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Quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | 17:04
Jogo de equipe
Christian Horner (E) determinou a Mark Weber que apóie Sebatien Vettel na disputa do título mundial. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Mark Weber recebeu ordens da Red Bull para ajudar Sebastien Vettel na luta pelo título mundial deste ano. O piloto australiano, que não tem mais chances de ser campeão, atuará como escudeiro de Vettel e permitirá a ultrapassagem do companheiro de equipe, caso esteja à frente nas próximas corridas.

"Mark é um integrante da equipe e entende que ele agora deve apoiar Sebastien", disse o chefe da Red Bull, Christian Horner, à revista alemã Sport Bild.

Esse jogo de equipe é comum na Fórmula 1 e não afeta a ética do esporte. Weber não pode provocar um acidente para prejudicar um concorrente de Vettel, mas pode ajudá-lo contendo os adversários, caso conquiste uma melhor posição de largada.

Se na Red Bull o jogo de equipe está estabelecido, na Brawn a luta é aberta entre os dois pilotos, que têm chances de chegar ao título. Isso pode representar uma desvantagem para a equipe inglesa nas duas corridas que faltam.

Vettel está com moral elevada para o Grande Prêmio do Brasil, após sua vitória em Suzuka. O piloto alemão disse que o desempenho do carro em Cingapura e no Japão lhe deu a certeza de que andará muito bem em Interlagos.
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Terça-feira, 6 de outubro de 2009 | 10:51
Alain Prost aposta em Vettel
A barba por fazer de Vettel seria promessa até o título ser definido. Foto: Getty Images
O francês Alain Prost, quatro vezes campeão mundial de Fórmula 1, elogiou a postura de Sebastien Vettel de não desistir da luta pelo título e acha que será muito difícil o alemão ser superado em Interlagos.

Depois do Grande Prêmio da Itália, quando a Brawn fez dobradinha, com Barrichello e Button, deixando Vettel para trás na disputa, o dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, jogou a toalha e considerou o título perdido.

Vettel, no entanto, se recusou a entregar os pontos, e com sua vitória no último domingo, em Suzuka, está mais perto do líder Jenson Button do que Kimi Raikkonen estava de Lewis Hamilton, há dois anos, nessa mesma altura do campeonato.

"Agora a equipe o está apoiando", disse Prost à rádio Europe 1, acrescentando que "em São Paulo vai ser muito difícil dele ser batido."
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Sexta-feira, 25 de setembro de 2009 | 12:13
Red Bul surpreende
Vettel foi o mais rápido no treino de sexta e a adaptação do carro da Red Bull à pista de Cingapura foi acima do esperado. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O desempenho da Red Bull surpreendeu as demais equipes em Cingapura, e Sebastian Vettel foi o mais rápido no último treino da sexta-feira, com boa vantagem sobre a Brawn, rival direta na disputa pelo título mundial.

As características de forte pressão aerodinâmica do circuito de Cingapura são mais benéficas aos carros da Brawn, mas a Red Bull mostrou boa adaptação e foi competitiva desde a primeira sessão. O dia parecia favorável à Brawn, que fez os dois melhores tempos da primeira sessão, com Barrichello e Button, respectivamente.

Mas no treino seguinte, Vettel foi o mais rápido, e Weber, que acabou em sexto, poderia ter baixado o seu tempo se não tivesse rodado e batido na saída da última curva. Até o acidente, Weber era o piloto mais rápido da Red Bull.

Button foi o quinto colocado, mais de meio segundo atrás de Vettel, e Barrichello ficou em 11º, quase um segundo depois do alemão. Alonso fez o segundo melhor tempo, seguido por Kovalainen e Heidfeld. A Ferrari não andou bem, deixando Raikkonen em 14º e Fisichella, em 16º lugares.
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GabrielRubinho na frente do Button na primeira sessão. Parece que agora vai!Postado às 16:04 do dia 25/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 11:28
Red Bull joga a toalha
O dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, acha que o título foi perdido antes de Monza por causa dos motores. Foto: Getty Images / Mark Thompson
Nocauteada pela dobradinha da Brawn em Monza, a Red Bull jogou a toalha. Em entrevista à Autosport, o dono da equipe, o austríaco Dietrich Mateschitz, afirmou que as esperanças no título já tinham sido perdidas antes mesmo do GP da Itália.

"As razões para isso são que os nossos motores são inferiores a outros e as regras que limitaram os pilotos a oito motores por temporada, sem teste ou desenvolvimento."

Mateschitz desconsiderou até a possibilidade matemática, com o argumento realista da necessidade de um novo motor, já que resta apenas um motor para cada um de seus pilotos nas quatro últimas corridas.

"A primeira coisa que eu espero é a perda de 10 posições no grid, porque precisaremos de um nono motor. Nós não podemos nem fazer uma preparação adequada para as corridas durante os treinos livres porque precisamos poupar os motores", queixou-se.

A Red Bull utiliza motores Renault e já manifestou a intenção de trocá-los pelos Mercedes, que já fornece para McLaren, Brwan e Force India.
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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:40
Brawn à frente da Red Bull
Na disputa particular entre os candidatos ao título, a Brawn levou a melhor sobre a Red Bull no treino final para o GP da Itália. Rubens Barrichello e Jenson Button fizeram o quinto e o sexto tempo, respectivamente, e dividem a terceira fila do grid.

Já Sebastian Vettel e Mark Weber, ficaram com o nono e 10º tempos e largam na sexta fila, tendo entre eles e os carros da Brawn a Force India de Vitantonio Liuzzi e a Renault de Fernando Alonso.

Aparentemente, a Brawn vai largar com os carros pesados, apostando em uma só parada. Ross Brawn deve ter pensado nesta estratégia como a única possível para levar vantagem sobre os carros com kers.

Button se mostrou satisfeito com o acerto do carro para Monza e disse que a Brwan não quer só marcar pontos, mas lutar pela vitória. O inglês reconheceu que o kers dá vantagem para os adversários e mostrou preocupação particular com Alonso, que larga bem atrás dele. "Estou certo que Alonso tentará uma ultrapassagem na largada. Nós temos a esperança de estarmos com mais combustível do que eles", disse Button, confirmando a estratégia de tentar uma só parada durante a corrida.

A Red Bull continua enfrentando a necessidade de preservar os motores que lhe restam até o fim da temporada e tem sido cautelosa. Como seus carros largam atrás de Liuzzi, com uma Force India bem adaptada ao circuito, e de Alonso, que volta a ter o kers na Renault, tudo indica que deverão ter uma corrida difícil.
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Quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | 14:27
Líder, mas até quando?
Sem subir ao pódio há quatro corridas, Button afirma não se sentir pressionado. Foto: Clive Mason/Getty Images

Jenson Button, da Brawn, é o grande nome do ano na Fórmula 1. Maior ganhador da temporada, o piloto inglês lidera o campeonato desde seu início. No GP da Turquia, realizado no começo de junho, chegou a abrir 26 pontos de folga sobre o segundo colocado. A partir de então, a situação se complicou: Button não conseguiu mais subir ao pódio. Em casa, chegou em sexto, foi quinto na Alemanha e alcançou apenas a sétima posição tanto na Hungria quanto no último domingo, em Valência.

Com a vitória do segundo colocado Rubens Barrichello na última disputa, a diferença entre os dois chegou a apenas 18 pontos. Talvez seja cedo para afirmar se Barrichello voltou ou não a brigar pelo título deste ano, mas uma coisa é certa: Button sentiu a necessidade de voltar a pontuar com expressividade. Após o GP da Europa, o inglês afirmou precisar ser mais agressivo.

"Vou para Spa com certeza bem mais agressivo, de todos os jeitos. Não só na maneira de pilotar mas também na estratégia e com os pneus", afirmou o líder do campeonato. "Tem que ser assim senão a minha liderança vai ser engolida aos poucos".

Button declarou à revista Autosport acreditar que os testes de amanhã serão cruciais para saber se a equipe como um todo continuará se mostrando competitiva até o fim do capeonato, frente à Red Bull.

"Para a equipe, o dia de amanhã será importante", afirmou. "Iremos saber se podemos desafiar a Red Bull num circuito como esse. Se pudermos, penso então que eles estarão numa situação complicada".

Mesmo com os resultados abaixo do esperado nas últimas corridas, Button afirmou não estar se sentindo pressionado e continua confiante em sua posição como líder.

"Sei como me sinto. Foi um fim de semana frustrante, por um lado, pois sei que se certas coisas tivessem acontecido de maneira diferente nós poderíamos ter tido um fim de semana excelente. Eu diria que este foi o primeiro fim de semana ruim que tive nesta temporada", resumiu o piloto inglês. "Mas continuo na melhor posição entre os quatro primeiros pilotos, então não estou sentindo nenhuma pressão".

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Rafael SoaresO cara tem q abrir o olho msm rsrsrs..Postado às 19:30 do dia 28/08/2009
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Quinta-feira, 16 de julho de 2009 | 16:12
Fuoriserie

Futuro promissor para o talentoso Sebastian Vettel. Foto: divulgação

Pilotos fora de série, em geral, se revelam logo ao chegar à Fórmula 1. Existem casos de pilotos que não apareceram logo nos primeiros anos, foram amadurecendo e só sobressaíram quando tiveram um carro competitivo nas mãos, mas quem é bom por natureza já mostra talento de cara. Foi assim com Ayrton Senna (a histórica corrida de Mônaco em 84) e com Michael Schumacher, que estreou pela Jordan em 1992 e na corrida seguinte já estava na Benetton, pela qual viria a conquistar seus dois primeiros títulos.

Sebastian Vettel, da Red Bull, tem esse pedigree. É piloto vencedor e futuro campeão. Mostrou as credenciais logo ao aparecer na F1. Marcou ponto em sua primeira corrida, quando substituiu Kubica, na BMW, no GP dos EUA, em 2007, e confirmou a categoria ao ocupar o cockpit da Toro Rosso, equipe reserva da RB, com um quato lugar na China. E era apenas a quarta corrida que ele fazia pela equipe, depois de substituir Scot Speed a partir do GP da Hungria.

Em sua primeira temporada completa na Toro Rosso, foi avassalador. Venceu o GP da Itália, em Monza, e terminou o ano em oitavo lugar. À sua frente, apenas as duplas Ferrari, McLaren, BMW e Alonso. A Red Bull tratou de garantí-lo logo para 2009. Com os progressos do carro do mago Adrian Newey, é candidato ao título deste ano.

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Mair Pena NetoAcho que o Hamilton se inclui nesse grupo. Ele quase foi campeão em seu primeiro ano na F1, ganhou no segundo e esse ano está fazendo milagres com um carro que nasceu ruim.Postado às 18:05 do dia 20/07/2009
Hercules BrunoO mesmo já não acontece com o Hamilton. Será que ele é lá essas cosas mesmo?Postado às 11:05 do dia 19/07/2009
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Quarta-feira, 15 de julho de 2009 | 11:26
O touro ganha asas
Newey escreveu sua tese de fim de curso sobre efeito-solo. Foto: divulgação.
Não há mais dúvidas de que a Red Bull alcançou e até superou a Brawn, que parecia imbatível áté o fim da primeira metade da temporada. Quem deu asas ao touro vermelho foi o inglês Adrian Newey, o melhor projetista da Fórmula 1. Newey chegou à Red Bull em 2006 em busca de desafios após uma carreira vencedora em grandes equipes. Em três anos, chegou ao melhor carro da F1 no momento. Nada espantoso para quem escreveu sua tese de fim de curso universitário sobre efeito-solo, uma das mais revolucionárias invenções aerodinâmicas da F1, introduzida pelo também genial Colin Chapman, na Lotus 78.
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Perfil
Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
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