Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 | 15:55
Deu no New York Times
O New York Times publicou a notícia cada vez mais corrente na Fórmula 1 de que o projeto da equipe americana USF1 esta chegando ao fim. Segundo o jornalão americano, a equipe está envolvida em problemas financeiros e o crash test previsto para esta semana, na Inglaterra, foi cancelado.
Com a crise financeira, o dinheiro dos patrocinadores não apareceu e a equipe não consegue cumprir seus compromissos com os funcionários e com os fornecedores.
O piloto argentino Jose Maria Lopez, o único anunciado oficialmente pela equipe, já foi informado dos problemas e estaria, inclusive, tentando negociar com outra equipe.
Quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 | 14:05
Vettel dá as cartas

Vettel aproveitou os breves momentos de pista seca num dia chuvoso em Jerez e foi o mais rápido do dia. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Sebastian Vettel aproveitou bem as janelas de pista seca num dia chuvoso para cravar o melhor tempo do primeiro dia da retomada dos treinos da Fórmula 1 em Jerez. Vettel marcou 1.22.593 e mostrou que o fato de a Red Bull ter perdido os primeiros testes de inverno, em Valência, não fez muita diferença. O carro é bom, a equipe continua forte e é séria candidata ao título.
Lewis Hamilton fez o segundo melhor tempo (1.23.017) numa volta voadora a três minutos do fim da sessão de hoje, superando Felipe Massa, que bem antes também aproveitara os momentos de pista seca para marcar 1.23.204.
A previsão de meteorologia é de chuva nos quatro dias de testes em Jerez, mas na sexta-feira os pilotos terão períodos de pista seca, superiores aos de hoje.
Depois dos três primeioros colocados,a classificação do treino de hoje foi: Sebastien Buemi (Toro Rosso), 1.23.322: Pedro de la Rosa (Sauber), 1.23.367; Michael Schumacher (Mercedes), 1.23.803; Adrian Sutil (Force India), 1.24.272; Paul di Resta (Force India), 1.25.088; Vitaly Petrov (Renault), 1.26.237; Rubens Barrichello (Williams), 1.27.320; Fairuz Fauzy (Lotus), 1.31.848, e Timo Glock (Virgin), 1.32.417.
O treino teve cinco bandeiras vermelhas, duas com a Williams de Barrichelo, uma com Hamilton e outra com Massa, todos parando na pista, e outra com Paul di Resta que rodou com a Force India.
A Lotus foi pela primeira vez à pista e causou boa impressão, completando 76 voltas sem maiores problemas. A nova equipe ainda está distante do ritmo das outras, mas se mostrou bem melhor que a Virgin, que consegiu completar apenas 10 voltas.
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JacO carinha é bom mesmo! Além dos quatro gênios de Ferrari e McLaren, acho que a RBR terá boas chances em 2010Postado às 07:04 do dia 18/02/2010 | Comentar este post
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Quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 | 12:52
Bastidores
Enquanto a Fórmula 1 volta a treinar em Jerez, com pista molhada, os bastidores sobre o futuro das novas eqipes continua a fervilhar, e ninguém é capza de dizer quantos carros estarão alinhados no Gp do Bahrein, a primeira prova da temporada.
A USF1 começa a perder pessoas importantes em sua estrutura, e existe um clima geral de insatisfação pelo atraso nos pagamentos. O golpe fatal na nova equipe pode ser a saída do CEO do You Tube, Chad Hurley, que vinha patrocinando a equipe.
Hurley poderia estra interessado em apoiar a Campos ou até mesmo a Stefan GP se esta conseguir um lugar na atual temporada. Trocar a USF1 pela Campos daria no mesmo, já que a equipe espanhola agoniza como a americana. Falou-se numa operação salvamento, envolvendo a Volkswagen, mas nada foi confirmado.
A Stefan GP, por sua vez, pressiona a FIA por uma 14ª equipe, o que a livraria de esperar pela desistência de Campos ou USF1. O presidente da FIA, Jean Todt, no entanto, disse que a saída de uma equipe não implica na entrada imediata de outra.
Até o dia 14 de março, muita água ainda vai rolar e o inchaço artificial da Fórmula 1, com equipes sem estrutura, pode se provar um grande fracasso.
Sábado, 13 de fevereiro de 2010 | 14:41
Intervalo de Momo
O SpeedBlog dá uma paradinha para as folias de Momo e volta na quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da nova sessão de treinos em Jerez. Até lá.
Sábado, 13 de fevereiro de 2010 | 14:14
Lewis Hamilton é o mais rápido em Jerez
O inglês Lewis Hamilton, da McLaren, terminou como o piloto mais rápido dos quatro dias de testes em Jerez. Hamilton cravou 1.19.583 numa volta voadora bem no final do treino, provavelmente com pouco combustível no tanque.
Hamilton ficou à frente de Jaime Alguersuari, da Toro Rosso, que na véspera marcara 1.19.919. No último dia de treino em Jerez, a chuva da manhã acabou dando lugar à pista seca na parte da tarde, quando os pilotos aproveitaram para rodar bastante e testar não só a confiabilidade, mas também a performance dos carros.
Hamilton foi o único a entrar na casa dos 19 segundos no treino de hoje, e os demais pilotos marcaram os seguintes tempos: Adrian Sutil (Force India), 1.20.180; Rubens Barrichello (Williams), 1.20,341; Robert Kubica (Renault), 1.20.358; Michael Scumacher (Mercedes), 1.20.613; Sebastien Vettel (Red Bull), 1.21.203; Felipe Massa (Ferrari), 1.21.485; Pedro de La Rosa (Sauber), 1.22.134; Lucas di Grassi (Virgin), 1.22.912, e Jaime Alguersuari (Toro Rosso), 1.24.072.
Depois de pouco rodar na secta-feira, Lucas di Grassi pode, enfim, conhecer mais o carro da Virgin e completou 63 voltas, conseguindo um ritmo mais competitivo. Barrichello voltou a andar muito, completou 90 voltas, e gostou do desempenho do carro tanto com tanque cheio, quanto em voltas rápidas.
Massa foi o piloto que mais andou, completou a distância de dois grandes prêmios (160 voltas), sem maiores preocupações com tempo. O brasileiro causou uma das bandeiras vermelhas do treino quando parou na pista com tanque vazio como parte de um teste de consumo.
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Roberto NeigenfindAcho que não vai ser o ano da McLaren. Acredito que a Mercedez não vai estar nem aí e vai ter briga de estrelas nos bastidores. Pra mim, este ano tá pra RBR, apesar de não ter o melhor motor.
um abraço
Roberto Neigenfind
http://www.bravotecnologia.com.br/Postado às 13:21 do dia 16/02/2010 | Comentar este post
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Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 | 17:25
Lotus revivida

O carro da Lotus malaia é bonito e as cores tradicionais causam impacto. Resta ver se vai andar. Foto: Divulgação
O carro já havia sido flagrado pela Autosport, em Silverstone, mas foi apresentado oficialmente hoje, em Londres. O novo Lotus, batizado de T127, é bem bonito e traz as tradicionais cores da escuderia da era pré-patrocínio.
O nome Lotus volta às pistas depois de ter deixado a Fórmula 1 em 1994. Não é mais uma equipe inglesa, mas o empresário malaio Tony Fernandes promete empenho para honrar o nome da tradicional escuderia.
O projetista do carro é Mike Gacoyne, que entende do riscado, embora seu último projeto na F1, pela Toyota, não tenha sido muito bem sucedido. A Lotus teve pouco tempo para construir seu carro, mas fez o dever de casa, ao contrário de Campos e USF1. E por tê-lo testado no túnel de vento promete mais do que o computadorizado Virgin, que vem fazendo feio em Jerez.
Jarno Trulli e Heiki Kovalainen serão os pilotos nessa tentativa de reviver uma marca histórica. A visão do carro emociona todos que gostam da Fórmula 1. Resta ver se vai andar.
Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 | 16:24
Jerez, dia 3: Alguersuari aproveita pista seca

Alguersuari confirmou os bons sinais do carro da Toro Rosso e garantiu o melhor tempo que Buemi perdera por pouco na véspera. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Em uma sessão prejudicada pela chuva e encerrada mais cedo, o espanhol Jaime Alguersuari, da Toro Rosso, fez a mehor volta do dia, com 1.19.919, aproveitando a pista seca na primeira hora de treino.
Se não estiver andando de tanque muito vazio, a Toro Rosso pode ter desenvolvido um bom carro no primeiro ano em que não herdou projetoe construção da Red Bull. Na quinta-feira, Sebastien Buemi esteve sempre entre os mais rápidos e só perdeu o melhor tempo para Kamui Kobayashi, da Sauber, no minuto final.
A Sauber também vem demonstrando consistência, e Pedro de La Rosa fez a segunda melhor marca do dia, com 1.20.736. O dia não foi bom para Lucas Di Grassi, já que as peças de reposição da Virgin demoraram a chegar. O brasileiro só conseguiu entrar na pista no final, sob chuva, e completou apenas sete voltas para conferir se a asa dianteira susbtituída estava bem fixada.
Felipe Massa teve pouco tempo de pista seca, no qual ficou a dois décimos da melhor volta de Fernando Alonso, na véspera. Mesmo assim, Massa completou 72 voltas ao longo do dia, a maior parte em pista molhada.
O piloto que mais andou foi Rubens Barrichello, que deu 120 voltas, embora tenha provocado uma bandeira vermelha ao sair da psita ainda pela manhã. Sebastien Vettel guiou pela primeira vez o RB6 e ficou na quinta posição. O plano da equipe era testar a aerodinâmica, mas a chuva não permitiu muitas avaliações. De qualquer forma, o carro não apresentou problemas.
A McLaren também previa testes aerodinâmicos, mas com a mudança no tempo aproveitou para avaliar os pneus de chuva e intermediários da Bridgestone. Hamilton se concentrou no maior número de voltas possível (completou 68) e volta a pilotar amanhã.
Os tempos do terceiro dia de testes em Jerez foram os seguintes: Jaime Alguersuari (Toro Rosso), 1.19.919; Pedro de la Rosa (Sauber), 1.20.736; Adrian Sutil (Force India), 1.21.428; Felipe Massa (Ferrari), 1.21.603; Sebastien Vettel (Red Bull), 1.21.783: Vitaly Petrov (Renault), 1.22.000; Nico Rosberg (Mercedes), 1.22.820; Rubens Barrichello (Williams), 1.23.217; Lewis Hamilton, 1.23.985, e Lucas di Grassi (Virgin), 1.37.107.
Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 | 14:31
Jerez, dia 2: Muitas voltas e Kobayashi na cabeça

Kobayashi foi o único a superar a barreira dos 20 segundos com uma volta voadora no finalzinho do treino: Foto: Mark Thompson/Getty Images
As equipes deram muitas voltas no segundo dia de testes em Jerez, aproveitando a pista seca na maior parte do tempo. A previsão é de que volte a chover forte amanhã, e, possivelmente, hoje terá sido o melhor dia para conhecer os carros.
Kamui Kobayashi, da Sauber, foi o mais rápido do dia, com uma volta voadora nos últimos minutos do treino: 1.19.950. Os tempos não são tão significantes, já que ninguém sabe com quanto cada um anda de combustível. Dez quilos de combustível significam uma diferença de 0.3 segundos por volta, e os carros carregam cerca de 160kg. De qualquer forma, Kobayashi foi o único a romper a barreira dos 20 segundos.
Depois dele veio Sebastien Buemi, da Toro Rosso, com 1.20.026, seguido por Jenson Button (McLaren), 1.20.618; Nico Hulkenberg (Williams), 1.20.629; Vitantonio Liuzzi (Force India), 1.20.754; Michael Schumacher (Mercedes); 1.21.083; Fernando Alonso (Ferrari), 1.21.424; Robert Kubica (Renault), 1.22.003; Mark Wber (Red Bull) 1.22.043, e Timo Glock (Virgin), 1.29.964.
O dia começou com pista úmida e voltou a chover pela manhã, mas depois a pista secou e a temperatura subiu, permitindo às equipes andarem o máximo possível. Cinco pilotos deram mais de 100 voltas: Kobayashi, Buemi, Schumacher, Alonso e Kubica. O heptacampeão chegou a dar 35 voltas consecutivas. Seu tempo foi pior que o de Nico Rosberg na véspera.
O treino foi interrompido três vezes por bandeira vermelha. A primeira quando a Virgin de Timo Glock perdeu a asa dianteira e encerrou sua participação por falta de peças de reposição. A outra interrupção foi causada por um vazamento hidráulico na Williams de Kulkenberg, e a última quando a McLaren de Button parou na pista a 10 minutos do fim da sessão.
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MairNa estatística fria, Suzuki foi melhor que Nakajima. Disputou menos temporadas completas e fez um pódio no Japão, em 1990. Vi os dois correrem e gostava mais do estilo do Nakajima.Postado às 15:57 do dia 11/02/2010 MarcosPelo que me diziam na época, Aguri Suzuki e Satoru Nakajima (pai do Kazuki) eram bons pilotos, não grandes pilotos, mas pelo menos conseguiam andar nos fórmula 1. Já o Katayama era ruim mesmo.Postado às 14:35 do dia 11/02/2010 GabrielSerá que finalmente teremos um japa bom de roda?? Quem se lembra do Katayama???Postado às 13:21 do dia 11/02/2010 | Comentar este post
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Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 | 12:55
É o fim!

Agora só falta Vettel tirar o capacete e colocá-lo numa esteira de supermercado. Foto: site oficial
Já criticara aqui neste blog a perda de identidade dos capacetes dos pilotos de Fórmula 1 para atender interesses dos patrocinadores. Mas agora, Sebastien Vettel foi longe demais. O promissor piloto alemão, cujo capacete já parecia uma lata de Red Bull, agora estampa os ingredientes do energético, o código de barras, e, no seu topo, um anel de abrir latas. Só falta o piloto tirá-lo ao fim das corridas e colocá-lo numa esteira de supermercado.
Alguns trataram a nova pintura do capacete de Vettel como mais um sinal do bom humor do jovem piloto alemão, mas para mim não passa de marketing descarado da equipe que o emprega. É bem verdade que pilotos carregam marcas de patrocinadores dos pés à cabeça, mas ao menos o desenho do capacete permanecia como um fator de identidade única.
Vettel cria um precedente perigoso. Daqui para a frente, os patrocinadores podem querer desenhar, eles mesmos, os capacetes dos pilotos que apóiam.
Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 | 12:29
Campos será Volkswagen em 2011
O diário espanhol As afirma em sua edição de hoje que Bernie Ecclestone e o acionista majoritário da Campos Meta, José Ramon Carabante, fecharam um acordo para garantir a sobrevida da equipe Campos este ano, com venda assegurada para a Volkswagem em 2011.
Adrian Campos já abandonou a equipe, que estará no Bahrein com outro nome. Carabante aportou mais seis milhões de euros para garantir os carros da Dallara, e o chefe da equipe será Colin Kolles, ex-Force India. O contrato com o brasileiro Bruno Senna será honrado.
A Volswagen já tinha manifestado interesse em entrar na Fórmula 1 ano que vem, e Bernie viu na Campos um bom caminho para a fábrica alemã ter seu lugar assegurado. A sede da equipe se manterá em Valência, em regime de aluguel, e serão mantidos os 120 funcionários da operação.
Com essa solução, o desejo da equipe sérvia Stefan GP de entrar na Fórmula 1 esse ano só será viabilizado se ela comprar a USF1, cujo futuro também é incerto.
Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | 16:14
Equipes não podem perder corridas
Ao contrário do que foi dito recentemente por Bernie Ecclestone e até pelo presidente da FIA, Jean Todt, nenhuma equipe de Fórmula 1 pode se abster de participar de uma das etapas do campeonato sem ser punida.
O esclarecimento foi feito pela própria FIA em nota oficial. As declarações de que as equipes podiam ficar fora de até três corridas, sem punição, pareciam aliviar a situação da Campos e da USF1, que sofrem para colocar seus carros na primeira etapa do campeonato, no próximo dia 14 de março, no Bahrein.
A FIA afirma que "do ponto de vista esportivo e do regulamento, cada equipe registrada no campeonato é obrigada a participar em cada um dos eventos da temporada. Qualquer falha nessa participação, mesmo em apenas um evento do campeonato, constitui infração ao Pacto de Concórdia e às regras da FIA."
A declaração encerra a sopa, e se Campos e USF1 não alinharem no Bahrein poderão ficar fora da temporada, já que qualquer punição financeira, como costuma fazer a FIA, seria fatal para as agonizantes equipes.
Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | 14:04
Chuva prejudica testes em Jerez

Nico Rosberg foi o mais rápido em dia de muita chuva, mas seu carro parou na pista ao fim do treino com problemas mecânicos. Foto: Mark Thompson/Getty Images
A chuva atrapalhou o primeiro dia de testes da Fórmula 1 em Jerez, e a previsão é que o temo continue chuvoso nos próximos três dias em que os carros andarão na pista espanhola. É uma pena, pois este segundo teste permitiria uma compreensão melhor do nível dos carros.
Os melhores tempos foram estabelecidos nos primeiros 50 minutos de treino, antes que a chuva impedisse voltas mais rápidas. Nico Rosberg, da Mercedes, foi o mais rápido do dia, com 1.20.927, mas foi um problema em seu carro, que ficou parado na pista, que encerrou o treino quatro minutos antes do previsto.
Sebastien Buemi, da Toro Rosso, fez o segundo melhor tempo, com 1.21.031, seguido por Nico Hulknberg, da Williams, com 1.22.243. Os demais pilotos ficaram na seguinte ordem: Fernando Alonso, Ferrari, 1.22.895; Kamui Kobayashi, Sauber, 1.23.787; Jenson Button, McLaren, 1.24.947; Vitantonio Liuzzi, Force India, 1.24.968; Vitaly Petrov, Renault, 1.25.440; Mark Webber, Red Bull, 1.26.502; Timo Glock, Virgin, 1.38.734.
O teste serviu para algumas equipes ganharem milhagem com chuva, como foi o caso da Williams, com as 118 voltas completadas por Hulkenberg. O tempo de Webber não pode ser considerado um parâmetro do desempenho do novo RB6, já que o australiano deu poucas voltas devido a um vazamento de óleo.
Timo Glock deu apenas três voltas com o carro da Virgin, mas o tempo totalmente fora da média das demais equipes é um sinal de que o projeto desenvolvido exclusivamente no computador pode enfrentar sérios problemas.
Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | 11:57
Red Bull vai à pista

Weber estreou o RB6 na pista molhada de Jerez. A expectativa da equipe é conquistar o título que escapou ano passado. Foto: Mark Thompson/Getty Images
O tão aguardado RB6, a nova cria de Adrian Newey para a Red Bull, foi apresentado hoje pela manhã, em Jerez, e já foi a pista, com Mark Weber, que andou sob chuva fina.
O carro é uma evolução natural do RB5, considerado o melhor de 2009. Mas desta vez foi totalmente concebido em torno do conceito do difusor duplo, que ano passado só foi incorporado no meio da temporada.
Com um bico mais radical do que o último modelo, o RB6 tem a cobertura do motor no formato barbatana de tubarão, adotado por outras equipes, como McLaren e Sauber. Se o RB6 confirmar as expectativas, é carro para disputar o título, do qual já esteve próximo ano passado.
Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 | 11:32
Lotus existe

A Autosport flagrou a Lotus no circuito de Stowe, em Silverstone, com o tradicional verde e ouro dos tempos da escuderia inglesa. Foto: Autosport
Com as tradicionais cores verde e amarelo ouro, a nova Lotus foi à pista do curto circuito de Stowe, em Silverstone, e foi flagrada secretamente pelas câmeras da revista inglesa Autosport.
O circuito de Stowe, o mesmo itlizado pela Virgin, não é muito apropriado para testar um Fórmula 1, mas pelo menos a Lotus provou que tem um carro pronto, capaz de estar no grid do GP do Bahrein, na abertura da temporada, em março.
O primeiro carro da nova Lotus irá participar do segundo teste de inverno, em Jerez, de 17 a 20 de fevereiro. O carro estampa patrocínios da empresa de turismo da Malásia, Proton, e de outros grupos, como Naza Corporation e Tune Group.
O chefe da equipe, Mika Gascoyne, disse à BBC que a pista de Stowe numa tarde fria de inverno em que nevava constantemente não permitiu saber muito do acerto do carro, mas que o bom número de voltas possibilitou verificar todos os sistemas para o teste para valer, em jerez.
Terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 | 12:08
Hollywood faz nova tentativa na F1

Grand Prix continua sendo o melhor filme de automobilismo de todos os tempos
A Fórmula 1 vai voltar às telas do cinema em um documentário a ser produzido por Hollywood. Três produtores se associaram para contar a história e a evolução da principal categoria do automobilismo.
Uma das produtoras, a Spitfire Documentary Filmes, esteve envolvida no documentário de Martin Scorcese sobre Bob Dylan, "No Direction Home". É uma boa credencial para a chance de um filme de qualidade.
Por se tratar de um documentário, o filme evitará o parâmetro criado pelo extraordinário "Grand Prix", de John Frankenheimer, realizado em 1966 e imbatível até hoje. "Grand Prix" não é só o melhor filme sobre Fórmula 1, como o melhor filme sobre automobilismo já realizado.
Sylvester Stalllone chegou a pensar em produzir um filme usando a ambientação da F1, mas acabou tomando outro rumo, que resultou em Driven (Alta Velocidade), lançado em 2001. Stallone acabou rodando o filme com carros da Indy - Mauricio Gugelmin é quem pilota nas cenas reais -, mas recorreu a coisas inverossímeis, como um pega de rua com carros de corrida que andam a centímetros do asfalto.
Já Frankenheimer filmou nos mais lendários circuitos - Mônaco, Spa e Monza, entre outros - e contou com o auxílio luxuoso de figurantes como Graham Hill, Jim Clark, Jackie Stewart, Bruce McLaren e John Surtees, para citar alguns que aparecem em certas cenas.
O filme de Frankenheimer, feito na chamada era de ouro da Fórmula 1, capta toda a essência do automobilismo, suas glórias e dramas. O piloto que perdeu o lugar após maus resultados e sofre para conseguir um cockpit e retornar. O outro que sofreu um terrível acidente e precisa voltar o mais rápido possível para não perder o lugar, mesmo que à base de morfina. O veterano, que descobre outros aspectos da vida, mas não consegue se libertar de todo daquela atmosfera, e o novato, que curte a velocidade como as namoradas.
Com tomadas espetaculares e imagens antológicas, como as feitas nas curvas inclinadas de Monza que já não existem, "Grand Prix" é filme obrigatório para quem gosta de coridas e da Fórmula 1. Tomara que o documentário, proposta totalmente diferente, alcance a mesma qualidade e suceso.