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Terça-feira, 3 de agosto de 2010 | 9:03
Mercedes vai se concentrar no carro de 2011
Ross Brawn: Depois das férias, prioridade é o carro novo. Foto: Getty Images
Com o prazo para conseguir resultados esgotado e com seus pilotos falando abertamente que não há mais chances de dosputar o título este ano, o que é evidente, a Mercedes vai se concentrar no desenvolvimento do carro de 2011 assim que a equipe retornar do intervalo de três semanas até o Grande Prêmio da Bélgica.

Ross Brawn afirmou que a Mercedes ainda vai trabalhar em mais um desenvolvimento a ser introduzido em Cingapura, mas que a prioridade passa a ser o novo carro, com o qual a equipe tentará atender as expectativas da Daimler-Benz.  "Ainda tem mais um passo que queremos dar antes do fim do ano para extrair vantagem completa da posição baixa do exaustor, que é algo que almejamos para Cingapura. Mas depois do intervalo nosso foco será claramente o carro novo", disse o chefe da Mercedes na F1.

O desenvolvimento do sistema de exaustão mais baixo, criado pela Red Bull, faz sentido, já que é um avanço que poderá ser levado para o carro do ano que vem. No mais, não tem porque a Mercedes continuar gastando energia num carro sobre o qual havia as maiores expectativas, mas que não deu certo. Brawn disse que a equipe sabe o que fazer para o próximo ano e é nisso que concentrará seus maiores esforços.
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ThiagoO carro desse ano nao fez por onde...
Espero que o fator Schumacher ajude no desenvolvimento de um carro competitivo em 2011
Postado às 13:17 do dia 03/08/2010
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Segunda-feira, 2 de agosto de 2010 | 10:17
Mercedes espera material espacial para escapamento
Já tinha comentado aqui como não é simples para as equipes reproduzirem novidades criadas pelos concorrentes. Todo mundo penou para chegar a uma forma eficiente da asa-duto, lançada pela McLaren, e o mesmo ainda ocorre com o sistema de exaustão criado pela Red Bull.

Um dos motivos do sucesso da Red Bull foi a posição mais baixa do seus sistema de exaustão, que expela os gases do escapamento através do difusor duplo, reforçando a pressão aerodinâmica na parte traseira do carro.

A Mercedes até agora não conseguiu um sistema funcional, pois os gases quentes estavam derretendo o assoalho e o difusor. A equipe alemã aguarda agora um material espacial não combustível, encomendado a um fabricante francês, para levar adiante o seu projeto.

Nico Rosberg e Michael Schumacher já descartaram as chances de chegarem ao título desse ano, o que deverá levar a Mercedes a concentrar mais esforços no desenvolvimento do carro de 2011. Mas como o sistema de exaustão é um avanço a ser mantido ano que vem, ao contrário da asa-duto, que será proibida, vale o investimento.
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Terça-feira, 6 de julho de 2010 | 10:44
Clima tenso na Mercedes
As queixas de Rosberg com a falta de resultados dos desenvolvimentos levados para as últimas corridas não têm sido bem recebidas em Stuttgart. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A Mercedes solicitou ao jornalista francês Jean-Louis Moncet que desmentisse em seu blog a notícia de uma reunião na última segunda-feira entre o presidente da Daimler-Benz, Dieter Zetsche, e sua equipe na Fórmula 1, representada por Ross Brawn, Norbert Haug, Michael Schumacher e Nico Rosberg.

A reunião seria para uma bronca geral sobre os diversos comentários públicos que vem sendo feitos sobre a equipe, especialmente a queixa de Rosberg sobre a falta de progresso no carro.

O encontro pode não ter acontecido, mas o ambiente não está nada bom na equipe alemã. Em matéria na sua edição online, o jornal alemão Die Welt escreveu que expectativa e realidade estão bem distantes na Mercedes.

Segundo o jornal, os desenvolvimentos que a Mercedes levou para as últimas corridas empurraram a equipe ainda mais para trás, e cita uma reclamação de Rosberg após o GP da Europa de que a distância para as outras equipes ficou maior.

O Die Welt lembrou que no lançamento da equipe, o presidente da Daimler-Benz afirmou que o objetivo da equipe era ser campeã mundial, com a ressalva de que "se houvesse indicações claras de que podemos usar nosso dinheiro de maneira mais efetiva fora da Fórmula 1, nós precisaremos tomar novas decisões."

O ex-projetista da Jordan e da Jaguar, Gary Anderson, comenta na matéria que o carro criado por Ross Brawn para a Mercedes está ultrapassado e sofre de pouca pressão aerodinâmica, falta de equilíbrio, problemas nos freios e em atingir a temperatura ideal para os pneus.

Se a situação for desastrosa a esse ponto, a Mercedes está realmente encrencada e o melhor seria cuidar do carro de 2011, desde que o projeto continue com o apoio da exigente diretoria da Daimler-Benz.
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SandroIH, ferrou!Postado às 12:10 do dia 06/07/2010
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Terça-feira, 11 de maio de 2010 | 8:11
Mônaco terá 5 ex-vencedores
Qualquer estatística sobre Mônaco exige muita pesquisa, já que corridas de Fórmula 1 são disputadas lá desde 1929, mas talvez não seja muito arriscado dizer que possivelmente um GP em Monte Carlo não teve tantos ex-vencedores alinhados no grid como acontecerá no próximo domingo.

Nada menos que cinco pilotos que largarão nesta edição já foram vencedores nas ruas do Principado. O maior deles é Michael Schumacher, que com cinco primeiros lugares lá se igualou a Graham Hill, apelidado de Mr. Mônaco pela sua sequência de vitórias. À frente dos dois na história, só Ayrton Senna, que venceu seis vezes.

Mas Schumacher dificilmente terá chances de voltar a vencer esse ano, assim como Jarno Trulli, cuja única vitória na Fórmula 1 aconteceu justamente em Mônaco, pela Renault, em 2004. Schumacher, na Mercedes, e Trulli, na Lotus, não têm equipamento para sonhar com a vitória esse ano.

Já os outros três vencedores estão no páreo. A dupla da McLaren venceu nos últimos dois anos. Lewis Hamilton, em 2008, e Jenson Button, em 2009, quando corria pela Brawn. Os dois pilotos gostam de correr em Monte Carlo e classificam suas vitórias lá como pontos altos de suas carreiras. Hamilton chega a afirmar que seu sucesso na chuva em 2008 foi provavelmente sua melhor vitória na Fórmula 1.

Fernando Alonso já saboreou por duas vezes a champagne no camarote dos Grimaldi, e por duas equipes diferentes. Venceu em 2006 pela Renault, em em 2007 pela McLaren. Com mais uma vitória, inscreveria seu nome no livro dos recordes do mais charmoso circuito da F1, ao lado de Jackie Stewart e Stirling Moss.
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João CarlosAposto na vitória de uma RBR. Largando na frente, dificilmente serão ultrapassadas.Postado às 10:32 do dia 11/05/2010
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Quarta-feira, 28 de abril de 2010 | 10:37
Duto para poucos
A Sauber pode ser a única, além da McLaren, a ter o F-duto no seu carro em Barcelona, já que precisa desesperadamente de mais velocidade em reta. Foto: Clive Mason/Getty Images
É bem capaz de a Sauber ser a única a conseguir levar para Barcelona um sistema eficiente de duto para rivalizar com a McLaren na reta. Todas as outras equipes continuam enfrentando problemas para fazer o sistema funcionar adequadamente.

A Sauber já utilizou o sistema no carro de Kobayashi, na China, mas ele não provocou o efeito esperado. A equipe tem um sério problema de falta de velocidade em reta e está acelerando o desenvolvimento do duto, chamado de F-duto pelas equipes.O cálculo da equipe é o que sistema acrescentará aos carros quatro a cinco km/h na velocidade final.

Na Mercedes, Ross Brawn admite que o sistema pode não estar pronto para o Gp da Espanha. A equipe usou um sistema passivo na China, sem intereferência do piloto, mas o trabalho na fábrica prossegue para um modelo ativo, como o da McLaren.

A Ferrari também levou partes do seu sistema para a China e continua trabalhando nele para Barcelona, embora sua utilização não esteja confirmada. Alonso disse à imprensa espanhola que o sistema não é fácil, mas que a Ferrari trabalha duro para disponibilizá-lo o mais rápido possível.

A Williams foi outra que teve problemas no desenvolvimento do sistema, e o diretor técnico da equipe, Sam Michael, comentou que ainda levará uns dois meses para ele funcionar adequadamente.
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LeoEsperava isso da Sauber, mas tb da Mercedes! Furo se não estiver pronto! Postado às 13:06 do dia 28/04/2010
Paulo JoséEu só sei que a Williams tá com problemas em tudo, uma penaPostado às 11:42 do dia 28/04/2010
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Terça-feira, 27 de abril de 2010 | 8:10
A provação de Button
Button quis provar que podia ser campeão em qualquer outra equipe e confrontar o talento mais natural do automobilismo, Lewis Hamilton, diz Ross Brawn. Foto: Clive Mason/Getty Images
Certas verdades na Fórmula 1 muitas vezes só se sabe quando os personagens lançam suas biografias anos após os fatos. Mas é possível acreditar em Ross Brawn quando ele afirma, como fez ao jornal inglês The Sun, que Jenson Button deixou sua equipe ao fim da última temporada para provar que era campeão mundial por merecimento.

A Brawn teve um carro dominante na maior parte da temporada passada, e Button praticamente garantiu o título mundial com seis vitórias nas sete primeiras corridas. Mas seu mérito foi muito questionado, principalmente na segunda metade do campeonato, quando não venceu mais nenhuma corida e foi constantemente superado por Barrichello, seu companheiro de equipe.

Mesmo com o título mundial, muita gente achou que Button deixou a Brawn para evitar ser dispensado pela equipe, que já tinha Nico Rosberg sob contrato para 2010 e partia para tentar trazer Schumacher de volta à F1.

Mas Ross Brawn, personagem central da história, garante que ficou desapontado com a saída de Button e que o piloto queria provar aos críticos a sua capacidade. "Ele sentia que as pessoas achavam que ele só tinha vencido o Campeonato Mundial porque tinha o melhor carro. Então ele nos deixou para provar que podia fazer isso em qualquer outro lugar."

A escolha foi a mais dura possível, já que Button se mudou para a McLaren, que funcionava em torno de Lewis Hamilton, preparado pela equipe desde os 10 anos de idade.

"Ele também queria se provar na McLaren contra o cara que é provavelmente o mais rápido e o mais natural talento do automobilismo", disse Brawn. "Ele estabeleceu para si mesmo um tremendo desafio e está indo bem até agora."

Com duas vitórias contra nenhuma de Hamilton e tendo se classificado melhor que o companheiro de equipe em três das quatro corridas, Button calou os críticos e provou que é realmente um piloto talentoso. Ele sabe, porém, que a batalha não está ganha, mas adquiriu a confiança necessária para levá-la até o final com a elegância dos duelistas.
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Russellé nao teve muita corrida ainda mas eu acho o nível do hamilton mt acixma dos outros pilotos..e quem pode competir mais de igual pra igual com ele é o Button, acho tb q o Alonso, Vettel e o Massa... de quem eu mais epsero mesmo é da ferrari agora na temporada européiaPostado às 15:02 do dia 27/04/2010
Leoque isso cara, já apontar campeão com 4 corridas? tá maluco? rsrsPostado às 14:56 do dia 27/04/2010
Russellbutton RULES! mas eu acho q o hamilton é campeaoPostado às 14:56 do dia 27/04/2010
IuryE o Galvão falava "Ele só é bom quando não tem ninguém cobrando. Psicólogo para ele". Cala a boca Galvão!Postado às 09:24 do dia 27/04/2010
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Segunda-feira, 26 de abril de 2010 | 11:17
Hora da verdade na Espanha
O sistema de duto da Mclaren continua desafiando as equipes, como prova a curiosidade de Webber e Vettel. Foto: Paul Gilham/Getty Images
Já tinha escrito aqui, no post "Como será a F1 sem chuva", no domingo, que o GP da Espanha servirá para estabelecer uma série de verdades, caso seja disputado no seco. Agora, aproveito a declaração de Alonso de que a disputa do título começa em Barcelona para retomar a questão.

Alonso afirma que o início da temporada européia vai mostrar quem realmente lutará pelo título e quem ficará de fora. E também para as equipes provarem quem é capaz de desenvolver seus carros mais rápido do que os rivais.

Todas as equipes prometem muitas novidades para o GP da Espanha e o primeiro grande salto qualitativo pode ser efetivamente verificado lá. O primeiro desafio para as equipes de ponta é alcançar a vantagem que a McLaren abriu com o sistema de duto que altera o fluxo de ar para a asa traseira e permite maior velocidade nas retas. Está todo mundo correndo atrás do mecanismo, mas não é tarefa fácil, como reconheceu Ross Brawn.

Depois, cada equipe tem que enfrentar suas próprias deficiências. A Ferrari teve um problema no motor nas quatro primeiras provas, que já foi identificado, mas ainda não resolvido. Fernando Alonso classificou de falsas as informações de que a falha fosse nas válvulas do sistema de ar do motor, mas não revelou o problema. O espanhol se limitou a dizer que a equipe tentará completar a temporada com um motor 100% confiável.

A Mercedes, que saiu atrás na disputa entre as top 4, vem com um carro inteiramente modificado, e no caso de Schumacher, com a volta ao chassis utilizado na fase de testes. Para a equipe alemã, é tudo ou nada. Se o carro não funcionar até o final da maio, Ross Brawn prtende partir para o desenvolvimento do modelo de 2011.

A Red Bull também precisa resolver seus problemas de confiabilidade. Sebastian Vettel é o quinto colocado no campeonato, mesmo contando com o carro mais veloz do grid nas quatro primeiras provas. Adrian Newey já deve ter novidades para a Espanha para não dar chances à concorrência.

A McLaren, líder entre pilotos e construtores, tem a situação mais tranquila, embora na F1 ninguém possa dormir sobre os louros. A equipe também vai levar um novo pacote para Barcelona, pois não está satisfeita com o carro e precisa torná-lo mais rápido. "Nós podemos gerar mais pressão aerodinâmica, trazer mais eficiência aerodinâmica, tornar o carro menos sensível e deixá-lo mais leve", afirmou o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh.

Com todos esse novos elementos, Barcelona promete.
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Carlos PaesBarcelona vai dividir o campeonatoPostado às 15:04 do dia 27/04/2010
IuryAcredito em mais um triunfo da mclaren. Agora com Hamilton.Postado às 09:20 do dia 27/04/2010
LeoAlonso fala muitoPostado às 11:32 do dia 26/04/2010
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Sábado, 24 de abril de 2010 | 10:40
Mercedes também errou projeto
Não foi só a novata Virgin que teve um erro de projeto nessa temporada. A Mercedes calculou mal a distribuição de peso necessária para os pneus desse ano e vai alongar a distância entre eixos do carro a partir do GP da Espanha.

No post "Mercedes já pode ser descartada?", que publicamos há 10 dias, falamos que no grande pacote de mudanças aerodinâmicas a ser introduzido no W01, na Espanha, poderia estar uma aletração na distância entre eixos. Agora Ross Brawn confirma um erro de cálculo.

"O problema não é a distância entre eixos per se, mas a distribuição de peso. Nós erramos na distribuição de peso", confessou Brawn.

Com a mudança, a Mercedes passará a ter um leque maior de acerto na distribuição de peso e no equilíbrio do carro. Um dos propósitos é eliminar a tendência de o carro sair de frente nas curvas, o que tem dificultado muito a vida de Schumacher, cuja preferência é por um carro que saia de traseira.
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IuryAh, então é por isso!Postado às 10:03 do dia 26/04/2010
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Sexta-feira, 23 de abril de 2010 | 12:23
Existe ainda algo mais nos dutos da McLaren
Mesmo com a asa traseira bem íngreme, a McLaren foi 8 km/h mais veloz na reta de Xangai. O milagre é do sistema de duto. Foto:Paul Gilham/Getty Images

O sistema de duto desenvolvido pela McLaren traz muito mais vantagens do que apenas mais velocidade final na reta. Com ele, os carros da equipe inglesa podem usar uma pressão aerodinâmica adicional na asa traseira sem perder o ganho de velocidade na reta.

 

Na China, Hamilton e Button foram os mais rápidos em velocidade final na classificação, disputada no seco, e repetiram a performance na pista molhada no dia da corrida. A McLaren usou a asa traseira bem inclinada verticalmente para gerar mais pressão aerodinâmica, o que também ajudou os pneus a atingirem a temperatura ideal na pista molhada.

 

Muita asa aumenta a resistência ao ar, o que faria com que a McLaren perdesse velocidade na longa reta de Xangai. Mas graças ao sistema de duto, que reduz a pressão aerodinâmica na asa traseira pelo controle do fluxo de ar para ela direcionado, os carros da McLaren foram oito km/h mais velozes na reta.

 

É por isso que está todo mundo tentando copiar um sistema como o da McLaren, mas Ross Brawn já reconheceu que a equipe inglesa está bem adiantada no seu desenvolvimento e que não é tarefa fácil alcançá-la.

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Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 | 16:27
Brawn já vale US$ 255 milhões
A exposição da marca Brawn GP em 2009 valeu pelo menos 255 milhões de dólares, segundo a empresa de análise de mídia Margaut Matrix, que desde 2005 monitora o valor de cada marca que aparece nas transmissões das corridas de Fórmula 1.

O resultado foi verificado confrontando a transmissão das primeiras 15 corridas com as tarifas publicitárias de 18 países, disse o site F1SA. Os carros da Brawn apareceram em aproximadamente 9 horas dessas transmissões, mais do que a Ferrari e três vezes mais do que a Honda em 2008, a quem a Brawn sucedeu.

Se considerarmos que a avaliação da Margaut Matrix não incluiu o GP do Brasil, no qual a Brwan conquistou o título de construtores e Jenson Button foi o campeão de pilotos, a cifra será ainda mais elevada até o fim da temporada.
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Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 | 16:00
Um inglês em lágrimas
Ross Brawn é um cara meio durão, que passa uma imagem até meio blasé em relação às vitórias, mas a conquista do Mundial de Fórmula 1 com uma equipe que leva o seu nome o desmontou.

Neste vídeo postado no you tube, Brawn nem consegue completar a resposta de que ainda vai levar um tempo antes de realizar o significado da conquista, e começa a chorar. "Especial, muito especial", fala com a voz embargada.

O dono da equipe campeã elogia os trabalho feito pelos funcionários da equipe, em Brackley, durante o inverno europeu, que resultou num carro excepcional durante a primeira metade da temporada.

Por fim, elogia Jenson Button, a quem classifica de piloto fantástico. Brawn reconhece que a equipe perdeu um pouco o ritmo em relação aos outros competidores, e que Button segurou as pontas na segunda metade do campeonato. "Ele merece tudo o que conquistou", diz sobre o novo campeão mundial.

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GutoMuito interessante esse video!! deve ser uma sensação única mesmo!!! Parabéns a Ross e toda equipe Brawn!!Postado às 12:09 do dia 20/10/2009
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Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 | 10:08
Brawn mais rápida em Cingapura
Se a novidade aerodinâmica entregar o ganho esperado, os carros da Brawn serão imbatíveis em Cingapura. Foto: Clive Rose/Getty Images
A Brawn anunciou uma novidade aerodinâmica para seus carros no Grande Prêmio de Cingapura, que poderá acrescentar um ganho de 0,3 segundos.

"Nós teremos uma novidade aerodinâmica significativa neste fim de semana que deverá nos trazer outro bom passo em performance nas últimas corridas da temporada", disse o chefe da equipe, Ross Brawn.

Na edição de setembro da revista francesa Sport Auto, o responsável pelo departamento aerodinâmico da Brawn, Loic Bigois, já tinha comentado o ganho e disse que só faltava superar um pequeno problema de fabricação da nova peça, que parece ter sido resolvido.

O carro da Brawn já se mostrara muito bom em circuitos de alta pressão aerodinâmica, vide a dobradinha em Mônaco, e se a novidade a ser introduzida em Cingapura acrescentar mesmo 0,3 segundos, ele se tornará praticamente imbatível.


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RaquelOpa, mais uma boa chance pro Rubinho!!Postado às 10:49 do dia 23/09/2009
GabrielTomara que o Button não esteja tão imbatível assim. Alguém conhece um piloto que tope um acidente proposital com o inglês?

Vamos torcer pelo Rubinho !!
Postado às 10:46 do dia 23/09/2009
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Terça-feira, 15 de setembro de 2009 | 11:07
Barrichello tem muitas opções para 2010
A permanência na Brawn não seria surpresa. Foto: Getty Images
É impossível saber se Rubens Barrichello chegará ao título deste ano, mas sua sensacional arrancada na reta final do campeonato certamente lhe assegurou uma vaga para mais uma temporada na Fórmula 1, em 2010.

E as possibilidades são muitas, inclusive na Brawn. Inicialmente, com o fantástico desempenho de Jenson Button na primeira metade da temporada, considerava-se que Barrichello era carta fora do baralho para 2010, não só na equipe inglesa, como na própria categoria.

Mas agora a situação mudou de figura, e não será surpresa se Barrichello continuar e Button sair. O piloto inglês concordou em uma substancial redução de salário no início do ano para participar do projeto Brawn, que salvava a antiga Honda, e agora está pedindo alto para renovar. Segundo a imprensa britânica, a primeira contraproposta da Brawn teria ficado longe das pretensões de Button.

A Mercedes, que vai aumentar significativamente a sua participação na equipe, quer Nico Rosberg em um dos carros e não mostra muita empolgação por Button. Uma dobradinha Rosberg-Barrichello seria muito bem vista pela fabricante alemã.

Se a sua posição na Brawn ficar ameçada, Barrichello tem várias opções. A Williams, perdendo Rosberg, precisará de um piloto forte, capaz de pontuar com constância, e o brasileiro se encaixa plenamente neste perfil.

A Toyota pode dispensar seus dois pilotos ao fim desta temporada, e se apostar em um jovem talento, precisará de um piloto mais experiente para ser a referência na equipe. Mais uma vez, Barrichello aparece como opção a ser considerada.

E, por fim, quatro equipes novas estão entrando na categoria, partindo do zero, e precisam de um piloto capaz de ajudá-las no desenvolvimento de seus carros. Na Fórmula 1, não tem ninguém com mais experiência nisso do que Barrichello.

Mesmo que não conquiste o título, Barrichello tem tuo para iniciar a 18ª temporada completa na Fórmula 1, novo recorde da categoria.
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Rafael SoaresAcho q o melhor para ele é continuar na Brawn mesmo!!! Ainda mais agora que está bem cotado dentro da equipe e o chefe garantiu igualdade, coisa que ele não conheceu dentro da grande Ferrari, por exemplo......Postado às 11:47 do dia 16/09/2009
MairParece que ofertas não faltam, Jorge. Mas se eu fosse o Barrichello ia pela equipe mais competitiva e não pela grana, que ele já deve ter o suficiente. Equipes novas costumam sofrer, embora a Brawn tenha sido uma exceção.Postado às 10:53 do dia 16/09/2009
GabrielDá-lhe Rubens! Acho que na Brawn ele faz mais sucesso do que numa equipe nova. Tomara que o Ross tenha uma luz e fique com o brasileiro. De qualquer maneira, a notícia é boa.Postado às 12:08 do dia 15/09/2009
Jorge Pezzolomair, rumor do dia em Monza: Richard Branson, milionário dono da Virgin Records, teria oferecido uma grana alta para Rubens Barrichello deixar a Brawn e integrar o novo time Manor Racing, que por sinal se chamará Virgin Racing.
Postado às 12:03 do dia 15/09/2009
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Segunda-feira, 14 de setembro de 2009 | 12:09
Brawn garante igualdade para os pilotos
Button e Barrichello disputarão o título sem interferência da equipe, disse Brawn. Foto: Clive Rose/Getty Images
Ross Brawn afirmou que a disputa pelo título mundial entre seus dois pilotos está aberta e que não haverá nenhuma interferência da equipe.

"Qualquer tentativa de controlar este processo terminará mal. Nós dissemos que não daríamos nenhuma preferência até que fosse matematicamente impossível para um deles ganhar, e acredito que essa situação permanecerá até a última corrida", disse Brawn à Autosport.

Brawn aposta numa disputa saudável entre os pilotos pela longa convivência que têm desde os tempos de Honda e enxerga diferentes atitudes dos dois nas próximas corridas.

"Rubens não tem nada a perder e Jenson é quem tem algo a perder. Então, Rubens pode se permitir ser mais agressivo, e Jenson pensará mais em marcar pontos."

A declaração de Ross Brawn é tranquilizadora para Barrichello, considerando que Button está à sua frente e é um piloto inglês em uma equipe inglesa. Depois do episódio da Renault, qualquer orientação de resultado pegaria muito mal.
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GabrielDá-lhe Rubinho!!! Pra cima deles!Postado às 14:39 do dia 14/09/2009
RaquelQue vença o melhor!!Postado às 13:47 do dia 14/09/2009
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Domingo, 13 de setembro de 2009 | 10:39
Vitória estratégica para a Brawn
A dobradinha da Brawn, com Barrichello em primeiro e Button em segundo, deixou a equipe com a mão no título. Foto: Clive Rose/Getty Images
A dobradinha da Brawn no Grande Prêmio da Itália, a primeira desde Mônaco, deixou a equipe em excelente situação para conquistar os títulos de piloto e de construtores, restando quatro provas para o final da temporada.

Mais uma vez, assim como em Valência, a escuderia inglesa venceu no acerto de suas decisões, confirmando que Ross Brawn continua sendo o melhor estrategista da Fórmula 1.

Além de estar com a mão nos dois títulos, a Brawn ainda tem uma disputa particular entre seus pilotos para ver quem será o campeão. Com a sua vitória em Monza, a segunda na temporada e a terceira no circuito italiano, Rubens Barrichello reduziu em mais dois pontos sua diferença para Jenson Button, mas o inglês voltou a andar bem, depois de cinco corridas abaixo do nível de um pretendente ao título.

A primeira decisão acertada da Brawn foi não trocar o câmbio do carro de Barrichello, que estava com torque excessivo. Se não tivesse corrido esse risco, a equipe levaria o piloto brasileiro a perder cinco posições no grid, o que inviabilizaria a sua corrida. Depois, na estratégia de uma só parada, contra duas dos rivais imediatos, a Brawn contou com a competência de Barrichello e Button, que não deixaram Lewis Hamilton abrir vantagem superior a 9 décimos de segundo, e ultrapassaram o piloto da McLaren em sua segunda parada.

A partir daí, foi só administrar, e na última volta Hamilton, na perseguição a Button, ainda perdeu o controle do carro e bateu na saída da primeira de Lesmo, levando a corrida a terminar com safety car.

Para melhorar o domingo da Brawn, a Red Bull, sua adversária nas duas disputas teve uma corrida para esquecer. Mark Weber ficou fora logo na largada, ao rodar depois de ser tocado por Robert Kubica, e Sebatian Vettel terminou em oitavo, conseguindo um pontinho graças ao acidente de Hamilton na última volta. Matematicamente, a Red Bull ainda poderia superar a Brawn, mas na prática ficou quase impossível.

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Sábado, 12 de setembro de 2009 | 10:40
Brawn à frente da Red Bull
Na disputa particular entre os candidatos ao título, a Brawn levou a melhor sobre a Red Bull no treino final para o GP da Itália. Rubens Barrichello e Jenson Button fizeram o quinto e o sexto tempo, respectivamente, e dividem a terceira fila do grid.

Já Sebastian Vettel e Mark Weber, ficaram com o nono e 10º tempos e largam na sexta fila, tendo entre eles e os carros da Brawn a Force India de Vitantonio Liuzzi e a Renault de Fernando Alonso.

Aparentemente, a Brawn vai largar com os carros pesados, apostando em uma só parada. Ross Brawn deve ter pensado nesta estratégia como a única possível para levar vantagem sobre os carros com kers.

Button se mostrou satisfeito com o acerto do carro para Monza e disse que a Brwan não quer só marcar pontos, mas lutar pela vitória. O inglês reconheceu que o kers dá vantagem para os adversários e mostrou preocupação particular com Alonso, que larga bem atrás dele. "Estou certo que Alonso tentará uma ultrapassagem na largada. Nós temos a esperança de estarmos com mais combustível do que eles", disse Button, confirmando a estratégia de tentar uma só parada durante a corrida.

A Red Bull continua enfrentando a necessidade de preservar os motores que lhe restam até o fim da temporada e tem sido cautelosa. Como seus carros largam atrás de Liuzzi, com uma Force India bem adaptada ao circuito, e de Alonso, que volta a ter o kers na Renault, tudo indica que deverão ter uma corrida difícil.
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Sexta-feira, 28 de agosto de 2009 | 13:55
Brawn perde na parte intermediária do circuito
Barrichello perdeu 1,5s no segundo trecho do circuito, o que demontra que a Brawn não encontrou o acerto adequado para Spa. Foto: Clive Mason/Getty Images
Embora tenha feito apenas o 17º tempo, com Jenson Button, e o 18º, com Barrichello, a Brawn acredita que será mais competitiva amanhã e poderá conseguir uma boa posição no grid de largada.
Ross Brawn afirmou que a equipe não teve problemas com o aquecimento dos pneus e o mau resultado se deveu a não terem chegado a um bom acerto do carro.
Button confirmou que precisa melhorar o equilíbrio do carro, mas que o potencial está lá e que a equipe pode progredir no treino final. Barrichello, por sua vez, disse que os tempos de sexta-feira não contam toda a história e apostou que a equipe estará em boa posição amanhã.
De fato, os dois pilotos da Brawn ficaram 1,5s abaixo dos melhores carros na parte intermediária do circuito, o que revela que a equipe não encontrou o melhor acerto num trecho vital de Spa. Button e Barrichelo se queixaram de instabilidade na parte traseira do carro.
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GabrielTreino de sexta nãoi quer dizer nada, mas aposto numa vitória da McLaren.Postado às 17:07 do dia 28/08/2009
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Quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | 14:27
Líder, mas até quando?
Sem subir ao pódio há quatro corridas, Button afirma não se sentir pressionado. Foto: Clive Mason/Getty Images

Jenson Button, da Brawn, é o grande nome do ano na Fórmula 1. Maior ganhador da temporada, o piloto inglês lidera o campeonato desde seu início. No GP da Turquia, realizado no começo de junho, chegou a abrir 26 pontos de folga sobre o segundo colocado. A partir de então, a situação se complicou: Button não conseguiu mais subir ao pódio. Em casa, chegou em sexto, foi quinto na Alemanha e alcançou apenas a sétima posição tanto na Hungria quanto no último domingo, em Valência.

Com a vitória do segundo colocado Rubens Barrichello na última disputa, a diferença entre os dois chegou a apenas 18 pontos. Talvez seja cedo para afirmar se Barrichello voltou ou não a brigar pelo título deste ano, mas uma coisa é certa: Button sentiu a necessidade de voltar a pontuar com expressividade. Após o GP da Europa, o inglês afirmou precisar ser mais agressivo.

"Vou para Spa com certeza bem mais agressivo, de todos os jeitos. Não só na maneira de pilotar mas também na estratégia e com os pneus", afirmou o líder do campeonato. "Tem que ser assim senão a minha liderança vai ser engolida aos poucos".

Button declarou à revista Autosport acreditar que os testes de amanhã serão cruciais para saber se a equipe como um todo continuará se mostrando competitiva até o fim do capeonato, frente à Red Bull.

"Para a equipe, o dia de amanhã será importante", afirmou. "Iremos saber se podemos desafiar a Red Bull num circuito como esse. Se pudermos, penso então que eles estarão numa situação complicada".

Mesmo com os resultados abaixo do esperado nas últimas corridas, Button afirmou não estar se sentindo pressionado e continua confiante em sua posição como líder.

"Sei como me sinto. Foi um fim de semana frustrante, por um lado, pois sei que se certas coisas tivessem acontecido de maneira diferente nós poderíamos ter tido um fim de semana excelente. Eu diria que este foi o primeiro fim de semana ruim que tive nesta temporada", resumiu o piloto inglês. "Mas continuo na melhor posição entre os quatro primeiros pilotos, então não estou sentindo nenhuma pressão".

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Rafael SoaresO cara tem q abrir o olho msm rsrsrs..Postado às 19:30 do dia 28/08/2009
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Quarta-feira, 26 de agosto de 2009 | 12:03
Barrichello bem na fita

O site oficial da Fórmula 1 está fazendo uma enquete com a pergunta se Rubens Barrichello voltou a ser um candidato ao título após a vitória em Valência. As respostas são sim, não, e só a Brawn sabe, muito apropriada, já que dependerá da equipe dar chance ao brasileiro no confronto direto com Jenson Button.

Até a última consulta que fiz, a opção sim era a mais votada, com 37,03%. Votaram não 33,06% e deixaram a possibilidade nas mãos da Brawn 29,91%.

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Rafael SoaresCom certeza não depende só do Rubinho!!Postado às 16:38 do dia 26/08/2009
GabrielChance ele tem, mas depende da Brawn.Postado às 12:40 do dia 26/08/2009
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Sábado, 22 de agosto de 2009 | 10:10
McLaren sobra
Barrichello andou rápido e ficou logo atrás das McLaren de Hamilton e Kovalainen. Foto: Mark Thompson/Getty Images

A McLaren sobrou no último treino do GP da Europa, em Valência, e colocou seus carros na primeira fila do grid. Hamlton fez sua primeira pole position no ano, e ficou em excelente condição para repetir a vitória conquistada na Hungria. Kovalainen, que está com ultimato da equipe para fazer resultado, ficou com o segundo melhor tempo.

A Brawn confirmou que está de volta ao páreo, com Barrichello em terceiro e Button, em quinto. Entre eles, a Red Bull de Vettel.

A ascensão da McLaren cria para a equipe um papel determinante na decisão do campeonato. Se ela fica à frente de Brawn e RBR, ajuda a primeira, que assegurou uma boa vantagem na sete primeiras corridas. Com Mark Weber largando apenas na nona posição, a Brawn parece em condições de sair de Valência com uma diferença maior sobre a RBR.

Kimi Haikkonen colocou a Ferrari na terceira fila, ao lado de Button, mas o estreante Badoer não encontrou o caminho. Saiu logo no Q1, com o pior tempo do dia, tomando 3 segundos do primeiro pelotão. Se pretende continuar na luta pelo terceiro lugar entre os construtores, a Ferrari talvez precise repensar sua estratégia e encontrar um piloto mais rápido enquanto Felipe Massa não volta.

Romain Grosjean, que substituiu Nelsinho Piquet na Renault, ficou no Q2. Resta ver o que conseguirá na corrida.

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Sexta-feira, 21 de agosto de 2009 | 10:48
Brawn de volta?
Rubens Barrichello terminou a sexta-feira com 1m40s209. Foto: Ryan Pierse / Getty Images

Com a proibição dos testes, os treinos de sexta-feira servem para as equipes experimentarem partes novas do carro e fazerem os primeiros acertos para o Grande Prêmio. Portanto, sempre se recomenda cautela sobre seus resultados. Caso contrário, Nico Rosberg, da Williams, estaria na liderança do campeonato.

Mas um sinal que se pode tirar dos dois primeiros treinos desta sexta-feira é que a Brawn parece ter dado um salto para recuperar a vantagem que teve na primeira metade da temporada.

A escuderia inglesa foi a melhor nos dois treinos, mesmo considerando que Alonso tenha feito o tempo mais rápido do dia, o que pode ser apenas um artifício para atrair o público espanhol para a corrida.

A Brawn mostrou consistência nas duas sessões, com Button e Barrichello, e tem tudo para estar com seus carros nas primeiras filas. Já a McLaren, que foi forte na primeira sessão, caiu na segunda, mas Hamilton teve problemas no carro e amanhã deve voltar a ser competitivo.

Entre os estreantes, Romain Grosjean, que substituiu Nelsinho Piquet na Renault, foi 1s383 mais lento que Alonso, ficando na 13ª posição. Já Luca Badoer tomou mais de 2 segundos de Alonso e terá que rodar muito para se adaptar ao carro em situações de grande prêmio. Kimi Raikkonen, o piloto que mais voltas deu no treino (39), ficou com o 11º tempo.

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GabrielMesmo como estreante, o Grosjean já conseguiu uma colocação próxima da média do Piquetzinho...assim, o Briatore vai mostrar que tava certo!Postado às 16:25 do dia 21/08/2009
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Quinta-feira, 16 de julho de 2009 | 15:58
Jenson Button
Button: liderança é resultado de um histórico consistente. Foto: divulgação
Ouço muita gente dizer que o carro da Brawn anda sozinho e que Button só está na liderança pela vantagem extraordinária do equipamento. Pera lá! Button sempre foi um piloto rápido e, mais importante, consistente. Em seu primeiro ano na BAR, em 2003, foi melhor que o campeão Jacques Villeneuve, seu companheiro de equipe. No ano seguinte, ficou em terceiro no campeonato, atrás das imbatíveis Ferrari. Venceu corrida na claudicante Honda e na maioria das vezes foi mais rápido que Barrichello. Este ano, pontuou em todas as etapas. Vai precisar muito da sua regularidade para aguentar a pressão e chegar ao título.
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JR PIT BOY CPF14933389861WWW.GETITON.COM/GO/G1157884Postado às 15:17 do dia 24/09/2009
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Quarta-feira, 15 de julho de 2009 | 12:59
Barrichello
Barrichelo sujeito à lógica do campeonato. Foto: divulgação.
Rubens Barrichello estava prenhe de razão ao botar a boca no mundo após o GP da Alemanha. Para quem largou na primeira fila e assumiu a liderança no braço, após um toco de Mark Weber, o sexto lugar não era a posição merecida. Com certeza, ele poderia ter ficado à frente de Jason Button. Mas aí entra a lógica do campeonato e da equipe. Nas oito coridas anteriores, Button vencera seis, contra nenhuma de Barrichello. O brasileiro perdeu o melhor momento da Brawn, que agora estará concentrada no duelo com a Red Bull. Advinhem quem a escuderia inglesa irá privilegiar?
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Mair Pena Neto
Jornalista, acompanha profissionalmente o automobilismo desde o início dos anos 1980. Foi correspondente do Jornal do Brasil e da Agência Estado, de 1989 a 1992, sediado em Londres, cobrindo toda a temporada da Fórmula 1.
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Jornalista, fanático por automobilismo e caçador de novidades. Acompanha profissionalmente o automobilismo e o mercado desde 2008.
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