equipes da Fórmula 1.
Em 2006, a Honda assumiu o controle integral da BAR, mas sem sucesso nas pistas acabou anunciando a sua retirada da Fórmula 1 ano passado. Ross Brawn teve o mérito de montar a engenharia capaz de comprar essa estrutura e levá-la ao título mundial.
Com pouco patrocínio, dispensou um terço dos funcionários de Brackley e manteve a dupla de pilotos da Honda, Jenson Button e Rubens Barrichello, com significativa redução de salários.
Seria correto dizer que Ross Brawn foi o cara certo na hora certa. Como engenheiro, conseguiu fazer um carro que aproveitou o máximo do novo regulamento e foi absoluto por meia tempoprada. E como chefe de equipe, usou sua experiência de sucesso na Benetton e na Ferrari, pelas quais conquistou vários títulos mundiais, para tornar vencedora uma estrutura enxuta, o que a BAR e a Honda não tinham conseguido fazer com muito mais dinheiro.
Domingo, 18 de outubro de 2009 | 15:37
Água fria
Barrichello gastou sua sorte no sábado, e com uma corrida cheia de problemas acabou em oitavo lugar, frustrando a torcida brasileira, que começou a deixar o autódromo antes do fim da prova.
Button, com uma corrida consistente, chegou em quinto lugar e finalmente garantiu o título que lhe parecia fugir. Para os brasileiros foi um "revival" do ano passado, quando Hamilton chegou em quinto, como Button, e ganhou o título.
A água no chopp foi acentuada com o pódio dividido entre três pilotos que sequer disputavam o título: Mark Weber, Robert Kubica e Lewis Hamilton.
Com o resultado, a Brawn assegurou os títulos de pilotos e construtores, o primeiro de uma equipe na história da Fórmula 1, à exceção do primeiro ano da categoria, quando todos eram estreantes.
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Lucas AmorimEu discordo do outro comentário! Barrichello fez o que podia, não tem nada a ver com sorte! A vantagem de Button era grande, as chances eram poucas... O problema é que a torcida foi tanta que acabaram esquecendo desse importante detalhe!!Postado às 10:08 do dia 21/10/2009 RaquelE, novamente, Rubinho não teve sorte...Postado às 11:51 do dia 19/10/2009 | Comentar este post
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Domingo, 18 de outubro de 2009 | 12:26
Duro aprendizado
Giancarlo Fisichella tem sempre destacado a dificuldade de adaptação ao atual carro da Ferrari, e se não bastasse isso ainda levou azar no treino de classificação para o Grande Prêmio do Brasil.
Em visita ao hospitality center da Shell em Interlagos, Fisichella contou que ao perder o controle do carro no Q1 por conta de uma aquaplanagem, esbarrou sem querer no botão que corta o motor e ficou fora da sessão.
O incidente, além de deixá-lo na última fila do grid, lhe tirou a oportunidade de andar mais com o carro e se adaptar melhor. Esta será a quarta corrida de Fisichella na Ferrari, desde que substituiu Luca Badoer, no GP da Itália.
Ano que vem, Fisichella será terceiro piloto da Ferrari, mas ainda examina a possibilidade de guiar para outra equipe. Um dos pilotos mais experientes da Fórmula 1, com 229 grandes prêmios disputados e três vitórias, Fisichella poderá ser últil a uma das novas equipes que estrearão em 2010 e que precisam de alguém capaz de ajudá-las no desenvolvimento dos carros.
Domingo, 18 de outubro de 2009 | 10:10
Santo forte
O dia amanheceu chuvoso em São paulo, mas agora faz um lindo sol em Interlagos, com céu azul e nenhuma nuvem ameaçadora à vista. Essa mudança no tempo é ideal para Barrichello, que desde que chegou para o GP do Brasil disse que preferia correr com pista seca.
Largando na frente, Barrichello não precisa mais da chuva para igualar uma corrida, que seria útil se estivesse em desvantagem. Corrida na chuva é sempre perigosa, com risco de acidentes e paralisações que podem tirar toda a vantagem do líder.
Em Interlago, é comum o tempo virar e a meteorologia prevê chuva na parte da tarde. Mas o santo do brasileiro está tão forte até agora que é bem capaz de a chuva só cair depois da bandeirada quadriculada.
Domingo, 18 de outubro de 2009 | 10:03
Brawn já fala de final em Abu Dhabi
Se Jenson Button saiu furioso do treino de sábado pro sua diferença para Barrichello, o dono da escuderia, Ross Brawn, não se mostrou preocupado e até manifestou o desejo de que a decisão do título fique para Abu Dhabi.
"Seria fantástico se a final fosse para Abu Dhabi entre Jenson e Rubens", disse Brawn, que cororaria assim uma fantástica temporada de estréia da sua equipe, que liderou o campeonato desde a primeira etapa e ainda teria o luxo de ter apenas sua dupla de pilotos disputando o título.
A suposição de Brawn ganhou força com a má colocação de Sebastien Vettel no grid, o que pode eliminá-lo definitivamente da disputa.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 19:06
Estratégia vai ser tudo
Barrichello reconheceu depois do treino que não tinha carro para fazer a pole e que provavelmente estava mais leve que Weber e Sutil. Mas ressaltou que o mais importante era largar na frente.
Mas para manter essa vantagem, Barrichello terá que trabalhar muito bem a estratégia de paradas de acordo com as condições da prova. Ross Brawn é mestre nas táticas de corrida e precisa ajudar seu piloto a vencer essa prova.
Uma vitória de Barrichello, dependendo da classificação de Button, complicará muito a vida do inglês na última etapa. A corrida de amanhã será uma boa oportunidade para testar o profissionalismo de Brawn e seu compromisso de garantir a igualdade entre seus pilotos enquanto tivessem condições de lutar pelo título.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 18:30
Interlagos water planet
O treino de hoje à tarde em Interlagos foi um dos mais espetaculares dos últimos tempos, com muito suspense e emoção por causa da chuva e da pole-position de Barrichello no final.
O Q1 começou com chuva forte, e logo aos 5 minutos de treino Fisichella rodou e ficou parado na pista, provocando a bandeira vermelha. Até esse momento, apenas sete pilotos tinha feito tempo e a direção da corrida decidiu que a sessão só seria retomada quando as condições melhorassem.
Quando a pista foi reaberta, ainda sob chuva, ficou claro que muitos pilotos teriam dificuldades, mas ninguém poderia imaginar que entre os primeiros eliminados estaria a dupla da McLaren, Hamilton e Kovalainen, e, principalmente, um dos candidatos ao título, Sebastien Vettel.
O alemão saiu furioso do carro, jogou o volante sobre a carenagem e nem foi falar com os jornalistas, como prevê a FIA. Depois de extravasar a tensão, disse que estava frustrado por largar tão atrás, que torceria por um tempo instável durante a corrida para ter alguma chance de obter resultado.
Emoções ainda maiores estavam reservadas para o Q2. A sessão novamente começou sob chuva forte, e logo aos 3 minutos, Liuzzi bateu forte no muro da reta principal e destruiu a traseira de sua Force India. Nova bandeira vermelha, sem ninguém ter marcado tempo.
O safety car foi quatro vezes à pista verificar as condições até liberá-la para a continuidade da sessão 1 hora e 11 minutos depois da interrupção. Os pilotos voltaram à pista com pneus de chuva, e Rosberg, que fora o mais rápido no Q1, repetiu o resultado.
Barrichello fez um bom tempo, e Button não se encontrou, ficando fora do último treino antes mesmo do fim do Q2. Nos últimos minutos, com a redução da chuva, alguns carros colocaram pneus intermediários e foram superando Barrichello, que por pouco também não ficou fora da super pole. Barrichello entrou no gargalo, na 10ª e última posição. "Rezei muito, pois sabia que o carro seria bom no final", comentou o brasileiro.
O Q3 começou com a melhor condição de pista do dia e todo mundo caçando pneus intermediários. Barrichello e Weber travaram um duelo espetacular pela pole-position, que o brasileiro garantiu no final por uma vantagem de 92 décimos de segundo.
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Sábado, 17 de outubro de 2009 | 17:38
Melhor impossível

Barrichello festejou como nunca a pole que lhe deixa na melhor posição para vencer pela primeira vez o GP do Brasil. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Se alguém imaginasse um cenário favorável a Barrichello neste Grande Prêmio do Brasil, ele não seria tão perfeito quanto o que se definiu após o treino oficial de hoje. O piloto brasileiro não apenas fez a pole-position, como viu seus adversários diretos na luta pelo título, Jenson Button e Sebastien Vettel, eliminados no Q2 e no Q1, respectivamente.
Enquanto Barrichello larga sem ninguém na frente, Button sai em 14º, e Vettel, em 16º. Ou seja, em condições normais, Barrichello tem tudo para conseguir um bom resultado, quiçá a tão esperada vitória no Brasil, e levar a decisão do Mundial de Fórmula 1 para a última etapa, em Abu Dhabi.
Uma vitória de Barrichello amanhã sem que Button marque pontos, reduziria diferença entre os dois para apenas quatro pontos, tornando a decisão em Abu Dhabi totalmente imprevisível e com vantagem psicológica para o brasileiro, que teria conseguido evitar o que parecia certo para o inglês.
Barrichello deixou o treino em êxtase s ob a ovação da torcida que permaneceu nas arquibancadas mesmo com toda a chuva e os adiamentos sucessivos. %u201CFoi uma sessão fantástica%u201D, afirmou, acrescentando que rezou para passar para o Q3 pois sabia que tinha carro para disputar a pole.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 12:34
Cogitações

Barrichello tem carro mehor para uma volta. Foto: Getty Images
Se não chover no treino classificatório de logo mais, Barrichello poderá levar uma primeira vantagem sobre Button. Nos treinos de sexta-feira, o inglês afirmou que não conseguiu encontrar o acerto para uma só volta, e reconheceu que Barrichello estava melhor neste aspecto.
Isso se viu no resultado do treino. Barrichello foi mais rápido que Button, situação que poderia se repetir caso o treino de hoje à tarde se realize em pista seca. Button disse que pretendia usar a manhã de hoje para acertar o carro para o treino oficial, o que não pode fazer por causa da chuva.
Conseguir uma boa posição no grid, bem à frente de Button seria importante para Barrichello na sua tentativa de adiar a decisão do título. Por outro lado, Button se disse muito satisfeito com o carro em condições de corrida e até minimizou a importância de estar entre os primeiros do grid. O inglês disse que Interlagos permite ultrapassagens e que com o carro em boas condições é possível lutar pelo pódio, que é justamente o que ele necessita para fechar o campeonato.
Mas a luta pelo título mundial não se resume à dupla da Brawn. O chefe da Red Bull, Chrsitian Horner, disse que a equipe terá uma estratégia agressiva em Interlagos, apostando em uma dobradinha de seus pilotos.
Horner deixou clarro que nesse caso, Vettel tem que ser o primeiro colocado. O recado foi para Mark Weber que andou declarando que não acreditava que a Red Bull lhe pedisse um jogo de equipe com Vettel. Horner disse que é isso mesmo que a equipe quer e está seguro de que Weber cumprirá o seu papel.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 12:00
Williams na cabeça

Rosberg despeja um spray de água ao acelerar na reta principal de Interlagos para ser o mais rápido na chuva. Foto: Clive Mason/Getty Images
O mini treino livre da manhã de hoje foi dominado pelas Williams. Nico Rosberg foi o mais rápido, com 1:23.182, seguido de Kazuki Nakajima, com 1:23.832.
Jenson Button foi o melhor entre os que disputam o título, em terceiro lugar, com 1:24.122. Rubens Barrichello ficou em 13º, com 1:26.530, seguido por Sebastien Vettl, com 1:27.047.
O treino não adiantou para o acerto dos carros, como confirmou Barrichello. "Essa sessão não significou absolutamente nada. Mas o carro está bom, bem confiável, e estou esperançoso", disse Barrichello à rádio Bandeirantes.
A meteorologia prevê chuva no treino oficial das 14 horas.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 11:56
Grosjean acaba com treino
Com a chuva que caiu em Interlagos, os pilotos tinham 16 minutos para testar os carros com chuva, e só tiveram cerca de 10, depois que Romians Grosjean, da Renault, escapou na descida do lago e deu uma pancada no guard rail. Bandeira vermelha a 3 minutos do fim, sem tempo de reiniciar a sessão.
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 11:44
Hamilton: Alonso não sabe lidar com igualdade
Em conversa com Alessandro Zanardi para matéria na revista italiana Sportweek, Lewis Hamilton disse que Fernando Alonso não foi bem sucedido na McLaren porque não podia aceitar que seu companheiro de equipe tivesse o mesmo talento.
"Como piloto, e isso se aplica a Fernando e a mim, você sempre acredita que é o melhor", comentou Hamilton. "Então, quando eu mostrei que estava no mesmo nível dele, ele preferiu achar que o problema era do carro e não dele."
Se cuida Massa!
Sábado, 17 de outubro de 2009 | 11:33
Treino em compasso de espera
Um temporal que desabou há meia hora atrasou o início do treino livre de sábado. A chuva forte formou rios na pista, que aos poucos começa a secar.
Os pilotos aguardam nos boxes. O rádio da Force India falou no início da sessão em 10 minutos, mas a meteorologia prevê nova pancada de chuva para breve. O céu em São Paulo continua bastante carregado.
A organização da prova acaba de anunciar a sessão para 11h42.
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 19:48
Dois mundos
O GP em São Paulo proporciona contradições incríveis. Em um momento, você está em Interlagos, acompanhando carros que andam a 300 por hora e decidem quem é o mais rápido por centésimos de segundo.
Em outro, você está tentando regressar ao hotel enfrentando um trânsito monstruoso, no qual os carros se movem a 20 por hora e os congestionamentos são medidos por quilômetros. Haja paciência!
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Rafael SoaresDemorei quase 2 horas hoje para voltar do autódromo até minha casa!! Um verdadeiro contraste, Mair!! Mas, fazemos qualquer negócio para estar perto do mundo da velocidade. Abraços!!Postado às 00:23 do dia 17/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 19:30
Emoções diferentes para Buemi

Por pouco Buemi não ficou com o melhor tempo do dia. Foto: Getty Images
Em sua primeira experiência na pista de Interlagos, o piloto da Toro Rosso, Sebastien Buemi, viveu emoções diferentes nesta sexta-feira. No primeiro treino livre, bateu e quebrou a suspensão do carro. No segundo, por muito pouco não fez o melhor tempo do dia, sendo superado por Alonso no finzinho da sessão.
O carro de Buemi se mostrou rápido desde a manhã, mas ao encontrar Vitantonio Liuzzi, da Force India, mais lento, desviou para não atingi-lo, pegou a zebra, rodou e bateu forte, destruindo a suspensão. A equipe conseguiu recuperar o carro entre uma sessão e outra, e o esforço foi recompensado.
Buemi andou logo na casa de 1 minuto e 12 segundos, foi baixando seu tempo progressivamente até chegar à marca de 1:12.357, que perdurou como a melhor do treino até dois minutos do fim, quando Alonso cravou 1:12.314.
"Agora nós temos uma sólida base para evoluir amanhã, examinando os dados. Estou muito confiante para o resto do fim de semana", disse o suíço de 21 anos.
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 15:46
Alonso surpreende
Quando os olhos da Fórmula 1 estão voltados para apenas três pilotos, Fernando Alonso faz uma surpresa e fica com o melhor tempo do último treino livre de sexta-feira. O espanhol foi o piloto que menos rodou, chegou a estar a maior parte do tempo nas últimas posições, mas foi acertando o carro até fazer uma volta voadora de 1:12.314, a dois minutos do fim do treino.
São caracterísiticas como a paciência e a capacidade de acertar o carro que fazem de Alonso um piloto excepcional, que promete dar muita alegria para a Ferrari ano que vem.
No confronto dos candidatos ao título, Barrichello foi o melhor. Ficou em terceiro lugar, com 1:12.459, atrás de Sebastien Buemi, a outra surpresa da tarde, com 1:12.357. Barrichello também ficou muito tempo na rabeira, mas conseguiu um bom acerto no final, importante para manter a motivação para a corrida. Button, que durante a maior parte da sessão foi o mais rápido dos três, acabou na quinta posição, com 1:12.523. Vettel levou a pior no primeiro confronto, terminando em sétimo lugar, com 1.12.611.
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 12:27
Massa 2010

Em Interlagos, Massa disse que a Ferrari está trabalhando a todo o vapor no carro do ano que vem. Foto: Marcos Issa/Argosfoto
Felipe Massa esteve há pouco no hospitality center da Shell em Interlagos e manifestou uma expecativa grande quanto à temporada de 2010, que marcará seu retorno às pistas.
O piloto brasileiro disse que a equipe está trabalhando muito no carro do ano que vem, desde que tomou a decisão de interromper o desenvolvimento do F60 atual. "Esperamos ter um carro competitivo, capaz de lutar pelo campeonato", disse Massa.
O F60 foi um carro difícil, e Massa foi o primeiro a conseguir extrair resultado dele. Kimi só conseguiu se encontrar no carro no segundo semestre, com uma espetacular vitória em Spa.
Sobre a corrida de domingo, Massa evitou um palpite. Com base no primeiro treino, ele viu Brawn e Red Bull muito próximas e considerou difícil um prognóstico agora.
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CarinaE como sempre, foi super gente boa com a galera do camarote... Vamos agora esperar sua volta no ano q vem, ou quem sabe na na etapa final do campeonato... Vlw Massa!!Postado às 08:03 do dia 17/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 11:39
Red Bull vai dar trabalho

Weber foi o mais rápido no treino da manhã e pode ajudar Vettel na luta pelo título. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O primeiro treino livre não permite grandes conclusões, mas a sessão da manhã de hoje em Interlagos mostrou que a Red Bull acertou logo o carro e que vai andar na ponta até a corrida.
Os dois carros energéticos dominaram boa parte do treino e só não fizeram as duas primeiras posições, porque Barrichello, apostando tudo, conseguiu um lugar entre eles.
Weber foi o mais rápido, com 1:12.463, seguido por Barrichello, com 1:12.874, e Vettel, com 112.932. Kovalainen completou a relação de pilotos que andaram na casa de 1 minutos e 12 segundos, com 1:12.989. Button, na luta pelo título, fez apenas o sétimo tempo, 1:13.321. A Ferrari ainda não conseguiu o melhor acerto, com Raikkonen em 10º, e Fisichella, em 15º.
O treino começou com temperatura baixa (19 graus) e na primeira meia hora começaram a cair alguns pingos de chuva. Alonso foi o primeiro a passear na grama. Barrichello e Button andaram inicialmente no mesmo ritmo e chegaram a cravar o mesmo tempo, com 1:13,414. Vettel foi o primeiro a entrar na casa de 1:12, mas com 35 minutos de treino a chuva engrossou e foi todo mundo para os boxes.
A sessão recomeçou cerca de 20 minutos depois, mas não demorou muito. Grosjean atropelou uma placa de marcação de freada na descida para a junção, espalhou detritos pela pista e provocou bandeira vermelha.
Mais perto do final, Weber baixou seu tempo e Barrichello, que já tinha rodado em busca de tempo, fez uma excelente volta que lhe deu a segunda posição.
Sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | 9:45
Passeio no autódromo
Enquanto não começa o treino livre, resolvi dar uma caminhada pelo autódromo, principalmente na área das arquibancadas. Normalmente envolvido na cobertura das corridas, pouco vou além do padoque e sala de imprensa.
As arquibancadas de Interlagos são permanentes e ficam bem próximas da pista, o que permite perceber bem a velocidade dos carros de Fórmula 1. Bem cedo, os fanáticos já ocupavam alguns degraus e aguardavam a abertura das tendas para levar lembranças.
O que achei mais interessante para o torcedor é poder alugar um monitor de mão e acompanhar em tempo real os treinos e a corrida. O aparelho ainda oferece a possibilidade de usar a câmera onboard dos carros e acompanhar a planilha de tempos. Custa 150 reais o aluguel por dia e 200 pelos três dias. Levando em conta que uma camiseta de equipe sai no mínimo por 100 reais, não é tão caro assim.
Entre as tendas, a da Ferrari é sempre a mais movimentada. McLaren e Renault também atraem muitos fãs. A BMW tem uma tenda bacana, mas os preços são muito caros. Um protetor de ouvido custa 30 reais, contra 10 reais em outros lugares. Para uma equipe que está deixando a Fórmula 1 devia promover uma liquidação.
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 17:38
Coletiva Shell-Ferrari 2009

Credito: Marcos Issa/Argosfoto

Foto: Marcos Issa/Argosfoto
Um gostinho da coletiva de imprensa Shell-Ferrari, realizada na manhã de hoje, com os pilotos Kimi Raikkonen e Giancarlo Fisichella. Mais novidades a caminho, diretamente de São Paulo para o SpeedBlog. Fiquem ligados!!
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 13:49
Button devolve a pressão

Button e Barrichello evitaram assumir a pressão que Vettel (E) tentou jogar sobre eles. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Jenson Button recusou a pressão que Sebastien Vettel tentou lhe empurrar na coletiva que reuniu os três candidatos ao título, e disse que não mudará sua atitude na corrida, embora gostasse de decidir o campeonato a seu favor em Interlagos.
"A declaração de Sebastien de que a pressão está sobre nós não é bem o caso, ela está sobre todos. Estamos todos lutando pelo campeonato. É uma situação estimulante de se viver e sou eu quem está na liderança", disse Button, tentando provar que ele é o mais tranquilo dos três.
O piloto inglês tem uma vantagem considerável e já sairá do Brasil campeão se for o terceiro colocado, independente da classificações dos adversários. Button rebateu as insinuações de que esteja evitando riscos apenas para colher os pontos necessários ao título.
"Eu não estou buscando propositalmente apenas marcar pontos e deixar de vencer corridas. Eu tento vencer todas as corridas que disputo, e lidero o campeonato desde o seu início", afirmou, acresccentando que por esse motivo os seus adversários precisam ser mais agressivos do que ele.
Nesse jogo de empurra, Barrichello pareceu o mais tranquilo, e disse que a expectativa dos torcedores brasileiros quanto a seu desempenho funciona mais como estímulo do que como pressão.
"No início da minha carreira eu sentia esse pressão, mas aprendendo a lidar com ela, isso se transforma numa energia positiva a seu favor", disse Barrichello, garantindo se sentir absolutamente confortável ao correr em casa.
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 12:16
Chuva ajudaria a poupar motor da Red Bull
A chuva que ameaça o GP do Brasil pode ser favorável a Sebastien Vettel. O piloto da Red Bull vai para o terceiro grande prêmio com o mesmo motor, e quanto mais roda, mais aumentam os riscos de uma quebra.
Nesse sentido, Vettel gostaria que chovesse principalmente no treino de sexta-feira. "As últimas duas corridas foram boas porque esteve sempre molhado na sexta-feira, com todo mundo rodando menos, o que nos permitiu salvar quilometragem do motor", comentou Vettel na coletiva com Button e Barrichello.
O piloto brasileiro, que anda bem na chuva, prefere tempo seco, que permitiria uma rendimento melhor da Brawn. Vettel ganhou o GP da China na chuva e não parece muito preocupado com essa possibilidade no domingo.
A estratégia de Vettel neste fim de semana é transferir a pressão da decisão do campeonato para a dupla da Brawn. Com 16 pontos a menos que Button e a dois de Barrichello, ele assumiu sua condição de franco atirador.
"A única coisa que eu posso fazer é vencer. A pressão está nos dois à minha frente", afirmou. A vitória em Suzuka animou o piloto alemão, que acha que o carro da Red Bull se adapta bem a Interlagos. "O circuito tem muitas curvas em que você precisa de pressão aerodinâmica, e essa é uma das nossas forças."
Vettel avalia, porém, que as equipes que contam com o Kers devem se sair bem, principalmente pela potência adicional na subida para a reta principal.
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 11:59
Boas lembranças
Giancarlo Fisichella conquistou no Brasil a primeira de suas três vitórias na Fórmula 1, no acidentado GP de 2003. O piloto italiano, então na Jordan, festejou nos boxes, mas nem chegou a subir ao pódio, já que por um equívoco dos comissários da prova, Kimi Raikkonen, seu atual companheiro de equipe, foi considerado o vencedor.
Fisichella só recebeu seu troféu uma semana depois, mas apesar das confusões guarda boas lembranças daquela corrida. "Venci aqui, na chuva, e parece que a corrida vai ser de novo no molhado. Gosto dessas condições", afirmou o piloto da Ferrari na coletiva da Shell.
O piloto italiano reconheceu que o F60 é um carro difícil e, sobretudo, "diferente" dos que pilotou antes, mas acha que melhorou seu desempenho em Suzuka e espera evoluir mais neste fim de semana.
Dentre os três pilotos que disputam o título da temporada, Fisichella disse que vai torcer por Barrichello. "Rubens é um dos meus melhores amigos na Fórmula 1. Tem chances de vencer, mas é uma tarefa difícil para ele", analisou.
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 10:08
Pé no chão
Kimi Raikkonen se mostrou bastante realista quanto às possibilidades de um pódio no GP do Brasil. O finlandês disse que tudo depende de como estará o carro nos primeiros treinos, mas lembrou que tem sido mais difícil para ele a cada corrida acompanhar o ritmo das outras equipes que ainda estão desenvolvendo seus carros.
Segundo Kimi, a Ferrari não está disputando o título deste ano porque o carro não é veloz o suficiente. "Evoluimos muito, vencemos uma corrida, mas nunca estivemos no mesmo nível dos mais rápidos", disse o piloto com sua habitual sinceridade.
Quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | 9:15
Chuva e entrevista
Chove forte em São Paulo, o que aumenta a preocupação com as condições em que será disputado o GP do Brasil. Quinta-feira é dia de entrevistas. Acompanho daqui a pouco a da Shell com os pilotos da Ferrari, e ainda antes do almoço a coletiva com os três candidatos ao título, Jenson Button, Rubens Barrichello e Sebastien Vettel. Novos posts em breve.
Quarta-feira, 14 de outubro de 2009 | 17:45
Partindo para Interlagos
Rumando para o Santos Dumont a tempo de pegar o próximo vôo para São Paulo. A partir de amanhã e até domingo, o Speedblog estará atuando diretamente de Interlagos. Que seja uma grande corrida!
Quarta-feira, 14 de outubro de 2009 | 10:05
Cosworth ou Renault?
Williams e Toyota anunciaram hoe, oficialmente, o fim da parceria de fornecimento dos motores japoneses para a equipe inglesa.
A Toyota fornecia motores para a Williams desde 2007 e o contrato terminava no fim de 2009. Segundo nota da Toyota, uma extensão do contrato foi assinada no início do ano, mas a pedido da Williams o acordo foi encerrado com concordância de ambas as partes.
A Williams promete anunciar logo o seu novo fornecedor de motores, e os rumores mais fortes são de que utilizará o mesmo Cosworth que empurarrá as novas equipes da F1. Quando Luciano Burti revelou que Barrichello iria para a Williams, também disse que a equipe teria motores Cosworth.
A opção pelos motores Renault continua sendo uma hipótese até que o anúncio oficial seja feito.
Quarta-feira, 14 de outubro de 2009 | 9:46
Vettel dá US$ 4 mil em LP dos Beatles

"With the Beatles" foi o segundo LP do grupo
Sebastien Vettel pagou 4 mil dólares para ter em sua coleção o LP do Beatles "With the Beatles", original e autografado. O disco de vinil pertencia à assessora de imprensa Ann Bradshaw, que conheceu o piloto alemão na BMW, em 2006.
Bradshaw decidiu colocar seu disco em leilão para custear uma reforma no banheiro de sua casa, e Vettel a pediu que fizesse os lances para ele. A assessora se compromoteu a entregar o LP em Abu Dhabi.
Segundo LP da carreira dos Beatles, quando este disco foi lançado, em 1963, Vettel, hoje com 22 anos, não deveria estar nem nos planos de seus pais. All my loving foi o grande sucesso do disco, mas outras pérolas da dupla Lennon/McCartney se destacavam, como Hold me tight e I wanna be your man, feita para Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones.
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Reinaldo ZafiraIsso é que podemos chamar de " With a little help of my friends" !!! São os garotos de Liverpool ajudando na reforma do banheiro....Quem diria, heim?Postado às 11:47 do dia 14/10/2009 | Comentar este post
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Terça-feira, 13 de outubro de 2009 | 17:25
Uma corrida particular

Estourar a champagne da vitória em Interlagos seria um prêmio merecido à longa carreira de Barrichello na Fórmula 1. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Rubens Barrichello terá uma corrida muito particular no próximo domingo, em Interlagos. Pela primeira vez, desde os tempos de Ferrari, ele tem condições de ganhar a prova. Mais do que isso, ainda disputa matematicamente o título, cuja decisão pode levar para a última etapa, em Abu Dhabi.
Outras características especiais deste GP do Brasil para Barrichello são a possibilidade de chuva, condição em que costuma se sair bem, e o apoio exclusivo da torcida brasileira. Barrichello será o único piloto brasileiro na pista, depois que Nelsinho Piquet foi dispensado pela Renault, e Massa ficou fora do campeonato após o acidente na Hungria.
Uma vitória para Barrichello no Brasil seria um prêmio à sua longa carreira na Fórmula 1, na qual surgiu à sombra de Ayrton Senna e acabou injustiçado pela expectativa de que viesse a suceder o grande campeão. Pela falta de resultados comparáveis aos de Senna, Barrichello passou a ser ridicularizado, quando era um bom piloto, o que prova a sua longevidade na categoria.
Acredito que Barrichello tenha dado a volta por cima em relação aos que desconfiavam de sua capacidade, com suas 11 vitórias, o que não é pouco em termos de Fórmula 1. Um primeiro lugar em Interlagos coroaria sua carreira, independentemente de ser ou não campeão.
A chuva pode ser uma aliada de Barrichello nesta empreitada. Seu melhor GP do Brasil até hoje se deu sob chuva forte, em 2003, quando largou da pole-position e liderou a maior parte da corrida até parar a oito voltas do fim da corrida por problemas na alimentação de combustível.
Barrichello deve estar concentrado como nunca no que pode ser a sua última chance real de ganhar a corrida em casa.
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GabrielBoa a foto! Go Rubinho ! rsrs...Postado às 09:55 do dia 14/10/2009 Rafael SoaresSeria mto bom ver o Rubinho ganhando em casa!! De preferência com o Button lá pra trás rsrs.. Que venha Interlagos...
E bela imagem essa do post!!!
Postado às 21:23 do dia 13/10/2009 | Comentar este post
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Terça-feira, 13 de outubro de 2009 | 12:10
Cores originais

A Renault estreou na Fórmula 1 em 1977 com as cores amerela e preta e apenas um piloto, Jean Pierre Jabouille
Quando os carros forem descobertos em Interlagos poderá se confirmar o boato de que a Renault voltará a utilizar em seus carros a tradicional pintura amarela e preta, com que estreou na Fórmula 1 moderna, nos anos 70, com o motor turbo.
Já sem o patrocínio do ING, que deixou a equipe após o escândalo de Cingapura, a Renault não deseja mais usar o laranja predominante do banco holandês. O regulamento da Fórmula 1 determina que as cores devem se manter essencialmente as mesmas durante uma temporada, e uma mudança completa precisa do apoio das demais equipes.
Os boatos dão conta de que a Renault correrá no Brasil e em Abu Dhabi com o amarelo e preto que marcou seus carros nos anos 70 e 80. A Renault estreou na F1 com carro e motor próprio em 1977, quando inscreveu apenas um piloto, o francês Jean Pierre Jabouille, encarregado de testar o inovador motor turbo.
Inicialmente, o novo propulsor não se mostrou confiável, mas dois anos depois, Jabouille conquistava a primeira vitória de um motor turbo na Fórmula 1, justamente no GP da França, em Dijon-Prenois. Nos anos 80, os motores turbo dominariam a Fórmula 1, com todas as equipes acompanhando o sucesso dos motores Renault.
Terça-feira, 13 de outubro de 2009 | 11:01
Interlagos com chuva

Senna ultrapassa Hill para conquistar sua última vitória no Brasil, em 1993, depois que uma chuva torrencial mudou o panorama da corrida
A meteorologia está prevendo chuva para os três dias do Grande Prêmio do Brasil, o que torna a penúltima etapa do campeonato totalmente imprevisível. Interlagos com chuva é um desafio para os pilotos, que enfrentam aquaplanagem em certos trechos do circuito.
A chuva já interferiu no resultado de corridas em Interlagos, e a mais memorável delas foi a de 1993. A temporada marcava o retorno de Alain Prost, após um ano sabático, no cockpit de uma das Williams de outro planeta, campeã e vice no ano anterior, com Nigel Mansell e Ricardo Patrese. A equipe iniciava a temporada com uma nova dupla, formada por Prost e Damon Hill.
Ayrton Senna não tinha muitas esperanças naquele ano, com uma McLaren equipada com motores Ford, longe do desempenho das Williams-Renault. Prost tinha vencido a corrida de abertura, em Kyalami, na África do Sul, fazendo barba, cabelo e bigode: pole-position, vitória e melhor volta da prova.
Para o GP do Brasil, não se esperava nada muito diferente, e Prost confirmou seu domínio, conquistando a pole e tendo a seu lado o companheiro de equipe Damon Hill. Senna e Schumacher, os dois com motor Ford, dividiram a segunda fila.
As posições se mantiveram no primeiro terço da prova até Senna ser punido com um "stop and go" por ultrapassagem com bandeira amarela, o que o fez perder uma posição e se afastar de qualquer possibilidade de vitória em condições normais. Mesmo o pódio parecia impossível se os três pilotos à sua frente não tivessem nenhum problema.
Mas foi aí que o imponderável fez uma surpresa. Um temporal desabou sobre Interlagos, e Senna foi logo para os boxes trocar os pneus. Prost permaneceu na pista e viu sua vitória ruir justamente numa aquaplanagem. Pouco antes de sua passagem na reta principal, Christian Fittipaldi perdera o controle de sua Minardi no S do Senna e fora parar na área de escape. Prost veio em seguida e saiu da pista no mesmo lugar, batendo sua Williams contra a Minardi de Christian.
O safety car entrou na pista e ficou por oito voltas até que as condições permitissem a continuidade da prova. Quando a corrida foi retomada, já sem chuva, Senna foi logo colocar os pneus para pista seca e voltou em segundo lugar, atrás de Damon Hill. Aí entrou o talento do brasileiro e sua vontade de vencer, principalmente no Brasil, e a ultrapassagem sobre Hill lhe trouxe mais uma vitória que o confirmaria como o mestre da chuva.
Segunda-feira, 12 de outubro de 2009 | 19:02
Kimi analisa Interlagos
Kimi Raikkonen analisou suas possibilidades e as da Ferrari em Interlagos em seu blog pré-corrida. O finlandês, que compelta 30 anos no sábado, fez boas considerações sobre a vantagem do kers e os desafios do circuito.
"Tradicionalmente o circuito de Interlagos tem sido favorável à Ferrari, e nós realmente esperamos que isso se repita esse ano, embora saibamos que será muito difícil. O ponto crucial será a pressão aerodinâmica, mas ao mesmo tempo é preciso ter um carro estável nas freadas."
"A última curva é muito importante, porque leva à longa subida para a reta principal, onde o Kers deverá nos ajudar muito."
"Não há dúvida de que essa pista está ligada à mais maravilhosa lembrança da minha carreira. Dois anos atrás, eu venci o título mundial no Brasil, mas eu também fui bem em outras oportunidades, chegando cinco vezes ao pódio."
"Normalmente, o Brasil é a última corrida do calendário, mas este ano teremos uma a mais, em Abu Dhabi. Eu realmente gosto de circuitos clássicos como Spa e Suzuka, Interlagos talvez não seja tecnicamente como os outros dois, mas é muito exigente também. Nós guiamos no sentido anti-horário, o que não é muito comum, e o tempo pode mudar de uma hora para a outra."
"Meu objetivo é um lugar no pódio, o que não será fácil. A cada corrida as coisas se tornam mais difíceis para nós, porque as outras equipes continuam melhorando seus carros, enquanto nós usamos o mesmo carro há meses. Nós temos que ser perfeitos e nos beneficiar de alguns momentos de fraqueza dos nossos adversários."
Segunda-feira, 12 de outubro de 2009 | 18:52
Schumacher torce por Vettel
Após a excelente vitória de Sebastien Vettel em Suzuka, Michael Schumacher acha que o jovem piloto alemão tem que manter a fé no título até o fim e disse que estará torcendo por ele.
"Sebastien já é um grande sucesso. Tenho certeza que ele fará todo o possível para mostrar uma boa performance nas próximas duas corridas. Matematicamente, tudo é possível e vou manter meus dedos cruzados por ele", disse Schumacher em seu site oficial.
Schumacher afirmou que os dois campeonatos - pilotos e construtores - estão abertos - e que em sua carreira ele nunca desistiu enquanto havia uma possibilidade.
"Certamente Vettel também pensa assim. A temporada da Fórmula 1 se tornou extremamente atrativa de novo, e como todos os fãs do automobilismo, estou ansioso para ver o que vai acontecer nas duas últimas corridas", completou o heptacampeão mundial.
Segunda-feira, 12 de outubro de 2009 | 12:47
Relação profissional
Felipe Massa deixou bem claro o que espera da convivência com Fernando Alonso na Ferrari, ano que vem. Nada mais que uma relação profissional entre dois pilotos de ponta, capazes de lutar pelo título mundial.
"Alonso é um bom profissional e não vejo porque deveria haver algum problema com ele. Ele não está vindo para ser meu melhor amigo, o que é importante é a relação profissional", destacou hoje, em Fiorano.
É bom mesmo Massa delimitar os campos sem demonstrar hostilidade. O brasileiro não teve problemas com seus companheiros de equipe, ao contrário de Alonso, que não suportou a convivência com Lewis Hamilton, na McLaren.
Alonso está acostumado a ter prioridade absoluta, o que não deverá encontrar na Ferrari. A escuderia tende a tratar seus pilotos de forma igual, e já tem uma relação afetiva com Massa. Todo esse carinho, porém, desaparece se o piloto não entrega resultado. É bom mesmo que Massa esteja recuperado para fazer frente ao melhor piloto da F1 na atualidade.
Segunda-feira, 12 de outubro de 2009 | 12:31
"Foi como se nada tivesse acontecido"

Massa deu algumas voltas em Fiorano e disse que estaria pronto para fazer duas corridas. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Dois meses e meio após o acidente nos treinos para o GP da Hungria, que o afastou da atual temporada, Felipe Massa voltou a sentar num fórmula 1 e gostou do que sentiu ao guiar uma Ferrari 2007 com pneus slick da GP2 na pista de Fiorano.
Devido à chuva que caiu na parte da manhã, Massa deu poucas voltas, mas na parte da tarde, com pista seca e sol, rodou cerca de 100 quilômetros.
"Quando eu estava dentro do carro era como se nada tivesse acontecido", disse Massa a agência de notícia italiana Ansa, após algumas voltas.
"Tudo correu bem, eu me senti muito bem fisicamente, foi como se o acidente de 25 de julho nunca tivesse acontecido. Eu não senti nada na vista, e hoje eu estaria pronto para fazer não apenas uma, mas duas corridas seguidas", afirmou.
A declaração de Massa exprime a sua vontade de voltar logo a competir, mas a Ferrari insiste que seu retorno ficará para 2010.
Domingo, 11 de outubro de 2009 | 23:26
Barrichello na Williams
Rubens Barrichello confirmou ao amigo e piloto Luciano Burti que estará na Williams ano que vem. A mudança era a mais cotada para o piloto brasileiro, que preferiu definir logo o seu futuro a esperar alguma decisão da Brawn.
No leque de opções que tinha, a Williams foi a melhor escolha, embora a escuderia ainda não saiba que motor vai utilizar ano que vem. Barrichello troca de lugar com Nico Rosberg, que vai para a Brawn, com apoio da Mercedes.
O parceiro de Barrichello na Williams será o alemão Nico Hulkenberg, campeão da GP2 este ano. A escuderia inglesa opta por equilibrar sua dupla de pilotos, com um novato e um veterano.
Se a Williams produzir um bom carro para 2010 e conseguir um motor competitivo, Barrichello terá alguma chance. Caso contrário, deverá rumar para o fim de sua longa carreira na Fórmula 1.
Domingo, 11 de outubro de 2009 | 13:10
Timo Glock fora do GP do Brasil
O alemão Timo Glock está definitivamente fora do GP do Brasil, após o acidente que sofreu nos treino de classificação em Suzuka. Glock sofre um corte na perna e parecia que estaria apto a retornar em Interlagos, mas exames médicos subsequentes revelaram uma vértebra fraturada.
A Toyota anunciou que seu substituto será o japonês Kamui Kobayashi, terceiro piloto da equipe, que substituiu Glock no treino de sexta-feira,m em Suzuka, quando o alemão teve uma indisposição. Ainda não está claro se Glock volta ao cockpit da Toyota em Abui Dhabi.
Para a equipe japonesa, cujo futuro é incerto, a notícia foi muito ruim. Glock foi segundo colocado em Cingapura, e Trulli repetiu a colocação no Japão. Agora, a Toyota só contará com o italiano para tentar mais um pódio antes do fim do campeonato.
Domingo, 11 de outubro de 2009 | 12:45
Fim de carreira com chave de ouro

Gil venceu em Laguna Seca no adeus às pistas. Foto:Getty Images
Não poderia ter sido melhor a última corrida de Gil de Ferran como piloto profissional. O brasileiro cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, em Laguna Seca, e levou seu Acura à quinta vitória na temporada na American Le Mans Series.
Em, dupla com o francês Simon Pagenaud, Gil conquistou sete poles e sete voltas mais rápidas em corridas durante o ano. Ficou faltando o título, que acabou com David Brabham e Scott Sharp, mas nada chamou mais atenção em Laguna Seca do que a última vitória do piloto brasileiro.
Após quatro horas de prova, Gil cruzou a linha de chegada menos de meio segundo à frente do mexicano Adrian Fernandez. Laguna Seca tinha sido o cenário da primeira vitória de Gil na Indy, em 1995, quando corria na equipe do legendário Jim Hall. Em homenagem ao ex-chefe de equipe, Gil fez sua despedida com o carro todo pintado de branco, como o Chaparral de Jim nos anos 60.
Gil não se desligará do automobilismo, e vai se dedicar exclusivamente a administrar a sua equipe, a De Ferran Motorsports. Que seja feliz.
Domingo, 11 de outubro de 2009 | 12:37
Ecclestone quer testes pós GP
O todo-poderoso da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, lançou uma idéia para viabilizar a volta dos testes sem pesar muito nos custos já elevados da categoria. Bernie sugeriu que os testes aconteçam às segundas-feiras, após as corridas.
"Os carros já estão lá, o pessoal também. Os custos serão mantidos dentro dos limites e nós poderemos dar aos jovens pilotos uma chance", disse o chefão da Fórmula 1 à revista alemã Auto Motor und Sport.
Os testes foram proibidos para reduzir custos e também a diferença entre as equipes, já que as mais poderosas tinham condições de comparecer a todas as sessões, enquanto as menores ficavam para trás no desenvolvimento de seus carros.
A ausência de testes este ano não prejudicou o desenvolvimento dos carros, mas dificultou a vida para os novatos. A susbtituição de Felipe Massa na Ferrari foi um exemplo, com Luca Badoer não conseguindo se adaptar ao carro.
Por enquanto, trata-se apenas de uma sugestão, mas com a influência de Ecclestone e a aprovação das equipes pode se concretizar num futuro próximo.
Sábado, 10 de outubro de 2009 | 12:04
De Ferran faz a pole no adeus as pistas

Gil corre com seu Acura todo pintado de branco, em Laguna Seca, em homenagem ao lendário Chaparral dos anos 60. Foto: Jonathan Ferrey
O brasileiro Gil de Ferran abrilhantou ainda mais o seu adeus às pistas ao obter a pole-position para a última prova da American Le Mans Series, em Laguna Seca.
Gil foi 0.092 segundos mais rápido que seu rival direto, David Brabham, que faz dupla com Scott Sharp e lidera o campeonato, com 21 pontos a mais que Gil e Simon Pagenaud. A prova de Laguna Seca, com quatro horas de duração, vale 25 pontos. Gil e Pagenaud ainda podem conquistar o título, mas para Brabham e Sharp serem campeões basta completar 70% da distância total feita pelos vencedores.
Na sua prova de despedida, Gil pintou seu Acura totalmente de branco em homenagem ao lendário Chaparral usado por Jim Hall nos anos 1960.
Sábado, 10 de outubro de 2009 | 11:26
Visão de Massa está 100%
Os exames neurológicos e oftalmológicos realizados por Felipe Massa no hospital Pitié Salpetrière, em Paris, confirmaram que a visão do olho esquerdo do piloto está 100 por cento e não retardará seu retorno à Fórmula 1.
Massa fez o exame a pedido da FIA, e a Ferrari confirmou que o piloto recuperou integralmente as funções de seu olho esquerdo após o acidente nos treinos para o Grande Prêmio da Hungria, em julho passado.
Liberado pelos médicos, Massa deve guiar na segunda-feira a Ferrari 2007 com pneus de GP2, na pista de Fiorano, para testar suas reações a um carro de fórmula 1. O piloto brasileiro tem sido cauteloso, mas continua a existir a possibilidade de que seu retorno oficial aconteça no GP de Abu Dhabi, dia 1 de novembro.
Sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 16:34
Quem dá mais?

Adrian Campos conquistou um lugar na Minardi, em 1987, com seus patrocinadores, e agora, como dono de equipe, deve receber Bruno Senna com a mesma estratégia. Foto: Simon Bruty/Getty Images
A Fórmula 1 sempre teve pilotos que pagaram para correr, mas a entrada de quatro novas equipes ano que vem, quem sabe cinco se a Sauber-Qadbak também conquistar um lugar, está gerando um leilão pelos cockpits ainda disponíveis.
Campos Meta, Manor GP, USF1 e Lotus precisam de dinheiro para manter suas operações e a tendência dessas novas equipes será aliar um piloto experiente a um novato com um bom dote.
Nessa corrida, Bruno Senna teria largado na frente, segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, e assegurado seu lugar na Campos Meta com um cacife de dois dígitos de milhões de euros. O parceiro de Bruno seria o espanhol Pedro de La Rosa por questões de nacionalidade e experiência.
Adrian Campos, o dono da nova escuderia, tem experiência nesta questão. Ele comprou um lugar na Minardi, em 1987, onde permaneceu até a metade de 1988, quando foi substituído por Pierluigi Martini.
Outro piloto com o bolso recheado seria Vitaly Petrov, vice-campeão da GP2 em 2009. O russo estaria oferecendo 15 milhões de euros por um lugar, garantidos por patrocinadores de seu país.
Além de Bruno Senna, os brasileiros Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet estão participando do leilão. Di Grassi teria como levar 7 milhões de euros para qualquer equipe, e Nelsinho teria um patrocinador de cinco milhões.
Também no páreo pelas novas equipes e com algun dinheiro na mão estariam o indiano Karun Chandhok, o irlandês Adam Carrol, atual campeão da A1GP, o mexicano Sergio Perez e o venezuelano Pastor Maldonado.
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GabrielClassificados: Contrato motorista com experiência. Se me pagar quinhentinhos, já está contratado!Postado às 11:30 do dia 11/10/2009 rodrigoSe fosse eu no cockpit eles iam querer pagar para eu correr, estilo Senna e Shumacher, campeão.
hahahahahaPostado às 20:39 do dia 09/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 15:18
Quiz #3 tem vencedor
Depois de bater na trave nas perguntas anteriores, Jorge Pezzolo é o vencedor do quiz 3 do SpeedBlog. Ele foi o primeiro a atribuir corretamente a Ayrton Senna a frase que exaltava as conquistas de Alain Prost, e ganhou uma coleção de miniaturas da Ferrari. Aguarde, que você receberá a coleção em casa.
A frase era a seguinte: "Eu sou de uma época diferente, portanto eu não tive a chance de
ver Fangio. Mas olhando a sua carreira, para mim ele é
indiscutivelmente o número um. Lauda foi outro excepcional piloto, e
Prost é o próximo. Os quatro campeonatos que ele conquistou são uma
realidade. Ninguém pode contestar isso".
Senna e Prost brigaram que nem gato e rato enquanto estiveram juntos na Fórmula 1, mas ao final de uma relação conturbada, que se retroalimentava, não esconderam a admiração que nutriam um pelo outro.
Em 1993, quando Prost se despediu da F1 com seu quarto título mundial, Senna, que vencera a última corrida do ano, o GP da Austrália, o puxou para o lugar mais alto do pódio e dividiu com ele as honras de vencedor.
Prost foi um dos pilotos que compareceu ao enterro de Senna, em São Paulo, e reconheceu no brasileiro o seu maior adversário.
Sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 13:57
Com a palavra Niki Lauda

Lauda: F1 era para homens, não meninos. Foto: Getty Images
O site oficial da Fórmula 1 postou uma conversa entre Niki Lauda e Bernie Ecclestone, na qual o piloto austríaco, três vezes campeão do mundo, teceu considerações interessantes sobre o comportamento dos pilotos atuais e o que pode levá-los a atitudes como a do brasileiro Nelsinho Piquet, que bateu propositalmente no GP de Cingapura de 2008 por ordens do chefe da equipe.
Com a experiência de quem viveu tempos muito mais perigosos na Fórmula 1 e sofreu um terrível acidente que quase lhe custou a vida, Lauda apontou a imaturidade dos pilotos de hoje como uma questão crítica.
"Nos velhos tempos, antes de ir para uma corrida, você tinha que deixar no hotel a informação de quem poderia pegar suas coisas no caso de você não voltar, tamanho era o risco de um acidente fatal. A Fórmula 1 era para homens, não garotos."
"Hoje, eles começam no kart quase como crianças que estão aprendendo a andar. E com 19 anos chegam a Fórmula 1, muitos deles ainda sem personalidade. O último acidente fatal foi o de Ayrton Senna (há 15 anos). Os carros de hoje são tão seguros quanto tanques, e esses meninos sabem o caminho até eles, mas fora deles são o que são de acordo com a idade - meninos."
Bernie Ecclestone, que foi chefe de Lauda na Brabham, acrescentou que "os pilotos de hoje não têm nenhum respeito em relação a acidentes. Eles batem num muro, saem do carro em dois segundos e estão prontos de novo. A inibição dos iniciantes reduziu substancialmente."
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Reinaldo ZafiraTá certo o Lauda. Vale acrescentar que hoje tá paracendo um pouco o programa Topa Tudo Por Dinheiro! Vale até bater no muro. O negocio é faturar. Qualquer garoto que chega disposto a obedecer a qualquer cu$$to, é aceito. Mas cá entre nós, a grana é alta e deixa qualquer um pensando duas vezes antes de trapacear..... E amigos, com 1 milhão de dólares em um ano quem não faria???? Atirem a primeira pedra...Postado às 19:47 do dia 09/10/2009 Gabriel"Esses meninos sabem o caminho até eles, mas fora deles são o que são de acordo com a idade - meninos"
Muito boa declaração!Postado às 16:35 do dia 09/10/2009 | Comentar este post
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Sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 11:36
O fascínio de Interlagos

O S do Senna é um pontos que mais desafiam os pilotos na pista anti-horária de Interlagos. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Interlagos não é a mais o extraordinário circuito dos anos 70, onde assisti meu primeiro GP, em 1972, acampado na curva do Sargento, mas mesmo reduzido e adaptado às condições da Fórmula 1 moderna ainda exerce grande fascínio sobre os pilotos.
Na prévia para o GP do Brasil, as duplas da McLaren e da BMW mostraram seu encantamento com a pista paulista. Lewis Hamilton, que foi campeão em Interlagos, ano passado, ressaltou que é a primeira vez que virá a São Paulo sem estar na disputa do título, o que lhe permitirá uma corrida mais relaxada.
"Os pontos altos para mim são a curva 1, freando para a longa curva à esquerda, que depois vira à direita (S do Senna) e leva até a reta oposta; a Ferradura, uma veloz curva para a direita que espreme seu corpo contra a lateral do carro, e a reta principal. Você acelera forte na subida e pode ouvir a multidão nas arquibancadas", comentou Hamilton.
Kovalainen disse que Interlagos é bem exigente para os pilotos pelo seu sentido anti-horário, o que após uma temporada de circuitos em sentido horário cria muita tensão nos músculos do pescoço".
O finlandês ressaltou que Interlagos não tem sido um circuito em que a McLaren tenha tido um grande desempenho, mas acha que o Kers ajudará muito, "particularmente na longa subida após a última curva, tanto na classificação, quanto na corrida".
Robert Kubica, que estará na Renault ano que vem, considera o circuito de Interlagos muito bom para guiar. "Especialmente o setor 1, com as três primeira curvas, é muito desafiador. A curva 1 é cega, e é muito difícil encontrar o ponto ideal de freada ali".
Kubica destacou ainda o setor final, "com uma série de curvas à esquerda, que levam à subida para a reta de chegada". Nick Heidfeld classificou Interlagos como "fantástico e desafiador", mas criticou as ondulações da pista. "O recapeamento antes do GP de 2007 fez uma tremenda diferença, mas em 2008 a pista não estava tão boa. Estou interessado em ver em que condições ela está agora."
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Sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 11:04
Massa esfria torcida
Em conversa com fãs pelo site da Ferrari, Felipe Massa jogou um balde de água fria sobre o seu possível retorno às pistas ainda este ano. Perguntado se estaria presente em uma das dus últimas provas da temporada, Massa não se revelou muito otimista.
"Meu sonho seria correr em Abu Dhabi, mas a possibilidade é muito, muito baixa", respondeu o brasileiro, que dará a bandeirada de chegada no Grande Prêmio do Brasil, no próximo dia 17.
"Espero que eu possa voltar logo, mas sei que a melhor coisa é estar 100 por cento no início da próxima temporada", acrescentou Massa, que admitiu, porém, que uma das pistas em que treinou no simulador foi a de Abu Dhabi.
Massa passou 40 minutos online e recebeu mais de 3 mil perguntas. Um dos torcedores quis saber para quem ele estará torcendo entre os pilotos com chances do título, e o brasileiro respondeu na lata: Barrichello obviamente.
Massa será examinado hoje por médicos da FIA, antes do treino com uma Ferrari 2007, na segunda-feira.
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Quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | 17:04
Jogo de equipe

Christian Horner (E) determinou a Mark Weber que apóie Sebatien Vettel na disputa do título mundial. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Mark Weber recebeu ordens da Red Bull para ajudar Sebastien Vettel na luta pelo título mundial deste ano. O piloto australiano, que não tem mais chances de ser campeão, atuará como escudeiro de Vettel e permitirá a ultrapassagem do companheiro de equipe, caso esteja à frente nas próximas corridas.
"Mark é um integrante da equipe e entende que ele agora deve apoiar Sebastien", disse o chefe da Red Bull, Christian Horner, à revista alemã Sport Bild.
Esse jogo de equipe é comum na Fórmula 1 e não afeta a ética do esporte. Weber não pode provocar um acidente para prejudicar um concorrente de Vettel, mas pode ajudá-lo contendo os adversários, caso conquiste uma melhor posição de largada.
Se na Red Bull o jogo de equipe está estabelecido, na Brawn a luta é aberta entre os dois pilotos, que têm chances de chegar ao título. Isso pode representar uma desvantagem para a equipe inglesa nas duas corridas que faltam.
Vettel está com moral elevada para o Grande Prêmio do Brasil, após sua vitória em Suzuka. O piloto alemão disse que o desempenho do carro em Cingapura e no Japão lhe deu a certeza de que andará muito bem em Interlagos.
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Quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | 8:42
Bruno Senna também quer lugar

Bruno espera ter novidades em Interlagos. Foto:Getty Images
Fim de temporada é hora de todo o piloto tentar um lugar na Fórmula 1 para o ano seguinte. Quem está dentro não quer sair e quem está fora quer entrar.
No time dos que sonham com a Fórmula 1, Bruno Senna, sobrinho de Ayrton, disse que está confiante em conseguir um cockpit para 2010. O brasileiro preferiria entrar na categoria por uma das equipes já existentes, e chegou a citar a Force India como uma possibilidade.
Mas o mais provável é que Senna consiga um lugar em uma das novas equipes que irão estrear em 2010. "Campos e Virgin (Manor) são as melhores entre as novas equipes e estamos conversando com elas. Mas ainda é um pouco deo para dizer qualquer coisa", comentou o piloto à Autosport.
Bruno Senna esteve próximo de correr pela Brawn na Fórmula 1 esse ano, mas a equipe acabou optando por manter Rubens Barrichello ao lado de Jenson Button. Senna espera que dessa vez dê certo e cogita anunciar o seu destino já no GP do Brasil.
O piloto brasileiro correu esse ano na Le Mans Series, e acha que a experiência na categoria será util para a F1, especialmente com a proibição do reabastecimento.
"Eu estava buscando uma nova experiência e ela foi muito útil. Agora eu sei como economizar combustível, poupar pneus, e isso será importante ano que vem."
Senna não guia um monoposto desde novembro do ano passado, e hoje estará em Jerez, na Espanha, ajudando no desenvolvimento de um carro de uma equipe da GP2.
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Quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | 8:27
Nelsinho tenta Campos Meta
O jornal espanhol Marca afirma que Nelsinho Piquet tenta um lugar na nova equipe Campos Meta, em 2010. Segundo o diário esportivo, as conversas já aconteceram, mas Nelson Piquet, pai, condiciona por dinheiro na equipe para o filho correr a uma participação acionária, o que não seria bem aceito pelo investidor espanhol.
Se a negociação de fato ocorreu, é ainda uma tentativa que não pode ser tomada como certa. Para Nelsinho Piquet voltar à Fórmula 1, muitas coisas serão consideradas, sobretudo a questão de imagem junto aos patrocinadores após o episódio de Cingapura.
Mas o que costuma falar mais alto na Fórmula 1 é o dinheiro. Principalmente para uma equipe estreante. Se a proposta de Piquet, pai, for atraente, é bem possível que Nelsinho volte em 2010. E o discurso já estará preparado. A equipe precisa de um piloto com a experiência dos carros atuais da F1 para acelerar o desenvolvimento da nova escuderia.
Quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | 8:08
Massa pilota na segunda-feira
Felipe Massa viaja amanhã para Paris, onde se submeterá a exames médicos da FIA. Se tudo correr bem como o esperado, na segunda-feira da próxima semana ele guia a Ferrari de 2007, com pneus de GP2, para testar as suas reações após o acidente da Hungria.
O brasileiro acelera a sua recuperação, iniciada na última segunda-feira, em Maranello. A Ferrari nega que Massa já possa voltar no GP do Brasil, mas sua presença em Abu Dhabi, no dia 1 de novembro, parece cada vez mais certa.
Quarta-feira, 7 de outubro de 2009 | 15:27
Di Grassi em Interlagos?

O brasileiro avista uma chance em Interlagos. Foto: Getty Images
A central de boatos da Fórmula 1, a todo vapor, dá conta de que o brasileiro Lucas di Grassi poderá substituir Romain Grosjean no cockpit da Renault, no Grande Prêmio do Brasil.
Di Grassi já é o terceiro piloto da Renault, e a equipe gostaria de vê-lo em um grande prêmio antes de definir quem será o companheiro de Robert Kubica em 2010.
A chance ao brasileiro faz sentido. Além da insatisfação com Grosjean, que era piloto gerenciado por Flavio Briatore e perdeu o padrinho, a Renault poderia melhorar sua imagem no país, entregando a Di Grassi o cockpit que era de Nelsinho Piquet.
O Brasil é um dos mais importantes mercados mundiais da Renault, que tem na sua presidência o brasileiro Carlos Ghosn. Lucas di Grassi é um piloto paulista, que venceu a Fórmula Renault brasileira em 2002, antes de tentar carreira na Europa. Vice-campeão da GP2, em 2007, tornou-se terceiro piloto da Renault ano passado.
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pezzolonão acho uma boa. grosjean e piquet , dois bons pilotos, só se queimaram nesse carro 8. Postado às 17:41 do dia 07/10/2009 Rafael SoaresSeria bem bacana ver outro brasileiro no GP de Interlagos!! Gostei da ideia... Abs!Postado às 17:37 do dia 07/10/2009 | Comentar este post
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Quarta-feira, 7 de outubro de 2009 | 14:56
O caminho da Nascar

O colombiano Juan Pablo Montoya abriu a fronteira da Nascar para os egressos da Fórmula 1. Foto: Jeff Zelevansky/Getty Images
Pilotos sem espaço na Fórmula 1 e ainda ávidos por se manter nas pistas costumam buscar outras categorias, nas quais, invariavelmente, ainda fazem sucesso. No passado, o caminho mais natural eram os carros de turismo, mas da década de 80 para cá as categorias norte-americanas começaram a exercer atração.
Primeiro foi a Indy, que começou enviando pilotos para a F1, casos de Jacques Villeneuve e Juan Pablo Montoya, mas também passou a absorver veteranos da F1, como Nigel Mansell e Mauricio Gugelmin.
Agora, a Nascar aparece como nova fronteira para pilotos egressos da F1. Categoria essencialmente norte-americana e a mais popular do país, a Nascar recebeu primeiro o colombiano Montoya, que abriu as portas para outros pretendentes.
Scott Speed, que não foi bem na Fórmula 1, foi para a Nascar; Jacques Villeneuve tentou retomar sua carreira por lá, e Nelsinho Piquet vai fazer um teste na terceira divisão da Nascar, a truck series, na próxima semana.
O novo nome é o de Jarno Trulli, da Toyota, que fará um teste por uma das equipes da categoria, após o GP de Abu Dhabi. Trulli diz que sua prioridade é a F1, mas poderá muito bem ficar por lá caso não encontre um cockpit para 2010.
O finlandês Mika Salo, que correu na F1 de 1994 a 2002, deve participar dos mesmos testes de Trulli na Michael Waltrip Racing.
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MairProcede, ele fará um teste, mas não na série principal da Nascar, e sim em outra, chamada truck series, na qual os carros são pick-ups. Nelsinho guiará um Toyota Tundra.Postado às 08:05 do dia 08/10/2009 RaquelParece que o Piquetzinho também iria tentar uma vaga na Nascar... a informação procede? Postado às 17:40 do dia 07/10/2009 | Comentar este post
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Quarta-feira, 7 de outubro de 2009 | 8:00
Kubica é da Renault
O anúncio oficial deve ser feito hoje, mas Robert Kubica já é piloto da Renault. O polonês também tinha propostas da Williams e da Toyota, mas preferiu a equipe francesa por um conjunto de razões.
Segundo disse ao Lequipe o empresário do piloto, Daniele Morelli, Kubica levou em conta a duração do contrato para poder trabalhar em longo prazo, o nome do engenheiro, a qualidade do motor e as conquistas da escuderia.
Por tais critérios, a Toyota, além dos cortes esperados no orçamento, foi descartada por estar há sete anos na Fórmula 1 sem conquistar uma vitória sequer. Contra a Williams, pesou a indefinição sobre que motor a equipe usará em 2010. Ironicamente, o motor da Williams tende a ser um Renault.
Quarta-feira, 7 de outubro de 2009 | 7:25
Red Bull também quer Raikkonen
Embora tenha anunciado que manteria Sebastien Vettel e Mark Weber para temporada de 2010, a Red Bull estaria interessada em contar com os serviços de Kimi Raikkonen, o que implicaria a exclusão de Weber. O Sporti Bild, da Alemanha, fala de contatos entre o empresário de Raikkonen, Steve Robertson, e a Red Bull. "Estamos negociando até com equipes que todos pensam que não têm mais vagas", disse Robertson, fomentando os rumores. Além da McLaren, que foi apontada como o destino certo de Raikkonen, e da Red Bull, a Toyota também está interessada no finlandês, mas o piloto já disse que só ficará na Fórmula 1 se for para ganhar corridas, o que inicialmente exclui a equipe japonesa.
Terça-feira, 6 de outubro de 2009 | 15:15
Seis horas no simulador

Massa participou de chat com fãs. Foto: Site Ferrari
Felipe Massa andou o equivalente a três grandes prêmios no simulador da Ferrari, em Modena. Em sua primeira atividade para voltar a guiar um fórmula 1, Massa passou quase seis horas no simulador para se readaptar aos comandos de um monoposto.
"O simulador usa um carro de A1GP, que não é exatamente como na Fórmula 1, mas muito próximo. Eu guiei na pista de Barcelona para evitar uma atmosfera ainda maior de teste", disse Massa ao site oficial da Ferrari.
O piloto brasileiro afirmou que tudo correu bem, e depois do teste regressou a Maranello para exercícios físicos e conversas com torcedores pelo fórum do site da Ferrari.
Amanhã, Massa volta ao simulador, e na quinta-feira participará de um evento inteiramente dedicado aos fãs, no www.ferrari.com community. A programação de sexta-feira ainda não foi definida, mas a Ferrari garante que o teste com um carro de F1 não será essa semana.
Terça-feira, 6 de outubro de 2009 | 15:01
Onde há fumaça...
A Ferrari anunciou hoje em comunicado oficial que Luca Marmorini assume o comando do departamento de motores e componentes eletrônicos da escuderia. O engenheiro volta à Ferrari após 10 anos na Toyota.
É aí que a notícia levanta suspeita. Por que a Toyota perde um excelente técnico se ainda precisa se firmar na Fórmula1? A saída de Marmorini reforça os boatos de que a equipe japonesa pode mesmo deixar a categoria ao fim da temporada.
A Toyota tentou recentemente contratar Robert Kubica e aparentemente não conseguiu. A permanência da equipe na F1 está condicionada aos resultados financeiros da empresa, e sem atrair pilotos de ponta estaria condenada a mais uma temporada como coadjuvante.
Os atuais pilotos da equipe, Jarno Trulli e Timo Glock, estão liberados para cuidar de suas vidas e a Toyota não exerceu a opção que tinha para renovar o contrato de Glock. As notícias não são muito animadoras, e a esperança é que a equipe consiga bons resultados no Brasil e em Abu Dhabi, estimulada pelos dois recentes segundos lugares, em Cingapura, com Glock, e no Japão, com Trulli.
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Willian CeolinEu acho que nessa fumaça não tem fogo.
A teoria até poderia fazer sentido se Marmorini não tivesse deixado a Toyota já em janeiro (dia 19).
Ele estava desempregado há quase nove meses e recebeu o convite para voltar à ativa pela Ferrari...
Ou seja, o italiano não tinha mais nenhum compromisso com a escuderia japonesa...
Abraço!Postado às 11:19 do dia 07/10/2009 | Comentar este post
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Terça-feira, 6 de outubro de 2009 | 11:29
Façam suas apostas
A duas corridas do fim da temporada, ninguém ousa cravar um favorito para o título de 2009. Depois do que ocorreu nos últimos dois anos, todo mundo pôs as barbas de molho e os videntes desapareceram.
Matematicamente, o favoritismo é de Button, mas não seria surpresa se o título ficasse com Barrichello ou Vettel. Na Brawn, ninguém canta vitória antes do tempo e a norma nas declarações tem sido cautela.
Ross Brawn, o homem que assombrou a categoria esse ano ao pegar o espólio de uma Honda que não se acertava e, com orçamento reduzido, criar uma equipe vencedora, é o mais cuidadoso com as palavras.
"Essa tem sido uma temporada de altos e baixos. Tiveram corridas em que nós pensamos que a Red Bull seria muito forte, e eles não foram. Em outras corridas, pensamos que nós seríamos fortes e não fomos. Então, é uma temporada muito difícil de prever", disse Brawn à Autosport.
Button já afirmou que vai continuar encarando uma corrida de cada vez, sem pressa de definir o título. O inglês pode se dar a esse luxo, já que abriu uma tremenda vantagem na primeira metade da temporada. Sua atitude super cautelosa, porém, vem deteriorando essa vantagem, e permitir que a decisão do campeonato chegue à última corrida é muito arriscado.
Barrichello e Vettel estão mais na posição de franco atiradores. O brasileiro disse que não vai ficar fazendo contas e quer ganhar corridas. Vettel compartilha do mesmo princípio, pois é a única maneira de tirar a vantagem dos pilotos da Brawn. Façam suas apostas.
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GabrielVettel não tem chance. Uma reação estilo Raikkonen em 2007 vai ser muito complicada na situaçao dele. Torço pelo Barrichello, mas, assim como o Edward, acho que o carro da Brawn vai ter que render muito mais do que está rendendo agora para que ele consiga os 15 pontos. Já o Button, só resta torcer contra!Postado às 09:20 do dia 07/10/2009 EdwardEu acho que o Button leva por duas razões.
1- A Brawn não está andando bem o suficiente e é bem provável que o Rubinho não consiga fazer os 15 pontos necessários para ser campeão mesmo que Button não pontue nas duas corridas.
2- Está se falando muito das chances do Vetel, mas a probabilidade do motor dele estourar nas próximas duas corridas é grande. O GP do Brasil será a terceira corrida do motor, e ele tem forçado o motor para se manter competitivo. Então a menos que a Red Bull esteja muito mais rápido que qualquer outro carro nos próximos GPs, ele vai forçar o motor que provavelmente irá estourar ou durante uma das corridas, ou com "sorte" em um treino livre.Postado às 15:03 do dia 06/10/2009 LuizVettel é o que tem menos a perder, por isso pode arriscar sem medo de ser feliz. Estas duas provas, salvo chefes de equipe muito cuidadosos, prometem fazer a alegria dos fãs de F1.Postado às 13:17 do dia 06/10/2009 | Comentar este post
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Terça-feira, 6 de outubro de 2009 | 10:51
Alain Prost aposta em Vettel

A barba por fazer de Vettel seria promessa até o título ser definido. Foto: Getty Images
O francês Alain Prost, quatro vezes campeão mundial de Fórmula 1, elogiou a postura de Sebastien Vettel de não desistir da luta pelo título e acha que será muito difícil o alemão ser superado em Interlagos.
Depois do Grande Prêmio da Itália, quando a Brawn fez dobradinha, com Barrichello e Button, deixando Vettel para trás na disputa, o dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, jogou a toalha e considerou o título perdido.
Vettel, no entanto, se recusou a entregar os pontos, e com sua vitória no último domingo, em Suzuka, está mais perto do líder Jenson Button do que Kimi Raikkonen estava de Lewis Hamilton, há dois anos, nessa mesma altura do campeonato.
"Agora a equipe o está apoiando", disse Prost à rádio Europe 1, acrescentando que "em São Paulo vai ser muito difícil dele ser batido."
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Segunda-feira, 5 de outubro de 2009 | 15:53
Massa em Maranello

Massa foi recebido por Domenicali e já iniciou os testes físicos. As voltas no carro de 2007 serão semana que vem. Foto: Ferrari.com
Felipe Massa voltou a Maranello pela primeira vez desde o seu acidente na Hungria e foi recebido pelo chefe da equipe, Stefano Domenicali, que acabava de voltar de Suzuka.
"Finalmente estou de volta à casa", disse Massa ao site Ferrari.com. "Esta é a minha segunda família e eu não podia esperar mais para vê-los de novo, todas as pessoas com quem eu tenho trabalhado por muitos anos e que estiveram perto de mim estes dias. Agora eu posso realmente dizer que comecei a trabalhar de novo", completou Massa.
"É bom ter Felipe de volta conosco", retribuiu Domenicali. "Hoje teremos reuniões técnicas e exercícios físicos. Felipe tem que voltar ao topo: ele tem um exigente período pela frente, mas ele sabe que nós não estamos com pressa."
Domenicali procura conter a ansiedade do piloto e da torcida ferrarista, que gostaria de vê-lo de volta ao cockpit o mais rápido possível. A Ferrari ainda não decidiu quando ele guiará um modelo 2007, com pneus de GP2, mas adiantou que não será nesta semana.
O teste de Massa será acompanhado por médicos da FIA, que irão avaliar o estado de saúde do piloto para autorizarem sua volta às pistas. Domenicali já descartou a volta do brasileiro em Interlagos, mas a possibilidade de que corra em Abu Dhabi permanece aberta.
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Segunda-feira, 5 de outubro de 2009 | 14:53
Parabéns Froilan Gonzalez!

O argentino dá à Ferrari a primeira vitória na F1, em 1951, em Silverstone

Em 2002, com Schumacher, foi homenageado pela escuderia. Foto: Getty Images
O site da Sport Auto registrou com propriedade o aniversário do piloto argentino Froilan Gonzalez, que completa 87 anos hoje. Gonzalez correu na mesma época de Fangio, o que explica que tenha ficado um pouco ofuscado, mas foi um grande piloto na sua época.
Gonzalez, o cabeção como era chamado pelos colegas, foi responsável pela primeira vitória da Ferrari, na Fórmula 1, em 1951, em Silverstone. e ao voltar para a escuderia, em 1954, repetiu a vitória no tradicional circuito inglês. Ainda pela Ferrari, Gonzalez venceu uma prova em circuito de rua na Argentina, em 1951, e as 24 Horas de Le Mans, em 1954, em dupla com o francês Maurice Trintignant.
O piloto argentino não se enquadraria no perfil da Fórmula 1 moderna. Era muito gordo, pesado e guiava com os braços para fora do cockpit, mas era extremamente veloz. No GP da Inglaterra de 1951, se tornou o primeiro piloto a dar uma volta em Silverstone acima de 160 km/h.
Enzo Ferrari o descreveu como o oposto de Fangio, um piloto constante e regular. Segundo Ferrari, quando estava na frente, Gonzalez não era rápido e acabava se deixando ultrapassar, mas quando era ele quem perseguia, se tornava um "demolidor de adversários".
O fundador da Ferrari foi eternamente grato a Gonzalez pelo primeiro sucesso de sua escuderia na F1, e também destacou a vitória do argentino em Le Mans, conquistada sob chuva torrencial.
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Octavio TostesSensacional esse post, Mair. Conhecia o Fangio mas o Gonzales não.
Ele gordo correndo com os braços para fora do cockpit é uma cena sensacional. E correndo muito na perseguição e pouco na liderança, melhor ainda.
Abs, Postado às 18:32 do dia 05/10/2009 | Comentar este post
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Segunda-feira, 5 de outubro de 2009 | 10:20
Dr. Jenson & Mr. Button

Button foi se transformando ao longo da temporada de piloto vencedor em burocrata. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Assim como no famoso livro "Dr. Jekyll and Mr. Hyde", do escocês Robert Louis Stevenson, aqui traduzido como "O médico e o monstro", o piloto inglês Jenson Button parece ter desenvolvido uma dupla personalidade ao longo da atual temporada da Fórmula 1.
Na primeira metade do campeonato, Button foi um piloto dominante, que impôs seus estilo sem dar a menor chance aos adversários. Em sete provas, venceu seis e chegou a ser proclamado campeão por antecipação.
Em temporadas anteriores, pilotos que venceram as quatro primeiras corridas, como Ayrton Senna, em 1991, ou as cinco primeiras, como Nigel Mansell, em 1992, conquistaram o campeonato sem problemas.
Button terminou as primeiras sete provas com o equivalente a 66 pontos. Na verdade, foi menos, porque o GP da Malásia, encerrado com 33 voltas por causa da chuva, só valeu a metade dos pontos. Mas para efeito de exercício do desempenho dos pilotos, vamos considerar a pontuação integral, o que daria a Button, com seis vitórias e um terceiro lugar, 66 pontos.
Para se ter uma idéia da sua vantagem, Rubens Barrichello seria o vice-campeão dessa primeira metade da temporada, com 37 pontos, e Sebastien Vettel, o terceiro, com 23 pontos.
Mas como no romance acima citado, o monstro começa a dominar o médico. O Jenson brilhante de até então dá lugar a um piloto burocrático, que deixa de lado a vontade de vencer e se contenta com posições intermediárias.
Nas oito corridas que chamamos de segunda metade do campeonato, marca apenas 24 pontos, enquanto Vettel e Barrichello, aproveitando-se de sua timidez, deslancham. O piloto alemão faz 40 pontos, e o brasileiro marca 36.
O saldo da história até o momento é um campeonato ainda indefinido, no qual Button tem 14 pontos de vantagem sobre Barrichello, e 16 sobre Vettel. Em 2007, Lewis Hamilton tinha 17 pontos de vantagem sobre Kimi Raikkonen a duas corridas do fim da temporada. Ou seja, mais do que Button tem sobre seus principais adversários. E no fim do campeonato, o título foi do finlandês. É bom Button abrir o olho.
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RaquelTalvez o problema não seja UMA mulher, mas VÁRIAS... já ouvi dizer que o cara tem fama de fanfarrão, adora uma noitada, essas coisas.. estilo Kimi! rs Será que é verdade?? Bom, pelo menos Kimi conseguiu garantir seu título em 2007 e nem era o favorito...Postado às 01:14 do dia 06/10/2009 Jorge MansurGalera,
com permissão e o perdão das moças que acompanham o Blog, tá na cara que, nesse caso, tem mulher no meio. O rapaz deve ter se enrabichado com alguma daquelas divas que passeiam pelos boxes e perdeu toda a concentração....pelo menos nas pistas!
Os mais " antigos" lembram do tenista Jimmy Connors....casou com uma ex coelinha da playboy e começou a perder. Viva o AMOR!!Postado às 20:49 do dia 05/10/2009 GabrielEsqueci de falar: MUITO BOA A FOTO! TUDO A VER COM O TEXTO.Postado às 11:29 do dia 05/10/2009 GabrielAssino embaixo. Começou com vontade de Schumacher e agora se mostra um acomodado com a vantagem que tem. Merece perder o título pelo conformismo.Postado às 11:28 do dia 05/10/2009 | Comentar este post
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Domingo, 4 de outubro de 2009 | 12:16
Resultado confirmado
Embora os comissários de Suzuka tenham confirmado que Nico Rosberg andou rápido demais quando o safety car entrou na pista por conta do acidente de Jaime Alguersuari, o piloto da Williams não foi punido e o resultado da corrida ficou mantido.
Os comissários entenderam que Rosberg não pode ver sua velocidade por causa da mensagem de pouco combustível no painel da direção. Rosberg fez sua última parada com o safety car na pista, e por ter andado acima da velocidade permitida nessas condições, voltou à frente dos dois carros da Brawn e de Nick Heidfeld.
Domingo, 4 de outubro de 2009 | 5:14
Rosberg em julgamento
Os comissários do GP do Japão estão investigando se Nico Rosberg andou muito rápido quando o safety Car entrou na pista e se beneficiou disso para conquistar a quinta posição.
Ross Brawn disse à BBC que Rosberg levou vantagem, já que estava atrás dos dois carros da Brawn e de Nick Heidfeld e voltou à frente deles quando a corrida foi retomada. Button foi ainda mais contundente e disse estar convicto de que ganhará mais um ponto com a punição a Rosberg.
O piloto da Williams, por sua vez, garante que não acelerou sob o safety car e não obteve vantagem extra. Se Rosberg for punido, o título mundial de construtores será decidido a favor da Brawn, que deixou de conquistá-lo por apenas meio ponto.
Domingo, 4 de outubro de 2009 | 5:06
Massa vai testar
Felipe Massa viaja hoje para a Itália e na próxima semana ou na seguinte irá testar um carro da GP2. A FIA autorizou este teste para que as reações do piloto brasileiro possam ser avaliadas após o seu acidente na Hungria.
Massa primeiro fará testes no simulador da Ferrari, em Maranello, e depois guiará o carro da GP2. O brasileiro poderá fazer um segundo teste com a Ferrari de 2007, equipada com pneus da GP2, assim como fez Schumacher, recentemente.
Se Massa se mostrar recuperado, é bem provável que a Ferrari o mande de volta às pistas rapidamente. A equipe tem como objetivo o terceiro lugar no mundial de construtores, mas com apenas Raikkonen pontuando a diferença para a a McLaren caiu para dois pontos.
Como Fisichella ainda não se adaptou ao carro, a Ferrari poderá apostar em Massa para colher mais alguns pontos em pelo menos uma das duas corridas que faltam.
Stefano Domenicali, o chefe da Ferrari, disse que não há a menor chance de Massa estar pronto para correr no Brasil, mas deixou a possibilidade de um retorno em Abu Dhabi.
Domingo, 4 de outubro de 2009 | 4:19
Button sai no lucro

Button conseguiu mais um pontinho e tem 14 de vantagem sobre Barrichello, e 16 sobre Vettel, com 20 em jogo. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Jenson Button podia ter deixado Suzuka com o título mundial, mas diante das circunstâncias do GP do Japão saiu no lucro. O piloto inglês largou na 10ª posição, portanto fora da zona de pontuação, e o oitavo lugar ao cruzar a linha de chegada lhe valeu um pontinho precioso na lenta caminhada rumo ao título.
A duas provas do final da temporada, Button tem agora 14 pontos de vantagem sobre Barrichello e 16 sobre Vettel. Com 20 pontos em jogo, é uma vantagem considerável, que faz prever uma atitude ainda mais conservadora do piloto inglês.
Com a redefinição do grid após as punições do sábado, Button largou em 10º lugar e viu sua diferença para Barrichello no início da corrida aumentar de duas para quatro posições. Se Buton tinha motivos de sobra para se preocupar, Barrichello ganhava três posições e dizia que nem em sonho podia imaginar largar na sexta posição.
O brasileiro conseguiu guardar esta vantagem, mas na 13ª volta, Sutil tentou ultrapassar Kovalainen na chicane, os dois se tocaram e Button, que vinha logo atrás, ganhou duas posições de uma só vez, entrando na zona de pontuação.
Barrichello ainda perdeu o sexto lugar para Rosberg e ficou apenas uma posição à frente de Button. A diferença para Button se reduziu para 14 pontos, que o inglês tentará administrar nas corridas que faltam.
Interlagos e Abu Dhabi são pistas favoráveis aos carros da Brawn, e se Button e Barrichello continuarem juntos é bem possível que a decisão se estenda até a última prova do ano.
Domingo, 4 de outubro de 2009 | 3:54
Vettel continua na briga

Vettel comemora sua terceira vitória na temporada e se mantém na disputa do título. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O alemão Sebastien Vettel dominou o GP do Japão de ponta a ponta, fazendo valer a vantagem de seu carro em Suzuka e se mantendo na luta pelo título a duas provas do final da temporada.
Embora suas chances de chegar ao título mundial parecessem remotas antes de Suzuka, Vettel disse que lutaria até o fim e mostrou isso no Japão. Com uma vitória absoluta, Vettel sinalizou que está no páreo diante de qualquer falha que Button venha a cometer nas corridas que faltam.
Com Vettel inalcançável na liderança da prova, as disputas se deram um pouco mais atrás e efetivamente se definiram nas paras de boxe. Trulli, que perdera o segundo lugar para Hamilton na largada, recuperou a posição no segundo pit stop, e garantiu à Toyota o segundo lugar consecutivo em duas semanas.
Hamilton voltou ao pódio, desta vez em terceiro lugar, e deve manter esta constância até o fim da temporada, tornando-se peça importante na decisão do título. Kimi Raikkonen foi o quarto colocado, ganhando a posição de Heidfeld no segundo pit stop, e no final ainda deu um calorzinho em Hamilton, mas sem chance de ultrapassagem.
Nico Rosberg fez o seu segundo pit stop logo após a entrada do safety car, a nove voltas do fim da corrida, e conquistou o quinto lugar. O safety car ficou na pista por quatro voltas depois que Alguersuari, da Toro Rosso, rodou e bateu forte. O piloto espanhol deixou o carro sozinho, mas foi levado ao hospital para exames.
Barrichello e Button, no duelo particular dos pilotos da Brawn, fecharam a zona de pontuação em sétimo e oitavo lugares, respectivamente.
A decisão vai agora para o Grande Prêmio do Brasil, no próximo dia 18, em Interlagos.
Sábado, 3 de outubro de 2009 | 14:08
SpeedBlog-Campeão
Começou a circular neste sábado um novo jornal de esportes, chamado "Campeão". O novo diário estreou com o pé direito, estampando em manchete a conquista das Olimpíadas de 2016 pelo Rio de Janeiro.
O SpeedBlog está lá com uma coluna de Fórmula 1 aos sábados e às segundas-feiras. É mais um espaço para troca de idéias sobre a categoria principal do automobilismo mundial e tudo que a envolve.
Sábado, 3 de outubro de 2009 | 13:35
Virada em Suzuka

A situação parece melhor para Button fora das pistas. Foto: Getty Images
O campeonato mundial de Fórmula 1 pode esquentar ainda mais neste domingo, em Suzuka, considerando a formação do grid. Sebastien Vettel, da Red Bull, fez a pole-position e foi o piloto mais veloz durante todas as classificações de sábado. Pode ser considerado o favorito disparado para a vitória, que lhe daria mais 10 pontos na tabela.
Se Vettel pode sair de Suzuka com 69 pontos, caso seja o vencedor, a Brawn pode muito bem não pontuar, já que Rubens Barrichello e Jenson Button perderam cinco posições no grid por não terem reduzido a velocidade sob bandeira amarela no Q2 e vão largar em 11º e 13º lugares, respectivamente.
Caso os dois pilotos da Brawn não pontuem e Vettel ganhe a corrida, a classificação pós GP do Japão seria a seguinte: Button, 84 pontos, e Vettel e Barrichello empatados com 69 pontos, com vantagem para o alemão por ficar com uma vitória a mais. Isso deixaria o campeonato ainda mais aberto, com provável decisão na última etapa, dia 1 de novembro, em Abu Dhabi.
As penas por irregularidades no acidentado treino de Suzuka também atingiram Fernando Alonso, Adrian Sutil e Sebastien Buemi. Keiki Kovalainen e Vitantonio Liuzzi também perderam cinco posições no grid pela troca do câmbio de seus carros.
As mudanças no grid beneficiaram a Ferrari, com Kimi Raikkonen subindo para a quinta posição, e Giancarlo Fisichella para a 12ª.
Sábado, 3 de outubro de 2009 | 13:19
McLaren com motor BMW
A revista alemã Auto Motor und Sport afirmou que a McLaren cogita interromper sua relação com a Mercedes ao fim desta temporada, e comprar a divisão de motores de Fórmula 1 da BMW.
De acordo com a publicação alemã, a idéia seria de Ron Dennis com o intuito de deixar a McLaren independente de qualquer fabricante e ser ela mesma a construtora de seus carros e motores.
A McLaren ainda tem contrato com a Mercedes por mais duas temporadas, mas o movimento da equipe inglesa faria sentido diante do interesse cada vez maior da Mercedes pela Brawn, o que poderá levar a fábrica alemã a ter a sua própria equipe de F1.
A Auto Motor und Sport disse que a BMW estaria interessada em vender a sua divisão de motores de F1 por um preço justo, e que Ron Dennis já teria feito contatos com a fábrica alemã.
Sábado, 3 de outubro de 2009 | 3:36
Vettel faz a pole

Vettel fez o melhor tempo no Q1, no Q2 e no Q3 e larga na primeira posição do grid. Foto: Clive Mason/Getty Images
Com a temperatura amena e as curvas de alta, a Red Bull confirmou o favoritisno em Suzuka, e Sebastien Vettel cravou a pole-position para o GP do Japão, o que mantém viva a sua chance matemática de chegar ao título mundial.
Em compensação, Mark Weber bateu forte na sessão de sábado pela manhã e ficou fora do último treino classificatório, já que foi impossível recuperar seu carro. Weber vai largar na 20ª e última posição do grid.
Trulli, da Toyota, fez o segundo melhor tempo, e Hamilton, da McLaren, o terceiro tempo. Na disputa do título, Barrichello voltou a levar vantagem sobre Button e larga na quinta posição, enquanto o inglês sai em sétimo.
O treino classificarório para o GP do Japão foi interrompido por três bandeiras vermelhas, a mais grave delas pelo acidente que feriu Timo Glock, da Toyota, no Q2. O piloto alemão foi levado de helicóptero para o hospital, com ferimentos na perna esquerda e dores nas costas.
Pela Ferrari, Kimi Raikkonen foi o oitavo e Fisichella, o 16 º.
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Sexta-feira, 2 de outubro de 2009 | 16:59
Rio 2016
O SpeedBlog parabeniza o Rio de Janeiro pela escolha como sede para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, com a certeza de que essa será uma grande oportunidade para a valorização dos esportes no Brasil. E tomara que desta vez venha o legado que o Pan deixou de entregar.
Sexta-feira, 2 de outubro de 2009 | 15:22
Imagens do dia

Rubens Barrichello conversa com o engenheiro da Brawn Jock Clear durante o treino para o Grande Prêmio de Suzuka. Entre os candidatos ao título, o brasileiro foi o mais bem colocado (9º). Foto: Mark Thompson/Getty Images

Jenson Button se prepara para o dia de treinos em Suzuka. O inglês pode conquistar o título da temporada 2009 neste fim de semana. Foto: Clive Mason/Getty Images

Giancarlo Fisichella guia sua Ferrari sob chuva. O italiano chegou em quarto lugar, superando pela primeira vez o companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, que fez o oitavo tempo. Foto: Clive Mason/Getty Images
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Sexta-feira, 2 de outubro de 2009 | 9:32
Massa x Hamilton
O inglês Lewis Hamilton tentou mostrar indiferença aos comentários de Felipe Massa sobre o "roubo" do GP de Cingapura e sua consequência no resultado final do campeonato do ano passado, mas acusou o golpe.
Primeiro piloto a falar abertamente e com sinceridade sobre a armação da Renault em Cingapura, Massa disse que a manipulação daquela prova mudou a história do campeonato que ele acabou perdendo por apenas um ponto para Hamilton.
Massa disse que o que aconteceu em Cingapura foi um roubo e que o resultado da corrida foi mantido como se nada tivesse acontecido. Caso a FIA tivesse anulado o GP de Cingapura, Massa seria o campeão.
"Tudo o que eu posso dizer é que foi uma temporada dura, coisas aconteceram, existiram muitas condicionantes ao longo do ano, então eu estou um pouco surpreso de ouvi-lo dizer isso, para ser franco", disse Hamilton.
"Eu acredito que nós tivemos uma disputa justa durante a temporada, por isso estou surpreso. Não me importa o que ele diz", acrescentou o inglês.
Ao contrário do que tentou transmitir, as declarações de Massa incomodaram Hamilton visivelmente, e lá no fundo ele deve saber que sem a falcatrua de Cingapura, o título de 2008 seria do brasileiro.
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Sexta-feira, 2 de outubro de 2009 | 8:37
Kovalainen é o mais rápido da sexta

Kovalainen conseguiu pegar uma pista meio seca no finzinho do treino para marcar a volta mais rápida. Foto: Clive Mason/Getty Images
Se os treinos de sexta-feira já costumam ser enganadores, o de hoje em Suzuka não pode ser tomado como parâmetro para nada. Com muita chuva o dia todo, o treino da tarde nem foi aproveitado e o melhor tempo foi o de Heikki Kovalainen ainda pela manhã.
A pista também estava molhada na parte da manhã, mas Kovalainen esperou até o último minuto para dar a sua volta rápida e pegou o asfalto secando. Com isso, tirou de Nakajima um dia de herói no Japão, já que era o mais rápido até então.
Entre os candidatos ao título, Barrichello foi o mais bem colocado (9º), exatamente nove posições à frente de Button. A Red Bull, apontada como favorita em Suzuka, fez o 11º tempo, com Weber, e o 17º, com Vettel. Fisichella colocou a Ferrari em quarto lugar, superando pela primeira vez o companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, que fez o oitavo tempo.
O japonês Kamui Kobayashi, que substituiu Timo Glock, na Toyota, foi o penúltimo colocado, mas só foi superado por Trulli nos cinco minutos finais da sessão. Glock não se sentiu bem, mas deve voltar ao cockpit da Toyota no treino final.
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Quinta-feira, 1 de outubro de 2009 | 17:48
O primeiro match point de Button

Button virou coadjuvante nas últimas sete corridas e precisa recuperar o protagonismo para dar brilho à sua conquista. Foto: Clive Mason/Getty Images
Jenson Button terá no Grande Prêmio do Japão sua primeira chance de decidir o campeonato. Como em uma partida de tênis, o inglês tem três match points a seu favor e uma vantagem considerável sobre os adversários. Mas é justamente neste momento da partida que um verdadeiro campeão precisa ter concentração e frieza.
Button disse que não vai ficar afoito em tentar decidir o título logo em sua primeira tentativa, o que permite duas leituras: o piloto joga estrategicamente com a sua vantagem ou teme correr riscos para garantir logo o campeonato.
A primeira atitude é correta e demanda calma e frieza. Emerson Fittipaldi foi um mestre nesse tipo de jogo e conquistou dois títulos mundiais. Mas o temor de riscos pode ser preocupante, pois revelaria uma insegurança de Button. Desde Silverstone, ele vem sendo superado por Barrichello e cometendo erros que revelam um certo nervosismo. A péssima largada em Valência, a escolha errada de pneus nos treinos em Spa, a mudança no acerto do carro no treino final em Cingapura são exemplos claros.
Button parece ter perdido o brilho demonstrado nas sete primeiras corridas do campeonato, quando venceu seis e parecia imbatível. A confiança da primeira metade da temporada desmoronou e seu papel nas últimas sete corridas foi de coadjuvante e não de protagonista.
É muito difícil Button perder o título deste ano, mas suas declarações, ao contrário das de Barrichello e Vettel, revelam um piloto assustado na hora da decisão. Button tem o primeiro saque decisivo nas mãos e o que a Fórmula 1 espera dele é que mostre combatividade e desejo de ganhar.
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Quinta-feira, 1 de outubro de 2009 | 13:24
O pensamento de Alonso

Alonso gostaria de repetir Schumacher. Foto: Getty Images
Fernando Alonso disse em Suzuka que pretende encerrar sua carreira na Ferrari, que a Ferrari é mais que uma equipe e que trocar a Ferrari por outra escuderia é um passo atrás na carreira de qualquer piloto. As declarações de amor são naturais nesta fase de lua de mel, que piloto e equipe esperam que seja longa.
Mas o que me pareceu mais sensato das declarações de Alonso foi dito em uma entrevista conduzida pela Renault, quando perguntado se gostaria de encerrar sua carreira ganhando um título mundial. Com lucidez, o piloto espanhol respondeu que "quando você ganha e tudo vai bem, você vive a tentação de continuar por mais um ano e repetir isso, sem realizar que a conquista de um título é algo muito complicado.".
Alonso acrescentou que é por essa razão que se ele tiver a sorte de vencer outro título seria o perfeito momento para parar. Isso não significa que Alonso encerraria sua carreira se fosse campeão logo em seu primeiro ano na Ferrari, mas o piloto tem consciência que ganhar um título depende de uma série de fatores e que essa conquista precisa ser valorizada.
A mudança de Alonso para a Ferrari é muito comparada a de Schumacher, quando trocou a Benetton pela escuderia italiana e com ela conquistou muitas vitórias e cinco títulos mundiais consecutivos. Alonso não nega que gostaria de se igualar a Schumacher, mas reconhece que a tarefa é duríssima. "Eu gostaria de fazer o mesmo que Michael, vencendo muitos campeonatos, mas isso será muito difícil."
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Quinta-feira, 1 de outubro de 2009 | 12:07
O desafio da 130R
Todos os pilotos estão felizes com a volta do GP do Japão à Suzuka, realmente um dos grandes circuitos da atualidade, com curvas rápidas e desafiadoras. Entre elas, destacaria a 130R, uma curva cega à esquerda, que tem como pano de fundo a tradicional roda gigante de Suzuka, da qual os pilotos se aproximam a 300 km/h.
Foi na 130R que Fernando Alonso fez a sua mais espetacular ultrapassagem sobre Michael Schumacher, em 2005. Esta manobra é reveladora do talento de Alonso, pois o título já estava decidido a seu favor, e, mesmo assim, ele assumiu todos os riscos de ultrapassar Schumacher na mais rápida curva do circuito.
A 130R está entre as grandes curvas da Fórmula 1, como a Parabólica, em Monza; Eau Rouge, em Spa; Peraltada, no México, e Tarzan, em Zandvoort. A curva foi redesenhada após o grave acidente de Alan McNish, com Toyota, em 2002, mas continua um grande desafio para os pilotos.
Quem já correu em Suzuka, está louco para voltar à pista e mesmo quem ainda não a conhece sonha com ela. Sebastien Vettel, que correrá lá pela primeira vez, disse que a considera a melhor do mundo, e Lewis Hamilton, outro estreante, comentou que brincava de correr no circuito quando era criança e que sonha com a hora de conhecê-la de verdade.
Quinta-feira, 1 de outubro de 2009 | 12:06
Domenicali: igualdade para Massa e Alonso
Antes mesmo de a Ferrari anunciar oficialmente a dupla Alonso-Massa para a temporada 2010, um possível favorecimento do piloto espanhol em detrimento do brasileiro era uma das questões que já preocupavam os fãs do esporte.
Ao longo de sua carreira, o bicampeão mundial Fernando Alonso demonstrou ser um piloto difícil de lidar, ao exigir regalias dentro da Renault e ao criar atritos com Lewis Hamilton em sua passagem pela McLaren - quando a equipe inglesa permitiu igualdade entre os pilotos na disputa pelo campeonato, em 2007.
Frente a esses questionamentos, o chefe da equipe Stefano Domenicali garantiu aos repórteres da revista Autosport que nenhum dos dois terá prioridade - a menos, claro, que um deles esteja na disputa pelo título e outro não. O chefão da Ferrari afirmou que essa tem sido a postura que a escuderia italiana tomou desde a formação da dupla Massa-Raikkonen e que a chegada de Alonso não irá alterar a situação.
Ao ser questionado sobre como a Ferrari irá lidar com o fato de ter dois pilotos competitivos, respondeu: "Da mesma maneira como fizemos com Felipe e Kimi nos dois últimos anos. Os pilotos que integram nossa equipe devem respeitar as regras."